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Resenha do Capitulo 10 (Preconceito) do livro Psicologia Social -Princípio Temas e Vertentes – Cláudio Vaz Torres & Elaine Rabelo Neiva e cols

Psicologia

Veja a Resenha do Capitulo 10 (Preconceito) do livro Psicologia Social -Princípio Temas e Vertentes – Cláudio Vaz Torres & Elaine Rabelo Neiva e cols.

Resumo 

– Este capitulo trata-se do Preconceito, Estereotipo e discriminação – Amália Raquel Pérez-Nebra & Jaqueline Gomes de Jesus . O preconceito é o ato de ter uma opinião contrária sobre determinado assunto sem antes conhecê-lo. A grande razão para ocorrer o preconceito, é que existem pessoas que se julgam superiores as outras, não usam o bom senso e resumem que a sua opinião será sempre a mais importante.

Texto

È difícil falar em preconceito no Brasil que é uma sociedade formada por varias raças e miscigenações. No dia a dia do Brasil não se conhece o preconceito este assunto é desviado nas casas, escolas e mais diversos ambientes sociais. Ele aparece em manifestações sutis tão aceitas que não paramos para refletir sobre o tema. (Fiske e Taylor,2008).

Os pensamentos negativos levam a uma comportamento predisposto de esquivamento. Desta forma pode se entender o preconceito como uma atitude negativa que o individuo está predisposto a sentir em relação a determinado grupo, objeto, etc.

Segundo Allport(1954) o preconceito é o resultado das frustrações das pessoas, que em determinadas circunstâncias podem se transformar em raiva e hostilidade. As pessoas que se sentem exploradas e oprimidas freqüentemente não podem manifestar sua raiva contra um alvo identificável ou adequado; assim, deslocam sua hostilidade para aqueles que estão ainda mais “baixo”na escala social. O resultado é o preconceito e a discriminação.

Já, para Adorno(1950) a fonte do preconceito é uma personalidade autoritária ou intolerante. Pessoas autoritárias tendem a ser rigidamente convencionais. Partidárias do seguimento às normas e do respeito à tradição, elas são hostis com aqueles que desafiam as regras sociais. Respeitam a autoridade e submetem-se a ela, bem como se preocupam com o poder da resistência. Ao olhar para o mundo através de uma lente de categorias rígidas, elas não acreditam na natureza humana, temendo e rejeitando todos os grupos sociais aos quais não pertencem, assim, como suspeitam deles. O preconceito é uma manifestação de sua desconfiança e suspeita.

Todavia a discriminação são situações estereotipada nas organizações por meio de opressão social. Estas atitudes organizacionais são punidas por ações judiciais restringindo assim de forma concreta tais ações. No entanto para que estas atitudes sejam de fato extirpadas a necessidade de uma mudança interna no individuo que com suas ações muda um grupo maior.

Há inúmeros tipos de preconceitos veremos alguns:

- Preconceito a cor, denominado racismo no Brasil surgiu com a escravidão.
- Preconceito contra as louras – sendo consideradas burras.
- Preconceito a outra religião – hoje em dia o maior desses preconceitos encontram –se no Oriente Médio.
- Preconceito contra as mulheres – é denominado machismo que existe em relação as mulheres trabalharem fora, não só mais no lar.

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- Preconceito contra a classe social – discriminação as pessoais de baixa classe social.
- Preconceito contra outras pessoas de outra orientação sexual – homossexuais e bissexuais , muitos são agredidos de forma verbal e até física.
- Preconceito contra outra nacionalidade ou regional – em relação a inflexibilidade da raça exemplo os norte americanos; por características regionais diferentes exemplos Carioca x Paulista; Curitiba X Rio Grande do Sul , etc.

Há também fontes cognitivas de preconceito. Os seres humanos são “avarentos cognitivos” que tentam simplificar e organizar seu pensamento social o máximo possível. A simplificação exagerada leva a pensamentos equivocados, estereotipados, preconceito e discriminação. A pressão de uma grupo social pode evidenciar o preceito nas atitudes do indivíduo.

Sendo assim as convivências comunitárias e outras situações provocadas por acaso como: acidentes, transfusão de sangue, doações de órgãos, etc. poderão vir a diminuir ou extirpar o preconceito.

Como se definir o estereotipo, ele é um conjunto de características presumidamente partilhadas por todos os membros de uma categoria social. É um esquema simplista mas mantido de maneira muito intensa e que não se baseia necessariamente em muita experiência direta. Pode envolver praticamente qualquer aspecto distintivo de uma pessoa – idade, raça, sexo, profissão, local de residência ou grupo ao qual é associada.

Quando nossa primeira impressão sobre uma pessoa é orientada por um estereótipo, tendemos a deduzir coisas sobre a pessoa de maneira seletiva ou imprecisa, perpetuando, assim, nosso estereótipo inicial.

Para Rodrigues(1996) afirma que os estereotipo se apresentam como preditores de comportamentos, ao ponto que o conhecimento a respeito do estereotipo das pessoas permite a formulação da probabilidade acerca de certos comportamentos. Participam também, de forma essencial, na formação da auto imagem das pessoas. O estereotipo reduz a necessidade de atenção e processamento de informação do indivíduo. Organiza a maneira que devemos interagir com determinados grupos( Smith e Bond, 1999).

Conclusão

O preconceito como vimos pode ser passado de geração a geração sem ter uma motivo lógico racional para a sua existência. Sendo assim o preconceito é algo preconcebido em relação a determinados grupos sociais. O Brasil por ser uma pais que acolhe a todos tornasse muito difícil que as pessoa admitam terem preconceito devido que tal fato é considerado repugnante de forma geral. A possibilidade de redução do preconceito e da discriminação encontram –se na mudança de atitudes quando nos propomos a saber de forma real as características históricas dos outros grupos.

Referencia Bibliográfica

Capitulo 10 do livro Psicologia Social -Princípio Temas e Vertentes – Cláudio Vaz Torres & Elaine Rabelo Neiva e cols.( Amália Raquel Pérez-Nebra & Jaqueline Gomes de Jesus);

https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/atitude-preconceito-estereotipo.htm;


Publicado por: ROSANE BATISTA DA SILVA

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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