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O concílio Vaticano II face a História da Igreja

Religião

O Concílio Vaticano II reafirmou várias verdades eclesiológicas, sendo os seus juízos registrados na constituição dogmática "Lumen Gentium".

Introdução

A história evidencia a Igreja como realidade divino-humana. Animada e vivificada pela promessa da presença de Cristo em seus sacramentos, pregação e organização, ela é a instituição que dura no tempo. Assim a história reconhece nela a ação divina que a conduz e lhe dá orientação.

O Concílio Vaticano II, refletindo sobre a constituição e a natureza da Igreja, reafirmou várias verdades eclesiológicas, sendo os seus juízos registrados na constituição dogmática "Lumen Gentium". Nela, a Igreja volta seu olhar sobre si para buscar sua própria identidade a partir do retorno às fontes bíblicas e patrísticas.

A partir de então, a Igreja passou a ser vista não apenas como uma instituição hierarquizada, mas também como uma comunidade de cristãos espalhados por todo o mundo e constituintes do Corpo Místico de Cristo.

O Espírito de Deus nos convoca à missão cristã para seguirmos seu amado Filho, Jesus. Além de ser um mandato para cumprir uma tarefa do próprio Cristo ressuscitado, é sempre um novo jeito de encarnar a palavra viva de Deus nos caminhos da história. Missão esta, que todo cristão deve assumir de maneira vigorosa e audaz, como tarefa permanente e cheia de alegria cristã, que se faça ação e coração transformando-a em ministério no mundo e em prol do mundo, em oração e ação de graças.

O Concilio Vaticano II

O Concílio Vaticano II foi a tentativa por parte da Igreja, de adaptar aos tempos de hoje a mensagem eterna de Cristo: “a mensagem é eterna, mais os tempos mudam”.

Os documentos mais importantes do Concílio Vaticano II são aqueles que versam sobre a autoconsciência da Igreja, sobretudo Lúmen Gentium e a Gaudium et Spes, documentos-chave para a compreensão do Concílio e da vida da Igreja depois dele.

Na Eclesiologia anterior à Lumen Gentium era dominante o modelo de Igreja como sociedade perfeita e se inspirava nos conceitos nominalistas segundo os quais o essencial da sociedade são os poderes que a regem; agora um novo clima espiritual pelos movimentos de renovação litúrgica bíblica e ecumênica faz emergir um novo modelo que responde à questão: “Igreja, que dizes de ti mesma?”.

Com a concepção de Eclesiologia como sociedade perfeita esta era considerada como hierarquiologia. Os padres conciliares no intuito de apagar esta figura e voltar às origens da Igreja, às fontes bíblicas e patrísticas assim como aos grandes teólogos do século XIII escolhem o tema Povo de Deus o qual expressa justamente essa volta às origens.

A Lumen Gentium é uma constituição dogmática que procura compreender a Igreja, seguidora de Cristo, “Luz dos Povos, na perspectiva de seu interior, de sua natureza organização e função. Por isso é o documento responsável pela renovação da Igreja, sobretudo, mediante dois aspectos que se unem: a compreensão da Igreja como povo de Deus e a valorização das Igrejas particulares.

O concílio responde à questão não com uma definição, mas com uma pluralidade de imagens de Igreja, complementares (LG 6), que na “inadequação radical” da linguagem, servem para dizer o “mistério” da Igreja. Esta existe em formas históricas, suas expressões parciais, que, numa dialética de complementaridade, se abrem para outras formulações do mistério, “realidade cheia da presença divina e sempre capaz de novas investigações” (Paulo VI). Ela apresenta uma dualidade de aspectos aparentemente antagônicos, “o aspecto institucional e o aspecto do Corpo Místico”, ou de paradoxos (Igreja de Deus e Igreja dos homens, visível e invisível, terrestre e escatológica), a considerar “não como duas entidades, mas como uma única realidade complexa, formada pelo duplo elemento humano e divino” (LG 8).

A mudança de imagem da Igreja de sociedade para mistério conduz à sua sacramentalidade como expressão da realidade complexa, constituída pelo elemento humano e divino. Ela é, como sacramento, “sinal e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano” (LG 1) e como seu sinal escatológico “germe e início do Reino” (LG 5).

A Igreja tem sua raiz no mistério da Santíssima Trindade que se concretizou, historicamente, na Criação, na Encarnação e na Redenção. Deus Pai, “ao querer a participação de homens e mulheres na vida divina” (LG 2), envia ao mundo seu Filho e o divino Espírito Santo e com este envio, a “missão de Deus” adquiri densidade, visibilidade e vulnerabilidade novas na história. E com Jesus Cristo surge, para o Pai, um povo unido no amor. “Sua união acontece em função do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (LG 4). Com essa nova visão do mistério da Igreja, o Concílio fornece para a eclesiologia um ponto de vista inovador e propriamente teológico reinserindo a marca trinitária da Igreja na consciência dos fiéis; por isso já nos quatro primeiros números da constituição sobre a Igreja Lumen Gentium, desenvolveu muito explicitamente a relação da Igreja com o Deus Trino.

Deus Trino e Uno motiva seu povo a sair da escravidão. Ele caminha na sua frente ou no seu meio, pelo deserto, e faz alianças com o ele. Esse povo de Deus caminha em peregrinação até que todos os povos, os cristãos e ainda não cristãos, se reúnam felizmente em paz e harmonia, no único povo de Deus para a glória da Santíssima Trindade (LG 69). Com seus dons e talentos, esse povo, na fé, põe-se a serviço da obra comum, o plano de Deus para a felicidade de todos (LG 30).

Os Profetas do Antigo Testamento anunciavam o Reino de Deus como realidade última e definitiva; São João Batista também reunia os homens numa só comunidade que aguardava o termo final da história. Ora Jesus veio justamente, como representante de Deus Pai, para reunir os homens no reino prometido. Este, porém, não é um lugar, um espaço; é Jesus mesmo; é Deus conosco. Observemos que, quando Jesus se aproximava do povo para anunciar-lhe a Boa-Nova, dizia-lhe: Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo (Mc 1,15). Jesus é o Reino que se aproxima; onde Ele está aí está o Reino; o Reino de Deus é a atuação de Deus na história dos homens.

Esse Jesus nunca está só. Ele veio reunir os homens num só povo. Dentre as diversas imagens que designam esse povo rebanho, cidade de Deus, templo de Deus, campo de Deus... -, a preferida é a imagem da família de Deus; nesta os homens são filhos de Deus e Jesus é o Primogênito.

Jesus de Nazaré, o “enviado do Pai” (Jo 17,21), é o primeiro missionário. Ele foi enviado “para anunciar uma boa-nova aos pobres, a libertação aos presos e a recuperação da vista aos cegos” (Lc 4,18). A sua missão é o anúncio e a prática da boa-nova do Reino. Para, depois de sua morte e ressurreição, levar essa missão adiante, convocou o povo da Nova Aliança: “Como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (Jo 17,18). 67. Essa missão de anunciar a boa-nova do Reino é escatológica e histórica. Escatológica porque só será completa no fim dos tempos, e é histórica porque se realiza no aqui e agora dos contextos socioculturais mais diversos.

O Evangelho de Lucas mostra logo no início da vida pública de Jesus o que está em jogo no projeto que Ele anuncia. Esse projeto responde ao antiprojeto, ao reino do pão não partilhado, do poder que não é serviço, do privilégio corporativista e do prestígio do templo (cf. Lc 4,1ss). Diante da tentação real de reformar o mundo com as elites do mundo econômico e político-religioso, representado pelo jovem rico (cf. Mt 19,16ss) e o doutor da lei (cf. Lc 10,25ss), Jesus propõe – também nos discursos das Bem-Aventuranças (Mt 5) e do Último Juízo (Mt 25) – a transformação do mundo com novos atores. Os novos “agentes do Reino” são os pobres, os outros e os que sofrem. Eles não são apenas os destinatários do projeto de Deus. São também seus protagonistas e, ao mesmo tempo, os representantes de Deus no mundo. São eleitos de todos os povos; são o Povo da Nova Aliança, são o Povo de Deus.

A “história” que Lucas escreve não é uma obra acadêmica como fazem os historiadores de hoje, e sim, uma “história” escrita em perspectiva profundamente teológica na qual organiza os dados de maneira a transmitir a imagem de Cristo e da primeira Igreja que só a fé pode conceber. Demonstra o mistério da Igreja, que é a continuação da assembléia do povo do Antigo Testamento, disperso nos tempos de Cristo e convocado para constituir novo povo, baseado não sobre a pertença a uma raça, mas sim sobre a pertença a Jesus Cristo, que é o Reino de Deus iniciado; tal pertença implica nova Aliança firmada no sacrifício de Cristo, que pão e vinho sacramentais perpetuam sobre os altares.

Assim São Lucas, de certo modo, antecipou as questões que se colocariam posteriormente sobre a origem e a natureza da Igreja, e forneceu a chave para resolver os problemas eclesiológicos de nossos tempos.

O capítulo II da Lumen Gentium apresenta um texto relevante sobre o povo de Deus. O mais importante está no nº 9; “Foi Cristo quem instituiu esta nova aliança, isto é, o novo testamento em seu sangue (ICor 11,25), chamando de entre judeus e gentios um povo, que junto crescesse para a unidade, não segundo a carne, mas no Espírito, e fosse o novo povo de Deus...Este povo messiânico tem por cabeça Cristo..., Tem por condição a dignidade e a liberdade dos filhos de Deus...Sua lei é o mandamento novo de amar como o próprio Cristo nos amou (cf. Jo 13,34). Sua meta é o próprio Reino de Deus na terra...Assim esse povo por vezes apareça como um pequeno rebanho, é contudo, para todo o gênero humano, germe firmíssimo de unidade, esperança e salvação...entra na história dos homens, enquanto simultaneamente transcende os tempos e os limites dos povos”.

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O Concílio Vaticano II retoma essa perspectiva bíblica ao descrever a Igreja como “Povo de Deus” (LG, cap. 2). A partir da noção “Igreja Povo de Deus” podem ser ressaltadas algumas inspirações profundas para o trabalho missionário:

A fidelidade de Deus está configurada pelo cumprimento de sua promessa, desde a primeira Aliança com Noé. Deus não rompeu definitivamente com Israel; não rompeu a sua Aliança, mas a renovou através da Nova Aliança que já foi anunciada pelos profetas (cf. LG 9ª).

O Povo de Deus lembra continuidade e ruptura da história de salvação entre Antiga e Nova Aliança, entre reciprocidade e gratuidade, entre o Antigo e o Novo Israel: “Como o Israel segundo a carne, que peregrinava no deserto, já é chamado Igreja de Deus (2 Esd 13,1; cf. Nm 20,4; Dt 23,1ss), assim o Novo Israel que, caminhando no presente tempo, busca a futura cidade perene (cf. Hb 13,14), também é chamado Igreja de Cristo (cf. Mt 16,18)”.

Encaminhamentos do Concilio Vaticano II

Dirigiu-se, originalmente, “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10,6), onde enxertou nações novas. O judeu Jesus de Nazaré será o juiz de todo o anti-semitismo praticado no decorrer da história, mas ele será também o juiz de todas as continuidades desnecessárias através da imposição de fardos dispensáveis (cf. At 15,22-29).

A unicidade, igualdade essencial e organicidade do Povo de Deus, não é rompida pela “hierarquia” constituída por um determinado grupo de pessoas. A “Igreja Povo de Deus” é a Igreja de todos os batizados que fazem parte do sacerdócio comum (cf. LG 10). Os serviços e ministérios emergem no interior do Povo de Deus e não fora dele. São dons e tarefas através dos quais os membros do Povo de Deus prestam louvor a Deus criador e serviços à humanidade necessitada.

A especificidade da vocação e da missão distingue o Povo de Deus de outros povos étnicos ou políticos. Desses é convocado por Jesus Cristo, o “mediador da nova aliança” (Hb 12,24). O Novo Israel é o povo da Nova Aliança, é “Igreja Povo de Deus”. A especificidade e identidade não separam a “Igreja Povo de Deus” do mundo. Pelo contrário, insere a Igreja no mundo com mais força, onde presta serviços, sem identificação e sem separação.

A Igreja Povo de Deus tem uma missão pública, não privada; uma missão histórica e não atemporal; uma missão profética, a serviço dos pobres; e uma missão escatológica, portanto, nunca acabada, sempre em marcha. O povo de Deus é um povo estruturalmente peregrino. Não se instala no mundo.

A subjetividade, entendida como “ser sujeito coletivamente adulto” na “Igreja Povo de Deus”, emerge como competência e responsabilidade na compreensão, formulação, prática e divulgação da fé por todos os fiéis. É importante sublinhar essa responsabilidade leiga para a ação missionária não só no que se refere à construção de uma sociedade justa (cf. DCE 29), mas também à construção e expressão da verdade interna da fé e à divulgação dessa verdade a partir do “sacerdócio comum dos fiéis” (LG 10, cf. AA), com seu fundamento no batismo. “O conjunto dos fiéis, ungidos que são pela unção do Santo (cf. 1Jo 2,20 e 27), não pode enganar-se no ato de fé” (LG 12). Existe uma responsabilidade colegiada entre todos os batizados que, como sujeitos eclesiais, têm um papel ativo na articulação, no desdobramento concreto e na propagação da fé (cf. LG 17). A missão que visa a povos adultos na fé só faz sentido a partir de fiéis adultos e livres no Espírito.

A gratuidade e os pobres são o vínculo da “Igreja Povo de Deus” com o Espírito Santo. Ele é o protagonista da missão pela diversidade na unidade e pela gratuidade na multiplicidade. O Espírito Santo é Deus no gesto do dom (cf. Santo Agostinho, Trindade V.15.16). Ele é a lembrança viva da fundação da Igreja na festa de pentecostes, da pluralidade dos dons e das línguas na unidade do projeto do Reino; da resistência contra a lógica hegemônica do fazer, do pagar e do consumir (cf. Ef 2,8s). A gratuidade é a condição da não-violência e a possibilidade da paz, no meio de conflitos, martírios, privações e opções.

A gratuidade no Espírito exige da “Igreja Povo de Deus”, a cada dia, a conversão da lógica do mundo à lógica do Reino. A conversão e o perdão são sinais da proximidade do Reino (cf. Mt 3,2). Conversão e perdão são o canto firme da gratuidade. Conversão e perdão, partilha e gratuidade apontam para a possibilidade de um mundo para todos que é possível e já existe.

A possibilidade de um mundo para todos é simbolicamente antecipada na celebração eucarística que lembra do passo decisivo na construção do Reino, que é o passo do privilégio para a partilha. Na lógica do Reino, ao repartir o pão, este é multiplicado, e o outro, o eterno peregrino de Emaús, é reconhecido como Jesus de Nazaré (cf. Lc 24,13ss).

Ao contrário de outros documentos que pensavam a Igreja desde o alto de sua constituição hierárquica, a Lumen Gentium a entende como povo de Deus, herdeira das promessas do antigo Israel e continuadora no Espírito, na missão evangelizadora de Jesus. A Igreja é um povo do qual todos os que crêem fazem parte; destaca-se assim, aquilo que é comum a todos os cristãos pelo batismo e a responsabilidade de todos na vida eclesial.

Como conseqüência, afirma-se o valor das Igrejas locais, já que nelas se realiza tudo aquilo que define a natureza da Igreja: a proclamação da Palavra, a celebração da eucaristia (e dos sacramentos) e a prática da fraternidade. Disso resulta que a Igreja local unida a seu bispo, é autenticamente Igreja de Jesus Cristo, sem nada que lhe falte, e por isso pode responsabilizar-se pelo trabalho de evangelização.

Desses aspectos decorrem importantes conseqüências, tais como o protagonismo dos leigos, a colegialidade episcopal, a eclesiologia de comunhão e outras tantas que transformaram a Igreja, em seu interior nos últimos 40 anos.

A Igreja é divina porque é de Deus, mas é também humana, porque formada por nós homens, que com nossas virtudes temos nossos pecados. Por isso ela precisa estar em contínua conversão para a fraternidade, a união, o serviço, a glorificação do Pai, a realização de Sua vontade, o seguimento de Jesus e o compromisso com a construção do Reino de Deus.

Hoje são as comunidades cristãs as continuadoras da missão de Jesus. São elas que devem levar a todos a mensagem e o gesto de salvação d’Ele. Há muito sofrimento na sociedade violenta e corruptiva. É preciso fazer algo para diminuir a dor de tantos que vivem em nossa volta e à margem do corpo social. A Igreja não é obrigada a resolver todos os problemas que afligem o cotidiano das pessoas, mas tem a obrigação de se pronunciar quando a dignidade da vida humana está em jogo.

As pastorais das comunidades podem ser sinal de compromisso evangélico. Elas devem dar respostas aos anseios do povo por vida mais digna, estando presente junto aos doente, aos soropositivos, as prostitutas, aos dependentes químicos, aos moradores de rua, aos idosos...Somente uma comunidade solidária e comprometida com a realidade do mundo contemporâneo pode dizer-se cristã.

Os tempos mudam e se renovam. Novas linguagens e novos valores culturais despontam com o passar dos tempos. A Igreja precisa integrar-se nos novos caminhos da humanidade, caso contrário permanecerá como um gueto nos porões da sociedade.

Considerações Finais

Na estrutura orgânica da Igreja todos os batizados têm a mesma vocação fundamental à santidade e são associados à mesma missão de tudo fazer para a felicidade de todas as pessoas, especialmente as mais pobres e necessitadas.

A Lumem Gentium fala de pessoas divinas e pessoas humanas participantes da unidade da Trindade. A Igreja é ensaio, aprendizagem para a comunhão que Deus é e oferece, e para quem todos os homens peregrinam. A comunhão, de que a Igreja é sinal, está sempre para além da imagem que ela dá ao mundo, mas nela se participa na comunhão com Deus. Pertence à Igreja a tensão, escatológica, a conversão permanente, que a faz peregrinar sempre à procura de si, do mistério que lhe está na origem; nesta condição peregrina caminha com os homens, que procuram a Verdade. Então, a questão inicial “Igreja, que dizes de Ti?” pode tornar-se questão “Igreja, que dizes do homem e ao homem?”.

Este é provavelmente o documento mais importante do Concílio Vaticano II, pois fez a Igreja refletir sobre a sua essência, sobre a sua origem e constituição interna. A sua redescoberta como mistério marca este retorno às origens, ao mesmo tempo em que se abre a todas as novidades trazidas pelos novos tempos.

Considerações Finais

A Igreja, num processo iniciado pelo Concílio e jamais conclusivo deverá ser sempre mais, sinal da “união com Deus e da unidade do gênero humano”. Desta unidade, a Igreja é testemunha, que torna presente (visível) o Ausente (invisível).

Referencias

BRIGHENTI, Agenor. A Igreja do Futuro e o Futuro da Igreja: perspectiva para a evangelização na aurora do terceiro milênio. São Paulo: Paulus, 2001.

COMBLIN, José. O Povo de Deus. São Paulo: Paulus, 2002.

FUITEM, Frei Diogo Luiz. Dom Helder Câmara, cem anos de nascimento O Mensageiro de Santo Antônio. Revista periódica da Associação Antoniana dos Frades Menores Conventuais.  Santo André, Ano LII-nº1. Jan. e Fev./2009

BETTENCOURT, Dom Estevão. Igreja: sua origem e sua natureza. Um pouco de história recente, 26/06/2010. Disponível em:

http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=4575. Acesso em: 15 de Out. 2010.

SANTOS, M. M. Costa. A Eclesiologia do Concílio Vaticano II 12/06/2002. Disponível em:

<http://www.paroquias.org/noticias.php?n=2193 >. Acesso em 21 de Out. 2010.

ZANON, Ir. Darlei. Lumen Gentium. Um novo modo de ser Igreja. 17/03/2009. Disponível em:http://www.abcdacatequese.com/evangelizacao/catequese/260-lumen-gentium. Acesso em 24 de Out. 2010.


Publicado por: Robson Stigar

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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