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População do Centro-Oeste é a que mais cresce no Brasil

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor . Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: https://www.brasilescola.com.

O Brasil é um país de dimensões continentais, com uma diversidade impressionante em termos de cultura, economia e população. Cada região possui suas particularidades e contribui de maneira única para o desenvolvimento do país. Nos últimos anos, temos observado um fenômeno interessante: o Centro-Oeste passou a ser a região com a maior taxa de crescimento populacional.

O Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgou os resultados no Censo Demográfico 2022. Segundo o censo, o Brasil tem 203.062.512 de habitantes, um crescimento populacional de 6,45% desde a edição anterior da pesquisa, em 2010.

Com 84,8 milhões de habitantes, a Região Sudeste se manteve como a mais populosa. O total de habitantes equivale a 41,8% da população do país. Na sequência estão o Nordeste (26,9%), Sul (14,7%) e o Norte (8,5%). A região menos populosa é o Centro-Oeste, com 16,3 milhões de habitantes ou 8,02% da população do país.

Crescimento anual entre regiões entre 2010 e 2022 (ordem decrescente): Centro-Oeste: 1,23%, Norte: 0,75%, Sul: 0,74%, Sudeste: 0,45% e Nordeste: 0,24%.

Entre os estados e o Distrito Federal, a população da Região Centro-Oeste do Brasil se divide em 7,05 milhões em Goiás (6 milhões em 2010); 3,65 milhões em Mato Grosso (3,03 milhões em 2010); 2,81 milhões no Distrito Federal (2,57 milhões em 2010) e 2,75 milhões em Mato Grosso do Sul (2,44 milhões em 2010).

Esse crescimento é resultado de diversos fatores, como o aumento da migração interna, a expansão de atividades econômicas e a melhoria dos indicadores sociais. A região, composta pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, tem se destacado como um polo de oportunidades e atrai cada vez mais pessoas em busca de uma vida melhor.

Uma das principais razões para esse crescimento é o agronegócio. O Centro-Oeste é uma das principais regiões produtoras de grãos e carne do país, o que gera empregos e impulsiona a economia local. Além disso, a região possui uma localização estratégica, facilitando o escoamento da produção para outras regiões do país e para o exterior.

Outro fator importante é a infraestrutura. Nos últimos anos, o governo tem investido na construção de rodovias, ferrovias e portos, o que facilita o transporte de mercadorias e impulsiona o desenvolvimento da região. Além disso, o Centro-Oeste conta com a presença de grandes centros urbanos, que oferecem uma ampla gama de serviços e oportunidades de trabalho.

Além do agronegócio, outros setores também têm contribuído para o crescimento populacional do Centro-Oeste. A região tem se destacado na área de tecnologia, com a presença de polos de inovação e startups. Além disso, o turismo tem ganhado cada vez mais espaço, com destinos como o Pantanal e a Chapada dos Guimarães atraindo visitantes de todo o país e do exterior.

Esse crescimento populacional traz desafios e oportunidades para a região. Por um lado, é necessário investir em infraestrutura, saúde e educação para garantir uma qualidade de vida adequada para a população. Por outro lado, o crescimento econômico traz consigo a geração de empregos e o aumento da renda, o que pode melhorar as condições de vida da população local.

Em resumo, o Centro-Oeste tem se destacado como a região com a maior taxa de crescimento populacional no Brasil. Esse crescimento é resultado do desenvolvimento do agronegócio, da infraestrutura e de outros setores econômicos. É importante que o governo e a sociedade estejam preparados para lidar com os desafios e aproveitar as oportunidades que esse crescimento traz.

Notas e Referências

BRASIL. Censo 2022 IBGE. Disponível em: . Acesso em: 28 de jul. de 2023.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: . Acesso em: 28 de jul. de 2023.

Por Benigno Núñez Novo, Maria do Socorro Freitas de Brito e Mamadú Saido Djaló


Publicado por: Benigno Núñez Novo

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