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A Morte Biológica Destrói a Vida?

Religião

Diferença entre morte biológica e corpo espiritual, o que é EQM, como é o mundo espiritual,...

Vejamos o que é Morte Biológica: fisicamente falando é a falência dos órgãos que animam um ser humano e, quando se dá este esgotamento, ocorre a morte do corpo físico. Nosso corpo espiritual desliga-se do corpo físico ficando então o físico como matéria inerte, decompondo-se com o passar dos dias.

 

No entanto, nosso corpo espiritual continua mais vivo do que nunca, um exemplo interessante é o filme Ghost; Patrick Swayze morre, porém o mesmo continua vivo em um corpo infinitamente mais leve, semi-material e que ninguém pode ver, somente aqueles que já têm esta percepção acentuada.

Há muitos outros filmes como o Sexto Sentido, Minha Vida na outra Vida, são histórias que nos comprovam que a chamada morte do corpo físico nada tem a ver com o final de nossa existência e, sim, com o término de um estágio voltando para a vida real, a espiritual. E lá, em nossa vida espiritual, voltamos a estudar e a nos preparar para novos estágios, servindo-nos de aprendizados incomensuráveis para que, aos poucos, tenhamos a oportunidade de conquistar a evolução do nosso ser, da nossa essência.

Muitos se amedrontam com pensamentos aterrorizadores sobre a morte, imaginam ser o fim, e pensam que tudo o que conseguiram construir com muito esforço e dedicação se perde.

Estes pensamentos terríveis são interpretações equivocadas que advém de nossos primórdios por acreditarem que assim fosse, arrastando-nos para o mesmo caminho, o da ignorância espiritual.

Pensar que um dia deixaremos de ser, nada tem de realidade, uma vez que a morte do corpo físico nada tem a ver com o fim de tudo, muito pelo contrário é o recomeço, é uma velha nova vida, a volta ao lar.

Fomos criados por Deus a sua semelhança, para tanto, somos espíritos eternos vivendo várias vidas, em diversos estágios carnais, isto se deve a uma preparação de Deus para conseguirmos atingir a perfeição. Quando não precisarmos mais passar por estas tormentas, trabalharemos para o bem ajudando aqueles que ainda dormem nessa infeliz ignorância.

Passamos por estas várias experiências de vida justamente para aprendermos o que é certo e devido perante Deus, o bem e o amor, despojando nossos erros e neuras. Enfim, estas existências servem para nos lapidar, assim como uma pedra preciosa que ainda em estado rudimentar esconde sua beleza e, até que não aceite as duras marteladas, não se lapidará exteriorizando sua beleza.

É por isso que de tempos em tempos passamos por vivências físicas para que em matéria possamos vivenciar e comprovar os estudos adquiridos pelo nosso ser, quando em vida espiritual. E assim retornamos várias vezes para a escola terrena, e a cada estágio construímos novos patamares de elevação. Vivemos várias vidas e em cada uma delas temos um novo corpo carnal programado pelos coordenadores espirituais para a experiência, devidamente relacionada ao estágio e à experiência a ser adquirida, mas a nossa alma é sempre a mesma adquirindo aperfeiçoamento.

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Nesses estágios, às vezes estamos como ricos, outras vezes, pobres, bonitos, feios, inteligentes, ignorantes... ou seja, a cada necessidade é projetada a situação pertinente. Isto acontece para que o ser possa sentir na pele a necessidade do espírito, do nosso “eu” para crescer. Quando aprendemos cada nuance dos problemas passamos a respeitar mais o outro, justamente por conseguirmos nos colocar no lugar do mesmo. Há um policiamento de nós mesmos com relação a analises, criticas, verbalizações, pensamentos, enfim, aproximamo-nos do equilíbrio, passando a compreender e aceitar claramente qualquer situação.

Existem inúmeros casos de experiência de EQM (Experiência de Quase Morte) comprovando que o ser quando fica parcialmente desligado do corpo físico, devido a algum problema patológico e, ao retornar, traz consigo toda lembrança vivenciada e adquirida, a conscientização do real, do transcendental. Seu protetor espiritual leva-o a conhecer e a entender a importância de estarmos inseridos neste estágio e seus porquês, fazendo-nos entender como é importante produzirmos o nosso melhor.

Jamais pensemos que se terminarmos com nossas vidas, nossos problemas se acabarão, muito pelo contrário, pois, será o firmar da dor e tempo levará para refazermo-nos dos débitos perante Deus e a nossa consciência.

Devemos, sem demora, começar a perceber que o mundo espiritual existe e é o que nos dá forças para acreditar e fazer tudo certo com inteligência e sabedoria, contraindo somente felicidade não só para o presente, mas, por toda eternidade.

Quando estivermos do outro lado, no mundo espiritual, encontraremos e ficaremos com quem realmente amamos e queremos,

principalmente se formos espíritos mais conscientes de nossos deveres, haverá muita alegria e realização.

Saibamos que somente conseguimos levar conosco os bens imateriais que adquirirmos em nossa caminhada: o bem que fizemos ao próximo, o amor que conseguimos distribuir, a caridade praticada... E por justiça divina seremos os beneficiados, mas, o contrário também é certo. Se assim for receberemos de volta todas as merecidas corrigendas da vida. E, por quantos estágios forem necessários, sentiremos na pele toda a problemática de não termos dado o devido valor ao que realmente importava para nosso crescimento como seres eternos e não efêmeros.

Acreditemos na eternidade da alma, em nossa vida real, na realidade dos fatos. Para isso devemos procurar, assim encontraremos as devidas respostas e comprovações nos estudos, pesquisas, em nosso dia-a-dia...

A vida é simplesmente Maravilhosa, todavia, para que sintamos toda esta satisfação temos que saber aproveitá-la na íntegra. Há quem olhe um copo de água pela metade e diga: “Puxa! Está quase vazio”! Em compensação o outro com uma visão mais correta diz: “Que legal! Esta quase cheio”!

Nunca deixaremos de existir, somente de sofrer, entretanto, depende de nós!

No amor e na luz
Leontina Rita Acorinti Trentin
www.institutoatlantida.com.br


Publicado por: Leontina Rita Aocrinte trentin

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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