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O Trabalho Psicopedagógico com os Docentes em Sala de Aula com o Ambiente Violento junto à comunidade e a escola

Educação

Auxiliando o educador a trabalhar em sala de aula, mesmo com a violência.

Resumo

Sabemos como os docentes estão com dificuldade em trabalhar em sala de aula, com tanta violência, pois esse estudo e direcionados a auxilia-los com a convivência com os educando com o meio externo e interno da instituição, utilizando por meios de interação e palestras direcionadas a esse assunto.

Fazendo um amplo estudo da comunidade, sua cultura, meio social, interação dos educando na escola.

Assim fazer uma intervenção que auxilie a esses docentes com os novos métodos que cercam a educação nos dias de hoje trabalhando junto a comunidade.

Palavra- chave= educador e violência e comunidade.

Introdução.

Este estudo tem como foco a interação da racionalidade e o bem estar da comunidade com meios psicopedagógicos que ira ajudar nesses conflitos e auxiliar nas estruturas institucionais naquela comunidade. Amparado todo o processo nos meios que não degradam ambas as partes para que assim juntas caminhem em um processo natural do crescimento biopsicossocial da nossa sociedade.

A COMUNIDADE E A ESCOLA.

A formação de uma comunidade, e imprescindível a escola, pois ela e a continuidade da formação biopsicossocial dos integrantes daquele local.essa integração faz o que se crie a sua cultura.

Com o tempo as mudanças que as gerações adquirem, os avanços tecnológicos mudam também alguns hábitos culturais, e nos educando temos que estar atento a essas mudanças. E são grandes os desgastes dos docentes que não acompanham esse desenvolvimento social. E com isso vem acontecendo um grande numero de brigas entre educador e aluno nas escolas.

Devido ao não acompanhamento do corpo docente e dicente desse desenvolvimento social que houve na comunidade.

Esse acompanhamento ter que ser constante, pois a escola tem como formadora da cidadania de seus educando, não pode ser fechar a esse crescimento. Pois ela se torna, um meio social obsoleto fazendo o que o educando vá buscar em os outros meios sociais, seu desenvolvimento biopsicossocial.

E no retorno ao meio acadêmico acaba trazendo esses   desenvolvimento sendo se o corpo docente e dicente não esta preparado  para essa situação vai ter grande dificuldade com ações que os ajudem a controlar essa situação.

A área da psicopedagogia tem que atuar com uma conscientização em que os docente tenha um bom conhecimento cultural da comunidade aonde atuam, pois assim pode ajudar do desenvolvimento pedagógico, dando aos docentes mais confiança, em atuar em sala de aula.

O psicopedagogo através de palestras com foco em educação tanto cívica e comunitária primeiramente ao docente que ganhe mais confiança. E trabalhando sua autoestima. Depois com a participação de toda comunidade ligada ao educando assim fechando um circulo de comprometimento de conhecimento de escola e comunidade e vice versa.

Palestras Cívicas e Comunitárias.

As palestras cívicas devem ser formuladas com contexto positivista dentre eles a importância dos valores que cada um ter que ter com sua comunidade. Seus patrimônios tanto culturais quanto físico. Isto faz com eles tenham conhecimento psicossocial, das ações que venham fazer naquela região. Sendo o foco atuar como agentes multiplicadores para a melhoria de sua região.

Palestra comunitária tem como foco a pratica das ações, pois sair da teoria, e caracteriza-las em ações, que reflitam em suas próprias consciência, dando-lhes instrumento de organização tanto de pensamento quanto de direcionamento em projetos tanto pessoais quanto comunitários.

Essas ações podem desencadear vai desencadear uma grande redescoberta entre escola e comunidade.

Estas palestras podem auxiliar-nos muitos métodos de intervenção psicopedagogica dentre elas que a estamos discutindo. Assim direcionar a próxima etapa que seria as ações pedagógicas entre docentes e educando. Que ira aproximar essas duas linhas de pensamento para o crescimento e fortalecimento do relacionamento de ambas as partes.

 Ações psicopedagogicas entre docente e educando.

Esta ação pedagógica que podem ser compartilhada pela coordenação da instituição, sendo que o trabalho do psicopedagogo e tanto promover quanto interagir na organização, pois assim não terá imparcialidade no processo das ações. E as partes se tornaram parceiras, assim criando um vinculo que será benéfico para a instituição.

Ações diretivas.

Algumas áreas e formas que podemos trabalhar e inserir tanto o corpo escolar quanto a comunidade para haver uma interação de conhecimento.

a) vídeo educativo

b) Musica

c) Formação do contrato pedagógico

d) Atividades recreativas

e) Atividades de recorte e colagem explicitando os valores

f) Escrita de textos que denotassem os valores que gostariam de ter presentes em sala de aula.

Essas ações são essenciais para um a relação de comprometimento entre os agentes envolvidos.

Pois essas ações trabalha-se o contexto social, pois diz em estudos de Vygotsky sobre em aprendizado decorrem da compreensão do homem como um ser que se forma contato com a sociedade. “Na ausência do outro, o homem não se constrói homem”.

Assim essas mobilizações podem ser planejadas e executadas com ênfase no redescobrimento da cultura local.

O trabalho psicopedagogico com a família dos educando no conhecimento da instituição.

Sabemos que a comunidade , muitas vezes não conhecem a escola que seus filhos estudam ,são vários os fatores  .trabalho , estudo ou ate desinteresse familiar pois esses tem um pensamento retrógado, em que o estado tem dar educação, pois esse tem que dar conhecimento de cidadania,a formação moral, vem da família pois e a primeiro contato antes da escola.

Assim podemos criar palestras e atividades recreativas entre o corpo docente e a comunidade par obter uma interação para o conhecimento de fora para dentro.  

Essa interação e principio de uma criação de laços de afinidades que se criam entre comunidade e escola para poderem caminhar juntas em um projeto tanto de melhorias afetiva quanto física para a comunidade.   

Estratégias de trabalho entre instituição e comunidade.

Trabalhar com grupos implica em acreditar na saúde das relações interpessoais, uma vez que o ser humano se constitui nas relações e na linguagem. Quando falamos em conversação, acreditamos na força da comunicação entre as pessoas para desta forma qualificar (positiva ou negativamente) o seu conviver. Enfatizar a conversa nas relações e dinâmicas grupais é uma forma de caminharmos em direção à saúde da comunidade.  Queremos com esta comunicação, chamar a atenção para a necessidade de se trabalhar com as equipes que dinamizam a instituição escolar junto a comunidade, pois ao revermos as representações sociais latentes e emergentes, tendemos a minimizar a comportamento de competição e gradativamente instaurar um clima de confiança e respeito entre as pessoas que interagem neste contexto.

Grupos De mediação

Esses grupos de mediação serão criados para a organização de projetos que a instituição ira fazer na comunidade. Essas mediações será imprensidivel para o sucesso dos projetos.  Serão membros desses grupos os docentes, dicentes, educando, pais e membros da comunidade.

O trabalho do psicopedagogo na orientação desses grupos.

O trabalho do psicopedagogo com esses grupos seria os de orientar e montar palestras de mobilização e motivacional.

Com essas diretrizes podemos agregar conhecimento cultural e a dinamização de conteúdos programáticos para interação dos agentes envolvidos.

Nas diretrizes dos planejamentos tem que ser de acordo com o projeto e o envolvimento do grupo especifica enquadrado pelo tema a ser executado, assim não havendo discordância de outro grupo de envolver no projeto.

Intervenção Psicopedagogica Com Temas transversais.

A inserção se temas transversais tem como objetivo buscar a interação dos grupos envolvidos nos projetos.

Certos conhecimentos devem ser adotados como a:

Ética

• Reconhecer a presença dos princípios que fundamentam e leis no contexto social

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• Refletir criticamente sobre as normas morais, buscando sua legitimidade na realização do bem comum.

• normas Compreender a vida escolar como participação no espaço público, utilizando os conhecimentos adquiridos na construção de uma sociedade justa e democrática.

• Assumir posições segundo seu próprio juízo de valor, considerando diferente ponto de vista e aspectos da cada situação.

• Construir uma imagem positiva de si, de respeito próprio e reconhecimento de sua capacidade de escolher e de realizar seu projeto de vida.

• Compreender o conceito de justiça baseado na equidade, e empenhar-se em ações solidárias e cooperativas.

• Adotar atitudes de respeito pelas diferenças entre as pessoas, repudiando as injustiças e discriminações.

• Valorizar e empregar o diálogo como forma de esclarecer conflitos e tomar decisões coletivas     

Respeito Mútuo

• Compreensão de que todas as pessoas precisam sentir-se respeitadas e sentir que delas se exige respeito.                       

• Identificação de diferentes formas de se demonstrar respeito correspondente a diferentes esferas de sociabilidade e convívio: relações pessoais, relações formais e relações indiretas.

• Reconhecimento dos limites e possibilidades pessoais e alheias

• Identificação e repúdio de situações de desrespeito

Justiça

• Identificação, formulação e discussão de critérios de justiça para analisar.  Situações na escola e na sociedade

• Consideração de critérios de justiça para compreender, produzir e legitimar regras.

• Identificação de repúdio de atitudes que violentam os direitos do ser humano

Solidariedade

• Reconhecimento e valorização da existência de diversas formas de atuação solidária no âmbito político e comunitário

• Atuação compreensiva nas situações cotidianas

• Conhecimento de ações necessárias em situações específicas

• Repúdio a atitudes desleais, de desrespeito, violência e missão.

Diálogo

• Valorização do diálogo nas relações sociais

• Valorização das próprias ideias, disponibilidade para ouvir ideias e argumentos do outro e reconhecimento da necessidade de rever pontos de vista.

.• Utilização do diálogo como instrumento de cooperação.

• Transformação e enriquecimento do saber pessoal pelo diálogo

• Participação dialógica na tomada de decisões coletivas

Pluralidade Cultural

• Conhecer a diversidade do patrimônio etnocultural brasileiro, cultivando atitude de respeito para com pessoas e grupos que a compõem, reconhecendo a diversidade cultural como um direito dos povos e dos indivíduos;

• Compreender a memória como construção conjunta, elaborada como tarefa de cada um e de todos, que contribui para a percepção do campo de possibilidades individuais, coletivas, comunitárias e nacionais;

• Valorizar as diversas culturas presentes na constituição do Brasil como nação, reconhecendo sua contribuição no processo de constituição da identidade brasileira.

• Reconhecer as qualidades da própria cultura, valorizando-as criticamente, enriquecendo a vivência de cidadania;

• Desenvolver uma atitude de empatia e solidariedade para com aqueles sofre discriminação;

• que Repudiar toda discriminação baseada em diferenças de raça/etnia, classe social, crença religiosa, sexo e outras características individuais ou sociais;

• Exigir respeito para si e para o outro, denunciando qualquer atitude de discriminação que sofra, ou qualquer violação dos direitos de criança e cidadão;

• Valorizar o convívio pacífico e criativo dos diferentes componentes da diversidade cultural;

• Compreender a desigualdade social como um problema de todos e como uma realidade passível de mudanças;

• Analisar com discernimento as atitudes e situações fomentadoras de todo tipo de discriminação e injustiça social

Pluralidade Cultural E A Vida Dos Mais Jovens No Brasil

• Compreensão da organização familiar como instituição em transformação no mundo contemporâneo

• Conhecimento e valorização das relações de cooperação e responsabilidade mútua na família. A importância de partilhar responsabilidades

• Conhecimento e análise da vida comunitária como referência e forma de organização. Levantamento de indicadores da vida comunitária como base de relações econômicas em diferentes regiões

• Conhecimento, respeito e valorização de diferentes formas de relação com o tempo estabelecido pelas diferentes culturas.

• Levantamento de diferentes formas de relação com o espaço, vividas por diferentes grupos humanos, criando soluções alternativas para suas vidas.

• Conhecimento e valorização de como se processa a educação em diferentes grupos humanos, quem desempenha o papel de educador, conforme a organização social e da própria escola.

Pluralidade Cultural Na Formação Do Brasil

• Conhecimento das origens continentais das diferentes populações do Brasil

• Análise das influências históricas do mercado de trabalho na mobilidade dos diferentes grupos humanos que formam o Brasil e levantamento de dados populacionais

• Levantamento, análise e valorização da contribuição das diversas heranças etnoculturais, como mecanismos de resistência ante as políticas explícitas de homogeneização da população havidas no passado.

 • Valorização do ponto de vista dos grupos sociais para a compreensão dos processos culturais envolvidos na formação da população brasileira

Ser Humano Como Agente Social E Produtor De Cultura.

• Conhecimento, valorização respeito e valorização das diferentes linguagens pelas quais se expressa a pluralidade cultural

• Levantamento e das formas de produção cultural mediadas pela tradição oral

• Conhecimento de usos e costumes de diferentes grupos sociais em sua trajetória histórica

• Conhecimento e compreensão da produção artística como expressão de identidade etnocultural

• Conhecimento e compreensão da língua como fator de identidade na interação sociopolítica e cultural

• Conhecimento, análise e valorização de visões de mundo, relação com a natureza. e com o corpo, em diferentes culturas

Direitos Humanos, Direitos De Cidadania E Pluralidade.

• Prática e valorização da circulação de informações para a organização coletiva e como fundamento da liberdade de expressão e associação

• Compreensão da definição e do conhecimento de leis como princípios de cidadania

• Prática e valorização dos Direitos Humanos

• Valorização da possibilidade de mudança como obra humana coletiva

• Conhecimento dos instrumentos disponíveis para o fortalecimento da cidadania.

Dentre os inúmeros fatores, responsáveis pela má relação escola-comunidade, podemos dizer que um dos principais é a falta de incentivo da escola para que sua comunidade se envolva mais e participe cada vez mais da vida escolar. Ao contrário, se existe uma boa relação escola-comunidade alguns problemas comuns que existem em comunidades periféricas, podem ser mais facilmente solucionados. Organizando todos esses tópicos podemos organizar vários tipos de atividades como palestras, fórum comunitário e atividades para todas seriem e respeitando a idade, e sua formação acadêmica.

Conclusão

A finalidade desse trabalho e a interação da comunidade com a escola com e a preocupação da violência tanto em sala de aula quanto fora dela.

Sendo que a um desgaste profundo na relação de ambas e assim se não houver um dialogo, conhecimento de sua cultura, suas afinidades e o principal, entender qual o papel cultural e cívico para melhoria da própria comunidade.

Pois assim caminhar juntos na resolução dos problemas que surgem com a transformação da sociedade.

Referencia bibliografias

VyGOTSky, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

VYGOTSKY: L.S aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1993:

PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia. Tradução de Dirceu Accioly Lindoso e Rosa Maria

Ribeiro da Silva. São Paulo e Rio de Janeiro: Editora Forense, 1970.

PIAGET, J. E GRECO, P. Aprendizagem e Conhecimento. São Paulo: Freitas Bastos, 1974.


Publicado por: ROBSON LEXSANDRO LEITE DA SILVA

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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