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Como ser mais importante que a televisão

Religião

Aprender a conciliar o tempo entre a família e a TV.

Recebi hoje um texto muito interessante sobre um garoto que fez uma resenha escolar sobre o que gostariam que Deus fizesse por ele. A professora leva para casa as redações começa a lê-las uma em particular chama sua atenção. Não dando conta de segurar começa a chorar e o marido adentra a sala e pergunta o porquê daquele choro. Então ela entrega o papel ao marido que começa ler aquela redação. O dono da redação um garoto começa a fazer uma oração muito emocionante e preocupada. Ele pede a Deus que o transforme em uma televisão. Já que a mesma ocupa o melhor lugar da casa, todos ficam a sua volta prestando atenção ao que ela fala. Ela sempre tem toda razão. Ninguém a interrompe por nada, o que ela fala deve ser ouvido com atenção e sem nenhuma pergunta para interrupções.

Quando ela não funciona – disse o garoto tem toda atenção. Não importa a hora todos se voltam para saber o que aconteceu. O senhor da casa – o papai quando chega em casa corre para encontra-la. Não importando com o cansaço. A mãe por sua vez sempre dedica seu tempo a ela quando se sente só e aborrecida. O garoto então deseja sê-la para que sua mãe o procure quando estiver chateada ao invés de ignorá-lo como sempre faz.

E os irmãos brigam para estar ao lado da televisão, ele então deseja sê-la para que briguem por sua companhia e não ao contrário como sempre acontece.

A família toda abandona seus afazeres por momentos para dar total atenção a ela (a TV). O garoto então deseja o mesmo. Apenas atenção total para suas palavras, expressões e vontades, mesmo que seja por pouco tempo como é dado a TV. O garoto então conclui que queria poder divertir a todos como a TV o faz. E pede a Deus que o deixe viver com a mesma intensidade que a TV vive em sua casa.

O marido preocupado com o garoto pergunta a esposa quem é aquele pobre rapaz e ela diz com olhos baixos e envergonhados que era do filho deles. O filho que muitas das vezes está ali e eles ainda não prestaram atenção. Afinal já cresceu sabe fazer todas as tarefas da vida sozinho.

Essa é apenas uma história contada em slaids para dar brilho e emoção, mas é muito real em nossas casas. Nós damos muito mais atenção a TV que a nossa família, quando vai passar algo que muito nos interessa chegamos correndo para assistir, quando é um filme ou futebol importante nós brigamos com nossos filhos para que façam silêncio e vão para fora para não nos atrapalhar. Deixar-nos em paz para podermos ficar com a mente livre a TV.

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Enquanto o filme passava no meu computador eu pensava em mim mesma, será que tenho dado mais atenção a TV e sua programação enquanto minha família corre o risco de ser abandonada por momentos que parecem não ser importante. Será que alguém na minha casa está fazendo esta oração para ser algo que tome o seu lugar. Não somente a TV, mas o marido que se dedica mais ao carro que a esposa, ela deseja que ele a toque pelo menos um pouco como faz ao carro, onde passa o domingo todo lustrando, lisando arrumando e nem olha onde ela está.

Esta mensagem tem muito mais a nos ensinar do que imaginamos ao lê-la. Não é deixar a emoção tomar conta e por um dia a desligá-la, você nem sabe o que conversar nos primeiros dias, depois descobre que muita coisa sobre sua família você não sabia. Que as coisas estão acontecendo e você está fora.

Em outros momentos podemos descobrir que a TV tem trago muito mais influência sobre nossa vida que imaginamos que nosso filho brinca de matar como nossos filmes preferidos, que nossa esposa e ou marido tem pensamentos sobre nós como a novela ensina. Que somos péssimos e só os amantes são os melhores. Descobrimos que nossa mente está muito mais contaminada pelo noticiário frio e calculista do que nós conseguimos enxergar. Que nossa dispensa tem tudo que a TV nos ensina comprar, mas nossas emoções estão frias como aquela tela.

Podemos desligá-la por um pouco hoje e prestar atenção em nossa família e enxergar onde precisamos melhorar, o quanto dá para conciliar a TV e a família sem que apenas um saia prejudicado. E não passemos pela vergonha de ver nossos filhos desejar ser um objeto frio para chamar nossa atenção.

Até a próxima...

Texto baseado nos slaids de Luiz Samuel (recebido pela internet)


Publicado por: silvia leticia carrijo de azevedo sá

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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