A Sexualidade é construída no cotidiano

Como é construída a identidade sexual do homem e da mulher, a banalização das relações entre homens e mulheres, sexualidade na escola,...

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O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: https://www.brasilescola.com

A identidade sexual como homem e como mulher é construída nas atitudes de convívio diário, pois o exercício da sexualidade possibilita desenvolver a afetividade e as relações humanas, através da amizade, das atitudes e dos sentimentos próprios de cada gênero, sem a necessidade de relações sexuais. A banalização dessas relações entre homens e mulheres vem sendo apresentada nos meios de comunicação de massa (jornais, revistas, televisão, etc), conduzindo a sociedade e, principalmente, os jovens a interpretações e a atitudes irresponsáveis e incoerentes, em relação à sua vida e à sua sexualidade. É imprescindível falar sobre sexualidade com os jovens. Investir nesta abordagem no ambiente educacional, visando oportunizar o espaço escolar para a construção de posturas que propiciem a formação de indivíduos capazes de refletir ao fazer suas escolhas, desenvolvendo seu senso crítico.

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Diante do conjunto de informações conflitantes, com as quais nossos jovens se deparam continuamente, acerca da sexualidade, faz-se necessário que a escola, enquanto espaço de reflexão e de formação de valores, oportunize, vivencie e invista nessa discussão, oferecendo pressupostos para defesa e reflexão de nossos jovens e, também, responda às suas interrogações. Sabemos, no entanto, que para isso acontecer é importante que nossos educadores estejam bem informados, que se possibilite uma atuação no ambiente escolar de forma permanente, através do processo de formação continuada, a fim de desenvolver a sensibilidade, de propiciar a fundamentação teórica, de promover a socialização das experiências vivenciadas na escola, de compreender as necessidades que enriquecem esse trabalho e que possibilitam o compromisso com a ação educativa e com os educandos no chão da escola.

A realidade alarmante da AIDS, os vários tipos de DSTs, os casos de gravidez na adolescência e o aborto, passam a exigir da escola uma nova postura que favoreça informar, sensibilizar e educar nossos educadores e jovens para a necessidade do sexo seguro e de uma postura de prevenção. Visto que a prevenção precária não é coisa só de adolescentes.

A cultura da passividade e da omissão perante a sexualidade precisa ser modificada, e essa postura pode ser construída no ambiente escolar. É importante que meninas e meninos exercitem a cidadania, fazendo escolhas que propiciem a vida e a dignidade do homem e da mulher.

Autora: Edvânia Santos Correia. Professora graduada em Ciências Biológicas/UFAL e especialista em Mídias na Educação. Atua com a Formação Continuada de Professores no GFPM/SEMED e com o ensino de Ciências e Biologia .

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Edvania Santos Correia

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