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O perfil do Aluno do Colégio de Aplicação da UFS

Educação

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O PERFIL SÓCIO-EDUCACIONAL DO ALUNO DO COLÉGIO DE APLICAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
(2000 - 2005)
Cristyano Ayres Machado

Introdução

                  O Colégio de Aplicação (CODAP) é uma escola laboratório criada para o desenvolvimento dos estágios supervisionados dos alunos da Universidade Federal de Sergipe.
 

Histórico

Justificativa 

                  A entrada de novos alunos no Colégio de Aplicação, acontece por meio de teste de seleção, e são aprovados apenas aqueles que alcançaram a média para entrada na referida escola, e conseqüentemente tem uma aprovação maior também no vestibular. Sendo assim, os alunos que entram no CODAP são indivíduos que tem um potencial educacional bastante desenvolvido, mas resta saber se é uma característica de todos os alunos, se suas famílias incentivaram eles desde pequenos a ler, a se aplicar nos estudos, a serem cooperativos, ou é algo desenvolvido apenas para a seleção do colégio e depois eles começam a ter gosto pelos estudos e a cooperatividade dentro do CODAP.
                  A partir desta observação é que se chega ao seguinte questionamento: Qual o perfil sócio-educacional do aluno do Colégio de Aplicação da UFS?
                  Para melhor compreensão destes aspectos, realizou-se leituras de algumas bibliografias sobre o desenvolvimento da leitura e da escrita, sobre as múltiplas inteligências de Golemam, desenvolvimento da aprendizagem de Jean Piaget e a importância da participação da família na educação dos filhos.
                  Em seguida realizou-se uma pesquisa sobre os alunos que estudaram no aplicação no período de 2000 a 2005, sendo que os alunos da 5ª séries e 6ª de 2005, foram realizadas entrevistas pessoais para ver “in lócus” o perfil destes alunos. Os alunos dos anos anteriores, tentou-se analisar a partir dos históricos escolares, das notas nas cadernetas e com um questionário feito para os professores da casa neste período e que lecionaram os alunos da 5ª série, que são os que iniciam o processo e os da 6ª série que já assimilaram as atividades e o perfil do CODAP.

Objetivos

Geral

            Analisar o perfil sócio-educacional dos alunos do Colégio de Aplicação, a partir da observação feita nos que entram a partir da 5ª série e dos que estão na 6ª série e já participa ativamente das atividades no CODAP, com vistas a traçar também seus anseios, e projeções intelectuais.  

Objetivos Específicos

  • Observar alguns aspectos familiares, como a participação efetiva dos pais na educação dos filhos;
  •  Analisar as atividades realizadas pelas diversas disciplinas das 5ª e 6ª séries deste colégio;
  • Descrever as características educacionais e sociais dos alunos novatos e dos que já estão a mais tempo no colégio;
  • Destacar as projeções intelectuais dos alunos das 5ª e 6ª séries do colégio aplicação.  

Referencial Teórico

A Importância da Família na Formação Educacional e Social

 
                  É a família que rege os costumes da sociedade, as normas e dita-as para os mais próximos, questões tais é que apresentam a família como algo ruim e desgastante, mas sem ela, não existe organização de sociedade. A família como é descrita por Prado (1991) é dividida em 02 formas: a de origem: formada por nossos pais e a reprodutora que é um indivíduo e um outro adulto e seus filhos.
                  Segundo o autor “A família exerce um papel determinante no desenvolvimento da sociabilidade, afetividade e bem–estar físico dos indivíduos sobretudo durante toda a infância e adolescência,” (PRADO, 1991, p. 14). Isto acontece porque inconscientemente existe um senso de dever dentro dos laços familiares, sejam eles sanguíneos ou não, que os fazem estar emocionalmente completos, quando a família vai bem.
 As funções da família apresentada Prado (1991), são significativas para exemplificar e perpetuar a organização social. Uma das funções é a reprodução é a sua função básica, porque sem ela a sociedade não existe, mesmo sendo um fenômeno biológico de qualquer ser vivo, mas o ser humano pode escolher quantos filhos vai levar ao mundo.
                  A família exerce funções básicas para o individuo, classifica como (SARTI, 2003), em: Econômica – Cabe aos pais a manutenção de sua prole. Doméstica e de cuidados com a saúde – Oferecer abrigo, alimentação, cuidados com a higiene e saúde. Recreação – Propiciar aos filhos momentos de lazer. Socialização – Desenvolver nos filhos a capacidade de se relacionar em outros grupos. Auto-identidade – Oferecer aos filhos noção de realidade e consciência dos limites: Quem sou? Qual o meu valor? Afeição – Oferecer afeto, possibilitando aos filhos desenvolver a capacidade de amar a si e aos outros, de expressar emoções. Educacional / Vocacional – Preparar sua prole para ser no mundo.
     Durante séculos, a função da família era educar a criança para os valores, para a religião, para os hábitos, costumes e tradições familiares. À escola cabia transmitir conhecimentos acadêmicos e formar o jovem para a vida profissional. Havia confiança mútua entre ambas as partes e uma dava aval às decisões e posturas da outra. Com as mudanças ocorridas no mundo no último século, esses papéis se misturaram, e em alguns casos, pode-se dizer até, se inverteram, pois já não se consegue distinguir mais com tanta clareza qual é o papel de uma e qual o papel de outra. Entretanto, uma coisa é certa: ambas têm uma tarefa única: educar para a vida.

A Escola e a Formação dos Alunos

                  A escola é um espaço próprio para o cultivo da tolerância e prepara o fato da educação para a cidadania como um lema difundido e aceito dentro do ambiente escolar. Este conceito leva a cultivar valores socialmente acordados, e a construção de instrumentos de articulação entre a diversidade dos projetos individuais e apelos em projetos coletivos.
                  Dentro desta sociedade onde o conhecimento onde a produção servem de ponto de partida para a criação de conceitos, mas, a escola é um espaço privilegiado, pois junto com a família tem que cultivar os aspectos de valores, que não podem faltar para o desenvolvimento humano.
                     A escola deve construir o desenvolvimento de personalidades individuais, descoberta, respeito e reconhecimento da aceitação da diversidade de perspectivas e projetos individuais e em grupos, a convivência frutífera com as diferenças, as contrariedades, as complementaridades. Tirando o ambiente familiar não existe outro espaço de conhecimento como a escola que produz.
                  De acordo com Delval (2001, p.81) “a função tradicional que a educação desempenhou foi a de facilitar a inserção do indivíduo no mundo social, torna-la membro do grupo social”. A escola forma para a sociedade e por isso o aluno deve se inserir no contexto escolar.
                  Quando se destaca a função da escola, o autor diz que para os pais deve ser a de estudar para ser gente, serem alfabetizados, serem pessoas mais civilizadas. Outra função é a de cuidar, pois principalmente a educação infantil teve seu surgimento pela necessidade das mulheres entrarem no mercado de trabalho, e não tinham com quem deixar seus meninos pequenos, e todos da família começaram a trabalhar e o trabalho infantil foi proibido nas fábricas.
                  A outra função é a socialização das crianças, porque já que elas entram em um mundo com mais pessoas, elas levam consigo algo de interessante de conhecimento dos colegas, e começa a introjetar todas as atitudes que trabalham para o desenvolvimento do indivíduo. A escola também tem a função de transmitir o conhecimento, uma vez que na sociedade ocidental nova, a família não passa mais para os seus os conceitos e valores familiares, sociais, agora é a escola que transmite valores, e conhecimentos técnicos. A valorização da escrita e da leitura faz com que o indivíduo analfabeto se distancie e a escola perde a função de transmissão de conhecimentos, e assume uma postura de assustadora dos indivíduos que querem crescer.
                  Se existem estas funções a escola teria e tem que ser um ambiente propício para o crescimento do indivíduo, em junção com a família para que possa desenvolver o indivíduo. “A escola vem, então, realizar o papel socializador que, nas sociedades primitivas, é desempenhado por todo o grupo social. A aprendizagem do funcionamento dentro das instituições é um aspecto essencial do processo de socialização.” (DELVAL, 2001, p.86).
                  A escola continua perpassando parâmetros sociais, organizada de maneira a repetir o status de cada indivíduo. Cada vez que o aluno cresce intelectualmente, ele passa a ter um status maior, e uma responsabilidade maior perante a sociedade, e que nada diferencia dos ritos de passagens das sociedades passadas da Idade Média, dos índios, que faziam festas e treinamentos para que o indivíduo passasse por vários processos. Os vestibulares, concursos, provas finais, e a aprovação nas universidades, formaturas, acabam se tornando simbolismos de status social dos indivíduos.

Considerando o Trabalho da Escola e da Família

      A visão de educação para muitas famílias ainda se traduz unicamente em formar profissionais, intelectuais e não em formar para a plenitude da vida humana, sendo um bom profissional e um ser altruísta. A formação do homem não se resume em ser preparado apenas para o mundo das letras, número, fórmulas. O que na realidade permanece é a sua visão de vida, sua postura diante dos acontecimentos, sejam eles de âmbito profissional ou não. A relação e a interação da pessoa com o mundo é que vai dizer qual foi sua trajetória familiar/escolar.
      Como nos lembra Nogueira (2000, p.93)
 
educação tem que visar a uma formação integral do homem, a qual reclama uma visão compreensiva e harmônica de toda a sua realidade [...] [A aquisição do] conhecimento, o mais abrangente possível, dessa realidade, é uma das tarefas principais da escola. [...] O engenheiro, o advogado, o médico ou qualquer outro profissional, com o tempo, esquece a maior parte dos conhecimentos adquiridos na escola. O que permanece é o nível cultural, a postura perante a vida.
 
     Sabe-se que essa formação integral do homem não se dá unicamente através do seu ingresso na vida escolar, ela parte, fundamentalmente, do seio familiar. Com a participação da comunidade educativa aprimora-se o desenvolvimento intelectual e se ratificam valores nascidos na família. Tendo essa articulação, é possível uma socialização tranqüila e, conseqüentemente, um adulto de boa convivência com as diferenças pessoais e exigências do mundo do trabalho. Com uma visão e reflexão mais amplas ele é capaz de se perceber colaborador na construção do verdadeiro sentido do ser cidadão e ainda de ser crítico e participativo da comunidade e da sociedade do seu tempo.
       Percebe-se que com o passar dos anos a ciência evolui, a história continua seu percurso cronológico e temporal promovendo conquistas e avanços nos seus mais variados aspectos: tecnológicos, educacionais e científicos com grandes descobertas. Em suma o homem nunca se cansa de buscar novas façanhas, algo que o leve sempre a querer novos conhecimentos. A escola por sua vez, reconhece que ao motivar e ensinar seus alunos a quererem buscar cada vez mais, confere-lhes confere grande responsabilidade.
      Contudo, cabe-lhe também preparar esse ser desde a mais tenra idade a fazer leituras constantes do mundo não só pela visão intelectual, como também de tudo que poderá ser proveitoso ou reelaborado no decorrer da sua vida. Tais leituras poderão definir o seu perfil profissional, discernir o que lhe cabe como responsabilidades e como direitos, bem como, falo-ão membro integrante da sociedade estabelecendo, assim, o diferencial da escola: ajudar no processo de integração e maturação diante dos acontecimentos da sua vida.
     A família, por sua vez, deve fazer esse trabalho atrelada à escola, pois é no lar que a criança permanece maior parte da sua vida. Quando essa cumplicidade entre escola e família é percebida pelo aluno, o processo educacional torna-se mais significativo. A partir daí, ele poderá esforçar-se mais por sentir-se acompanhado tanto por uma quanto por outra e os sinônimos que escola e família passarão a adquirir na vida desse aluno serão de cúmplices e aliadas.
     Jamais se poderá negar que é na família que primeiro se ensina prepara-se a criança para a vida em sociedade e, até mesmo, para a sua manutenção e reprodução não unicamente biológica também humanizadora, como confirmação de sua cultura subjetiva e necessária no processo de interação nas suas relações sociais. Segundo Nogueira (1996) “A família permanece um dos lugares de acumulação, de conservação e de reprodução de diferentes tipos de capital”.
       Ao contrário do que se pensa do assunto família, ainda existe a chamada herança familiar transmitida para os filhos, que nos lembra que a reprodução social não ficou no passado longínquo, mas que se perpetua em muitas famílias brasileiras ou não brasileiras. A partir de causas culturais e sociais, observa-se, que a vida escolar está sendo vista como a primordial nas famílias atuais. Para alguns, ocupando até mesmo aquela que, até pouco tempo, era vista como a principal, que era a vida econômica, o que confirma a grande preocupação que algumas famílias vêm tendo com a educação de seus filhos.
      Logo, a família chega a perceber que a escola é de grande valor na vida dos seus adolescentes e que nem mesmo ter uma vida econômica estável, pessoas influentes na sociedade, nome na área profissional ou até mesmo, ser considerado importante na sua cidade ou no seu país, não significa tudo. Entretanto, para muitos pais, a caminhada escolar continua sob a cultura de que todos precisam dela para dar continuidade à sua ascensão social e para entrar no mercado de trabalho. Por isso, de acordo com suas concepções, faz-se necessário estudar e buscar a escola sempre, mesmo que seja só para manter um padrão econômico, deixando claro que os vários contextos familiares produzem situações escolares diversas. Daí, os pais verem a escola como solução dos problemas econômicos futuros e, em particular, como amparo financeiro para a família. 

Metodologia           

                  Para a realização deste trabalho, na coleta de dados, análise e por fim considerar os resultados encontrados, utilizou-se um caminho no qual chama-se de metodologia, dos quais destacam, os tipos de pesquisa utilizada, o tipo de coleta de dados, o método, e a como ocorre a análise dos dados.
Segundo Lakatos (2004, p. 45) há dois aspectos quando se está analisando os tipos de pesquisa, dentre eles são quanto aos fins e quanto aos meios. Quantos aos fins, Exploratória, Explicativa, Metodologia, Descritiva, Aplicada e Intervencionista. E quantos aos meios: Pesquisa Documental, Pesquisa de Laboratório, Pesquisa Experimental, Bibliográficas e Pesquisa de Campo.
      Para desenvolver uma pesquisa é indispensável selecionar o método de pesquisa a utilizar. De acordo com as características da pesquisa poderão ser escolhidas várias modalidades de pesquisa, sendo possível aliar o qualitativo ao quantitativo. 
      Neste trabalho utilizou-se as pesquisas bibliográfica e de campo.  A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas .já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, página de web sites. Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto.
                   A pesquisa de Campo, foi realizada no próprio Colégio de Aplicação com os alunos das 5ª e 6ª séries. Uma vez que os alunos destas séries são os que estão em sua fase inicial no colégio e os demais na fase intermediária assimilando as possibilidades permitidas no CODAP.
Para Oliveira (2001, p. 163) os instrumentos de pesquisa “são esboços práticos que servem de orientação na montagem dos formulários, questionários, roteiros de entrevistas, escalas de operação ou atitudes e outros aspectos, além de fornecer indicação sobre o tempo e o material necessário à realização de uma pesquisa.” O instrumento de pesquisa utilizado para a aquisição dos dados foi o questionário, que é um instrumento de pesquisa constituído por uma série de perguntas organizadas com o objetivo de levantar dados para uma pesquisa, cujas respostas dadas pelo elemento ou pelo pesquisador sem a assistência direta ou orientação do investigador. E  além de ser mais direto e objetivo, ele foi o instrumento mais prático, uma vez que o questionário não precisa ser acompanhado, já que o utilizado pelos pesquisadores foi com questões fechadas, e não se tem um tempo muito grande disponível por parte de alunos, professores e direção da escola para responderam a possíveis entrevistas ou questionários abertos.
   No que se refere ao método de abordagem, de acordo com Cervo (2002, p. 40), método “é a ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir um fim dado ou um resultado desejado. Nas ciências, entende-se por método o conjunto de processos empregados na investigação e na demonstração da verdade.” Segundo o autor, os métodos de abordagem são: indutivo, dedutivo, hipotético-dedutivo, dialético, quantitativo, e qualitativo. O método de abordagem utilizado neste trabalho será o quanti-qualitativo, porque fez-se uso de instrumentos estatísticos e foi observada a qualidade dos dados analisados.
                  Para Oliveira (2001, p.160) “universo de pesquisa é o conjunto de seres animados ou inanimados que apresentem pelo menos uma característica em comum”. O universo de pesquisa foi o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe.
Na visão de Vergara (2004, p.35) “sujeitos da pesquisa são as pessoas que fornecerão os dados de que você necessita”. Neste trabalho os sujeitos da pesquisa foram os alunos das 5ª e 6ª do CODAP, bem como professores e direção do referido colégio.
      De acordo com Richardson (1999, p.158), “amostra é quanto se toma certo número de elementos para averiguar algo sobre a população a que pertence, ou seja, é definido como qualquer subconjunto do universo.”          A amostra é a menor representação de um todo maior considerado para pesquisa. No caso deste trabalho a amostra foram os alunos das 5ª e 6ª séries do CODAP e os professores. O tipo de amostra escolhida para a realização deste trabalho foi a causal simples e a não-probabilística. Uma vez que na amostra causal simples é selecionada por um processo que não apenas dá a cada elemento da população uma oportunidade igual de ser incluído na amostra, mas também torna igualmente provável a escolha de todas as combinações possíveis do número desejado de casos. E a amostra não-probabilística consideram-se apenas os casos que vão aparecendo e continua-se o processo até que a amostra atinja determinado tamanho. 
 

Análise dos Resultados 

CONSIDERAÇÕES

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Referências:

CARVALHO, Maria Cecília M. Metodologia Científica Fundamentos e Técnicas: Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 1993.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

COSTA, Antônio Carlos Gomes da, CASCINO, Pasquale, SAVIANI, Dermeval. A Escola como Parceria da Família. In: Educador: novo milênio, novo perfil?. São Paulo: Paulus, 2000.

DELVAL, Juan. As Funções da Escola. In: Aprender na Vida e Aprender na Escola. Porto Alegre: Artmed, 2001.

DIOGO, Ana Matias. Família e escolaridade. Lisboa: Colibri, 1998.

GENOFRE, Roberto Maurício. Família: uma leitura jurídica. In: Família contemporânea em debate. 5ª ed. São Paulo: EDUC/Cortez, 2003.

MACHADO, Nilson José. Cidadania e Educação. 3 ed. São Paulo: Escrituras, 2001.

NOGUEIRA, Maria Alice; ROMANELLI, Geraldo. Família & Escola: trajetória de escolarização em camadas médias e populares. Petrópolis: Vozes, 2000.

OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira, 2001.

PRADO, Danda. O que é Família. 12 ed. Coleção Primeiros Passos. Ed. Brasiliense; São Paulo, 1991.

RICHARDSON, Roberto Jarry e Colaboradores. Pesquisa Social: Métodos e Técnicas. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1999.

VERGARA, Sylvia Constante. Projetos e relatórios de pesquisa em administração / Sylvia Constante Vergara 4º ed. São Paulo: Atlas. 2003.

Cristyano Ayres Machado biólogo professor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe de 2004 a 2006


Publicado por: Cristyano Ayres Machado

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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