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A Qualidade na Educação: Em busca de uma nova proposta

Educação

A escola vista como um espaço de criação e construção do ser humano.

Pensar em qualidade na educação nos remete ao sinônimo de excelência, a escola atual deve passar por mudanças profundas, pois os cenários que encontramos hoje é bem diferente dos tempos atrás. Os cenários atuais são marcados pela tecnologia, ciências e informática, não podemos negar estes fatores que interferem na educação atual, a escola deve ser um espaço de criação para seus alunos, um ambiente onde a aprendizagem concretize-se para uma sociedade fortalecida e culta.

O aprendizado da convivência coletiva

Em primeiro instante cada um de nós deve aprender a ser, ver-se de como uma pessoa repleta de qualidades e capacidades para superar desafios e relacionar-se. Segundo a Unesco, sob a presidência de Jacques Delors, no século 21, foram criados quatro princípios para o processo de aprendizagem melhorar: Aprender a conhecer, Aprender a fazer, Aprender a conviver e Aprender a ser, se estes estiverem unidos no trabalho pedagógico do professor, escola com certeza terá uma educação, onde o aprendizado seja efetivado com eficiência e prazer por todos.

O aprendizado no sentido de respeito à pessoa humana

Saber científico deve ser aliado ao senso humano, ter cada ser como uma fonte de condições hereditárias, genéticas e com o essencial respeito a todos para ser uma via de mão dupla nas relações.

O aprendizado como expressão da criticidade, co- responsabilidade ético- política

Ter como resultado da aprendizagem um ser com visão de mundo, pois segundo Freire niguém nasce feito é experimentando-nos no mundo que nos fazemos. Com incentivo a discussão de temas atuais, direito a livre manifestação e ao respeito à opinião alheia nos tornamos mais fraternos e humanos afim deste processo iniciar e for mediado na escola, para uma outra dimensão a nossa vida.

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A garantia desta melhoria na qualidade da educação deve ser realizada em todos os níveis da esfera, municipal, estadual e nacional. Ninguém mais quer um país com uma taxa tão baixa de escolaridade: nossos alunos ficam, em média, apenas 4,9 anos na escola, contra 12 nos estados Unidos, 11 na Coréia do Sul e oito na Argentina. E, o que é pior, não aprendem as competências básicas. Pesquisa nacional conduzida pelo Instituto Paulo Montenegro mostra que 74% dos brasileiros são analfabetos funcionais, ou seja, não conseguem ler esta reportagem (na verdade, não compreendem nada mais complexo que um bilhete). É espantador, mas é verdade. De cada quatro pessoas, só uma é capaz de entender o que está escrito em qualquer texto minimamente complexo. E o mesmo ocorre com habilidades matemáticas, como as quatro operações. Até algumas décadas atrás, esses dados tinham relativamente pouca relevância, o Brasil investe 4,3% de PIB em educação, o ideal seria 7%.

É através da construção e desenvolvimento participativo de toda a escola que se constrói um espaço forte e democrático para vencer as suas questões críticas bem como a aplicação de toda a proposta de qualidade.


Publicado por: KARINE DE OLIVEIRA LUNARDI

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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