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O USO DO PROJETOR MULTIMÍDIA ALIADO AO NOTEBOOK Para o processo de ensino-aprendizagem da música através do Recurso Educacional Aberto (REA): Zorelha

Educação

Contribuição empírica da utilização do projetor multimídia aliado ao notebook na sala de vídeo e o uso interdisciplinar da música pelos professores com essa tecnologia.

RESUMO

Essa contribuição empírica visa utilizar o projetor multimídia aliado ao notebook na Sala de Vídeo para o ensino da música, como ferramentas tecnológicas de apoio ao processo de ensino-aprendizagem de crianças do Ensino Fundamental da rede pública, através do Recurso Educacional Aberto (REA) denominado Zorelha. É interessante explicitar, seja, pela ausência estrutural da sala de informática em grande parte das escolas públicas brasileiras, ou pela falta de manutenção dos computadores neste contexto, o que inviabiliza o uso interdisciplinar da música pelos professores com essa tecnologia em questão, é possível interagir neste processo ensino-aprendizagem através de um notebook e o projetor multimídia a toda turma, de maneira lúdica, mediante a incorporação escolar desse objeto de aprendizagem, acima supracitado. Sendo assim, o objetivo será estimular a aprendizagem e a compreensão sonora dos instrumentos musicais, conhecer diversos instrumentos e, ao reuni-los, evidenciar a formação de ritmos, como linguagem musical.

PALAVRAS-CHAVE: Notebook. Projetor Multimídia. Ferramentas tecnológicas de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Recursos Educacionais Abertos. Zorelha.

INTRODUÇÃO

Para essa colaboração empírica buscou-se a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Leão Novaes, localizada no município de Peruíbe-SP na expectativa de considerar o computador no contexto escolar como uma ferramenta tecnológica de apoio ao processo de ensino e aprendizagem. A delimitação do problema veio com a inserção da pesquisadora na Escola EMEF Leão Novaes, e o problema em análise foi compartilhado com profissionais que atuam neste âmbito. Autorizada a investigação para esta análise pela diretora da Unidade Escolar e pelo coordenador, em comum acordo com a professora da turma, combinou-se a primeira visita à Escola EMEF Leão Novaes para o dia 24 de abril de 2019, no período da tarde, com a finalidade de me reunir com os alunos do 5º ano e levá-los a condução de um questionário sobre o uso do computador e a sala de informática (preexistente na Escola) como espaço de possibilidades para trabalhar o uso das tecnologias em apoio ao processo de ensino e aprendizagem, em especial ao ensino da música: pela percepção fundamental e necessária ao processo de construção do conhecimento musical e sua relevância, tornando-a uma competência interdisciplinar nas instituições escolares de ensino fundamental. Sendo assim, partiu-se do pressuposto de que “é melhor aprender, construir ou adquirir novos conhecimentos se for através do prazer, da estimulação e da vivência” (LOUREIRO, 2001), por meio de um jogo computadorizado – recurso educacional aberto (REA) – denominado Zorelha. Para isso, foram realizados dois questionários com os estudantes, onde se pontuou o uso do computador para aprendizagem de ritmos musicais e timbres de instrumentos e para revelar os conhecimentos anteriores dos alunos com os computadores e a internet; o que ambos ajudariam para a formação individual e o aprendizado das aulas. E mais um questionário destinados aos professores para diagnóstico da problemática: computador versus ensino da música neste contexto escolar. A princípio, a tecnologia em questão era utilizar a Sala de Informática, mas, após concluir os questionários fui alertada pelos alunos e ratificada a informação pelo coordenador desta Unidade Escolar que a Sala de Informática está inativa devido à falta de manutenção dos computadores, que outrora a direção já havia solicitado a troca dos equipamentos danificados junto ao Departamento da prefeitura de Peruíbe-SP. Neste primeiro momento, fiz uma roda de conversa com os estudantes para conhecer suas opiniões sobre o uso do computador para a aprendizagem e jogos educativos, que diversos usos eles faziam dessa tecnologia e se tinham acesso aos computadores em diferentes cenários. Foi possível ainda, a realização de duas atividades enfatizando sons corporais mediante uma brincadeira folclórica, conhecida como: “slep canadense” e outra, para identificar o conhecimento prévio deles sobre instrumentos musicais, timbres e ritmos. Para o desenvolvimento da primeira   atividade, contamos com o vídeo introdutório: BRINCADEIRAS que estimulam o   raciocínio lógico – Caminho TV, 2016, disponibilizado pelo Youtube  (< https://www.youtube.com/watch?v=nhA0lflAq2U>). Todavia, essa colaboração foi possível devido o download deste ao pendrive para disponibilizá-lo aos alunos através da sala de vídeo, no auxílio do projetor multimídia (data show) e do notebook da escola. A partir desta conjuntura, descobriu-se o problema: durante o primeiro encontro com a turma do 5°ano observou-se após analisar os questionários, que era possível e acessível a intenção de aliar o uso do computador (notebook) e o projeto multimídia (data show) no ensino e aprendizagem da música, através de atividades lúdicas, vídeos e jogos educativos neste ambiente escolar. Essa experiência me auxiliou, até a conclusão dessa investigação, a construir um conhecimento teórico e prático mais sólido sobre como a realidade escolar neste contexto, permitindo a problemática ser investigada e quais ações didáticas e pedagógicas podem ser aprimoradas para a melhoria da qualidade da educação pública para o Ensino Fundamental. Sendo assim, como tema: o uso da tecnologia como apoio ao processo de ensino-aprendizagem, enfatizarei o uso do projetor multimídia aliado ao notebook na Sala de Vídeo para o ensino da música através do Recurso Educacional Aberto (REA) denominado Zorelha.

Problema

Os problemas de investigação encontrados foram o presente estado da Sala de Informática da EMEF Leão Novaes, que embora possuísse computadores, todos evidenciavam mau funcionamento. Por esse motivo, todos os professores entrevistados disseram não fazer uso de computador em suas disciplinas, devido ao precário estado dessa tecnologia na Escola. O outro problema em questão foi a ausente presença do ensino-aprendizagem da música no currículo do Ensino Fundamental neste âmbito, ainda como competência interdisciplinar, ratificado por professores e pelo envolvimento e motivação dos alunos, observados em roda de conversa e às respostas dos questionários.

Apoio teórico

A bibliografia teórica fundamental vincula-se às obras de Vygostsky: Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem, no capítulo Aprendizagem e Desenvolvimento Intelectual na Idade Escolar e às contribuições de Piaget a essa práxis. Vygotsky defende que a aprendizagem da criança é alicerçada a partir de novos conteúdos apresentados.

Cada aquisição específica, cada forma particular de desenvolvimento, aumenta direta e uniformemente as capacidades gerais. O docente deve pensar e agir na base da teoria de que o espírito é um conjunto de capacidades – capacidade de atenção, memória, raciocínio, etc. – e que cada melhoramento de qualquer dessas capacidades significa o melhoramento de todas as capacidades em geral (VYGOTSKY 1994, p. 107).

Vygotsky discorre ainda que o encargo do professor consiste em desenvolver não apenas uma única capacidade de pensar, entretanto, muitas capacidades específicas de pensar em campos diferentes; não somente em reforçar a capacidade geral das crianças de prestar atenção, mas em desenvolver distintas faculdades de concentrar a atenção sobre diferentes conteúdos.

Os períodos de desenvolvimento são consolidados a partir de estímulos, orientações e sugestões, para propiciar os esquemas cognitivos do período em questão, o período operatório concreto. Segundo Piaget, essa fase possibilita à criança vivenciar o processo de assimilação, que ainda, depende de dados empíricos. Esses dados devem ser acessíveis, testado em algum momento anterior, possibilitando a formação de esquemas representativos. Como objeto relacionado a essa contribuição, abordaremos um jogo educativo musical.

As crianças abrem as portas para o mundo exterior, através do ato de experimentar. No cotidiano, a partir de situações diversas, elas adquirem em consequência, mais conhecimentos. Sendo assim, os estímulos que receberão por meio das experiências musicais contribuirão para o desenvolvimento intelectual. O desenvolvimento dos sentidos das crianças através das suas vivências musicais e ritmos pelo ouvir e ver aperfeiçoa sua audição e assim faz com que não só ouça, mas passe a distinguir, separar melhor os diversos tipos de som (BETTI; SILVA; ALMEIDA, 2013 apud PIAGET, 1996)

Como a linguagem interior e o pensamento despontam das interrelações complexas entre a criança e as pessoas que a rodeiam, defende Vygotsky, assim tais interrelações também desencadeiam os processos volitivos da criança. Pesquisas preliminares determinaram que a capacidade da criança para controlar o seu próprio comportamento surge antes de tudo no jogo coletivo, e que só depois se desenvolve como estímulo interno o controle voluntário do comportamento.

Para essa análise recorre-se também às contribuições de Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação (FERREIRA e ACIOLY-RÉGNIER, 2010).

A percepção de indivíduo apresentado por H. Wallon indica para uma justaposição dos conjuntos funcionais (afetivo, motor e cognitivo) e para a associação dinâmica entre o orgânico e o social. Seu posicionamento teórico era oposto à compreensão do ser humano de maneira fragmentada. Pode-se assimilar da teoria de Wallon que as funções psicológicas superiores potencializam-se a partir das dimensões motora e afetiva. E que se apresentam em alternância com a emoção.

Sendo que, a cognição permanece indissociável da afetividade, devendo no adulto alcançar um equilíbrio dinâmico (WALLON, 2008).

Não há divisão entre o desenvolvimento psíquico e o desenvolvimento biológico do sujeito, afirmando que não existe preeminência do desenvolvimento psíquico sobre o desenvolvimento biológico, mas ação recíproca. Há, portanto, uma contínua ação recíproca do ser vivo e de seu meio (WALLON, 2007).

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A Música e a sua contribuição interdisciplinar

O conceito de cultura na teoria walloniana tem sentido abrangente e possibilita compreender o papel da Música no desenvolvimento, porque a Música, como produto cultural, promove a socialização por meio da emoção que provoca. Essa emoção é o motor do processo de desenvolvimento e constituinte da dimensão afetiva que se encontra indissociada das dimensões cognitiva e motora no indivíduo (SUGAHA, 2016).

A  Música possui a característica expressiva que estimula a convivência de indivíduos, a enfocar o sujeito pela amplitude da afetividade, da comunicação, por ser o fator de interação e através do entretenimento, por ser causa de prazer e contentamento. Essas características do domínio da afetividade são também condições para a socialização humana.

“A musicalização visa através da vivência e compreensão da linguagem musical, sua organicidade e articulações, abrir canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções e consolidando a formação da personalidade” (LOUREIRO, 2001, p.22).

Como objetivo específico a essa análise, trabalhou-se com o objeto de aprendizagem (O.A) Zorelha, que se apresenta em um ambiente lúdico interativo para auxiliar o desenvolvimento da percepção musical de crianças (JESUS, et al., 2008). Foi construído para angariar o processo ensino-aprendizagem ao promover músicas do cotidiano infantil, permitindo que a criança possa selecionar o músico e o seu instrumento respectivo, a gerar distintas maneiras de explorar a sonoridade.

O objeto de aprendizagem “Zorelha” viabiliza a construção dos saberes musicais através do desenvolvimento da percepção auditiva das crianças. Ele permite que as crianças sejam envolvidas com os elementos que compõem o universo da música e elaborem experimentos sonoros empregando o computador como instrumento (CHAMORRO, et al. 2017).

Descobrindo o objeto de aprendizagem “Zorelha”

Aplicação: 5º Ano do Ensino Fundamental da EMEF Leão Novaes.

Plataforma: Adobe Flash Player. Não é necessária a conexão de internet.

Ao iniciar o O.A. Zorelha, uma garotinha (animação) apresenta as opções no palco (para desenrolar as atividades musicais): escolher um músico e um instrumento musical para ver e ouvir ou escolher “descobrir” qual instrumento toca, somente com o áudio disponível.

Ao lado esquerdo são disponíveis quatro (4) opções de canções para as crianças optarem: (1) cai, cai, balão; (2) atirei o pau no gato; (3) o sapo não lava o pé e (4) marcha soldado. Ao lado direito são fornecidos quatro (4) conjuntos com instrumentos musicais associados: (1) sanfona, triângulo, pandeiro, violão e zabumba; (2) cavaquinho, flauta, pandeiro, tantã e violão; (3) som corporal composto por: palmas, sons da bochecha, batidas na “barriga”, estalos e canto. (4) teclado, guitarra, caimbé, bateria e contrabaixo, que são alternados conforme o desdobramento do jogo.

Em seguida, no palco desse O.A. as alternativas sucedem no ícone banda (desenho) que ao clicar direciona para brincar com o “Show do Zorelha” e o ícone áudio (desenho) encaminha para o “Jogo do Zorelha”.

Vale ressaltar que a cada acerto, a garotinha (animação), apresentadora do Zorelha, comemora: Parabéns! Agora você ouvirá o som de mais um instrumento!” e a cada erro, comenta: Huuum... tente um outro instrumento!

Esse O.A. foi desenvolvido no projeto de JESUS, et al. 2010, por meio de experimentos com crianças entre quatro (4) e nove (9) anos de idade. Pelas observações manifestadas neste estudo apresento resultados qualitativos de boa aceitação das crianças pelo objeto de aprendizagem criado.

“Quanto a contribuição do Zorelha para o ensino musical, durante os experimentos pode-se observar diversas manifestações de euforia por parte das crianças bem como uma rica troca de experiências entre elas, mesmo entre as crianças com menos idade. De maneira geral, considera-se que o Zorelha tem um grande potencial enquanto ferramenta para a construção do conhecimento musical de crianças, fazendo isto sob a forma de uma brincadeira de explorações sonoras” (JESUS et al., 2010).

Observou-se que a motivação e o entusiasmo contribuem para um estado mental favorável à aprendizagem e socialização das crianças. Durante todas as atividades desenvolvidas – raciocínio lógico, coordenação motora, memorização sonora e reflexão abstrata musical: timbres, ritmos e arranjos – percebeu-se alunos cantarolando as melodias das músicas, promovendo batidas seriadas com palmas, dançando a partir da música que estava no palco do Zorelha, entre outras reações. Através dessas observações realizadas nesta conjuntura pôde-se verificar como de fato o computador, quando utilizado como ferramenta para a realização de explorações para o processo ensino-aprendizagem, pode ser um grande motivador para a iniciação da construção do conhecimento musical.

Lei  de  Diretrizes e  Bases (LDB) de 1996

A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 ratifica a obrigatoriedade do ensino de Artes, porém dividida em duas modalidades: a primeira abrangendo uma perspectiva histórica artística no Brasil e no contexto ocidental, “assim como uma visão diacrônica das diferentes perspectivas relacionadas ao ensino das Artes nas escolas regulares e os objetivos gerais para Arte no Ensino Fundamental”, e a segunda parte para relacionar as artes visuais, a dança, a música e o teatro, com objetivos específicos. Nessa conjuntura surgem os Parâmetros Curriculares Nacionais, como guias orientadores da ação pedagógica, neste contexto, da disciplina de Artes, nas salas de aula.

Qualquer proposta de ensino que considere essa diversidade precisa abrir espaço para o aluno motivar-se com a música na sala de aula, acolhendo-a, contextualizando-a e oferecendo acesso aos materiais que possam ser significativas para o desenvolvimento individual em atividades de apreciação e produção. A diversidade permite ao aluno a construção de hipóteses sobre o lugar de cada obra no patrimônio musical da humanidade, aprimorando sua condição de avaliar a qualidade das próprias produções e a interpretar a dos outros (PEREIRA, 2017).

Em suma, em respeito aos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998), o REA Zorelha possibilita a apreciação significativa da música, com a contextualização da escuta, do envolvimento e da compreensão da linguagem musical, admitindo a identificação de instrumentos e materiais sonoros associados à ideias musicais de arranjos e composições.

Portanto, conclui-se que a música na escola possibilita trabalhar a dimensão humanizadora e a predisposição no processo ensino-aprendizagem. Observou-se ainda que, os estudantes participaram ativamente como ouvintes e intérpretes dentro e fora da Sala de Vídeo, promovendo a interação entre eles.

Sendo assim, a escola pode contribuir para que os alunos se tornem ouvintes atentos e receptivos, entusiastas talentosos ou aspirantes a músicos.

Torna-se válida a promoção de eventos de cultura popular e outras manifestações musicais, para que o estudante aprenda a valorizar os momentos importantes em que a música se instala no tempo e na história e o seu caráter socializador.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BETTI, Leilane Cristina Nascimento; SILVA, Deise Ferreira da; ALMEIDA, Flávio Fernandes de. A importância da música para o desenvolvimento cognitivo da criança. Revista Interação. Ano VII, v. 1, n. 2. 2013.

BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, MEC/SEF, 1998.

BRINCADEIRAS que estimulam o raciocínio lógico. Rede Caminho do Saber. Youtube. 04 out. 2016. 03min44s. Disponível em: . Acesso em: 01 de abril de 2019.

CHAMORRO, A; GITAHY, R. R. C.;TERÇARIOL, A. A. L; SAN, D. Educação musical e as tecnologias digitais: o uso de objetos de aprendizagem e a percepção dos docentes. Revista Educação e linguagens, vol.6, n11, 2017. Disponível em:      <http://www.fecilcam.br/revista/index.php/educacaoelinguagens/article/view/1651> Acesso em: 10 de maio de 2019.

FERREIRA, Aurino Lima, ACCIOLY- RÉGNIER, Nadja Maria. Contribuições de Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação. 2010.

JESUS, Elieser Ademir de; RAABE, André Luís Alice; URIARTE, Mônica Zewe. Zorelha: utilizando a tecnologia para auxiliar o desenvolvimento da percepção musical infantil através de uma abordagem construtivista. Revista da ABEM, Porto Alegre, v. 20, p. 69-78, set. 2008.

LOUREIRO, A.M.A. 2001. O ensino da música na Escola Fundamental: um estudo exploratório. Mestrado em Educação da PUC-Minas. Belo Horizonte, 2001.

PEREIRA, L. S. Musicalização na Educação infantil: inclusão, socialização e desenvolvimentocognitivo e afetivo. RevistaCintedi.    Editora Realize. 2017.

SUGAYA, L. Contribuições da teoria de desenvolvimento de Henri Wallon para pensar a Educação Musical.Revista Eletrônica Thesis, São Paulo, ano XII, n. 26, p.24-42, 2° semestre, 2016. Disponível em:http://www.cantareira.br/thesis2/ed_26/materia2.pdf. Acesso em: 22 de maio de 2019.

VYGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. 5ªed. São Paulo: Ícone, 1994.

WALLON, H. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

WALLON, H. Do ato ao pensamento: ensaio de psicologia comparada. Petrópolis: Vozes, 2008.

 

 

Por Patricia Aparecida Sanches Janoti - Aluna em Graduação em Pedagogia UNIVESP- SP


Publicado por: Patricia Aparecida Sanches Janoti

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