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LIDANDO COM O TRANSTORNO DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO NA ESCOLA

Ansiedade faz parte do processo de desenvolvimento humano, não pode ser abordada somente pelo seu caráter negativo, mas pode ser considerada uma das condições naturais para o desenvolvimento integral da criança

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A ansiedade na infância representa uma preocupação social importante e de alta ocorrência. Atualmente, os Transtornos de Ansiedade são reconhecidos como um dos transtornos mais prevalentes em crianças e adolescentes, estando atrás apenas do Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade e do Transtorno de Conduta (ASBAHR, 2004).

É fundamental ressaltar que a ansiedade por si só não é boa ou ruim.  A ANSIEDADE faz parte do processo de desenvolvimento humano, não pode ser abordada somente pelo seu caráter negativo, mas pode ser considerada uma das condições naturais para o desenvolvimento integral da criança. No entanto, quando excessiva, leva a criança ao desenvolvimento de estratégias compensatórias para evitar o contato com aquilo que lhe causa temor.

Com base nesse contexto, Manfro & Asbahr (2002) pontuam que a ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente diversos do que se observa como norma naquela faixa etária e interferem com a qualidade de vida, o conforto emocional ou o desempenho diário do indivíduo. É muito comum confundir medo com ansiedade. Isso porque as diferenças entre um e outro são muito sutis e servem para nos proteger.

Qual a diferença entre medo e ansiedade?

De acordo com Netto (2009), o medo e a ansiedade são estados emocionais classificados como não prazerosos e desagradáveis, acompanhados por sentimentos de apreensão, insegurança e um conjunto de alterações comportamentais e psicofisiológicas: (aumento de atividades das glândulas sudoríparas, aumento das contrações cardiovasculares, taquicardia, palpitações, elevação da pressão arterial e a taxa do pulso), modificação na coloração da pele (enrubescimento ou palidez, dentre outros).

Tanto o medo como a ansiedade são emoções relacionadas à presença de ameaça. Então, como diferenciar medo e ansiedade e como determinar o que é uma reação que extrapola?

A Ansiedade

A palavra ansiedade é muito usada no dia a dia. Observamos muitas palavras como: afobado, apressado, inquieto, nervoso, pânico, medo, apreensão, preocupação, aflição, dentre outras, que as pessoas usam relacionando-as à experiência descrita como ansiedade. O fato é que essas nomenclaturas levaram a inúmeras confusões e imprecisão no uso do termo ansioso. Antes de tudo, consideramos fundamental desfazer essa confusão, esclarecendo a diferença entre medo e a ansiedade.

Banaco e Zamignani (2005), Gentil (1996), Bravin & de Farias, (2010), destacam que a ansiedade é uma emoção relacionada à presença de ameaça, de situações descritas como desagradáveis que causa desprazer, que cause um incômodo; essas situações iremos chamar aqui de eventos aversivos.  Assim, a ansiedade é vista como um estado emocional, interno, desagradável de medo e/ou apreensão diante de eventos aversivos, que vem acompanhado por desconforto devido à antecipação de um possível perigo, que ainda não está presente no ambiente. Ou seja, é uma resposta do indivíduo que está relacionada a um perigo incerto (ameaça potencial), seja porque o contexto é novo ou porque o estímulo do perigo esteve presente no passado, mas não está mais no ambiente. O desconforto presente na ansiedade costuma ser descrito por meio de sensações físicas tais como "frio na barriga", "coração apertado", "nó na garganta", "mãos suadas" e, além disso, é constantemente relacionando nas queixas com uma espécie de "efeito paralisante".

É fundamental ficar claro que o padrão característico dos transtornos de ansiedade é a esquiva fóbica, isto é, diante de um evento ameaçador ou incômodo, o indivíduo emite uma resposta que elimina, ameniza ou adia esse evento. (ZAMIGNANI; BANACO, 2005).

De forma simplificada, Sousa (2011) afirma que podemos visualizar a ansiedade como um "alarme" que possibilita aos indivíduos planejar suas ações. No entanto, esse “alerta”, que ajuda em alguns momentos, pode chegar a paralisar o indivíduo.

Face ao exposto, podemos destacar que a ansiedade, quando saudável, é produtiva e nos ajuda a enfrentar e resolver os problemas sem causar desconforto ou prejuízo às nossas vidas; entretanto, quando se torna persistente, pode vir a desencadear transtornos.

Nesse cenário, para que possamos diferenciar uma ansiedade considerada saudável da problemática, devemos estar atentos a alguns aspectos, são eles: intensidade, duração e frequência com a qual ocorrem os sintomas.

E o medo?

Por outro lado, o medo envolve a avaliação automática básica de um perigo real ou a ameaça do perigo em uma determinada situação. É uma emoção primária, como a raiva ou a tristeza que faz parte da natureza básica do ser humano. Sua função é sinalizar quando estamos em perigo, o que é importante para nos proteger na vida e no mundo. Sob seu efeito, o organismo se prepara para o enfrentamento de alguma ameaça. Alguém que não sente nenhum medo não se prepara em situação de risco. Porém, quando o medo é excessivo e faz com que sintamos perigos irreais como grandes ameaças, estamos diante de sua fase patológica (pânicos e fobias). (ZANONATO; PRADO, 2012).

Convém ressaltar que os Transtornos de Ansiedade podem ser subdivididos em: transtorno de ansiedade de separação, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade social, transtorno de ansiedade generalizada, fobia específica, dentre outros; os quais representam as formas mais prevalentes de psicopatologia em crianças e adolescentes.

Neste texto abordaremos o Transtorno de Ansiedade de Separação (TAS), com a finalidade de transmitir informações de forma acessível àqueles que tenham curiosidade e se interessem pelo tema, principalmente, aos educadores, visando auxiliá-los no reconhecimento de sinais e sintomas de Transtornos de Ansiedade; possibilitando  o encaminhamento precoce e adequado da criança para um especialista em saúde, bem como, sugerir diversas estratégias que podem ser aplicadas em sala de aula  com o objetivo de reduzir os danos na vida futura dessas crianças.

O Transtorno de Ansiedade de Separação infantil é marcado por sofrimento excessivo diante da possibilidade de alguma futura separação da casa, ou das pessoas com as quais a criança tem vínculo importante, precisando saber com insistência seu paradeiro, sentindo necessidade de permanecer em constante contato, por exemplo, por meio de telefonemas frequentes. É pertinente dizer que esse comportamento de ansiedade excessiva é inadequado ao estágio de desenvolvimento da criança e suficiente intenso para causar sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, acadêmico ou em outras áreas importantes da vida do paciente (APA, 2000).

Geralmente, as crianças apresentam sintomas físicos de ansiedade, tais como: dores de cabeça ou abdominal, náuseas, vômitos, sensação de desmaio, tremor e sudorese. Esses sintomas precisam estar acontecendo no mínimo há quatro semanas, do contrário, pode ser apenas uma ansiedade transitória. O transtorno de ansiedade de separação é diferenciado da ansiedade de separação normal quando os comportamentos apresentados pela criança (principalmente depois dos cinco anos), interfere significativamente nas atividades de vida diária e no desenvolvimento da criança causando sofrimento ou prejuízos significativos, como: ausências ou evasão escolar, dificuldades acadêmicas e isolamento social.

Fiquem atentos aos comportamentos apresentados pela criança com Transtorno de Ansiedade de Separação.

De acordo com Medeiros (2015):

• Geralmente, a criança faz previsões catastróficas de que vai ser abandonada, sequestrada, ficará doente ou sofrerá algum tipo de prejuízo se houver uma separação da figura de ligação. Essas preocupações podem ocorrer tanto em estado de vigília como durante o sono.

• São comuns pesadelos recorrentes sobre o tema separação, como sonhar com a casa pegando fogo, com um acidente de avião ou com alguma catástrofe. Em crianças pequenas, também há o relato de percepções incomuns à noite quando estão sozinhas em seus quartos, como a visão de monstros ou de pessoas as observando.

• É frequentemente descrito o medo excessivo de objetos, ou situações que possam ser interpretados pelas crianças como possíveis causas de separação. O medo de certos animais, monstros, assaltantes e viagens de carro seriam alguns exemplos.

• Os comportamentos observáveis são: recusa em ir à escola, dormir sozinho à noite, ir à casa de um amigo ou a uma festa.

• Crianças ou adolescentes com TAS dizem sentir muita saudade de casa.

• A criança com TAS superestima as consequências negativas derivadas de situações sociais. O grau e o tipo de medo podem variar. Algumas crianças podem apresentar ansiedade antecipatória, ou seja, começam a se preocupar, às vezes, dias antes do evento e se preparam para desempenhar-se melhor, ensaiando várias e várias vezes a sua participação.

• A criança busca proteção e segurança junto a pessoas familiares, em especial junto aos pais. Crianças e adolescentes com TAS tendem a interpretar as situações cotidianas como mais ameaçadoras do que crianças que não apresentam esse diagnóstico.

Saber identificar um estudante ansioso requer muita atenção, porque o aluno moderadamente ansioso costuma ser bom aluno: tira notas boas, são motivados e obedientes. Segundo Phillip Kendall (2016), uma forma de identificar um caso de ansiedade extrema é estar atento ao que a criança evita, como por exemplo, quando o medo se torna uma justificativa constante para não realizar alguma atividade.

Segundo Stallard (2010), é importante saber que muitas crianças não têm consciência da resposta de ansiedade, ou dos seus sintomas psicológicos, o que em alguns casos, pode ser mal interpretado por essas e/ou por seus pais como sinais de que esteja doente; por isso, faz-se importante, inicialmente, compreender a ansiedade da criança, bem como, ficar atento às seguintes contingências:

a. Quando a criança tem ansiedade. Quando acontece? Como reage o corpo? Que emoções sente? O que pensa? O que faz?

b. Avaliar ganhos secundários que a criança pode receber apresentando a queixa (por exemplo, se ela ganha mais atenção e cuidado das pessoas a sua volta quando apresenta o comportamento-problema).

Posto isso, como a escola pode atuar?

Na escola, além das faltas e dos atrasos para entrar em sala de aula, as crianças com Transtorno de Ansiedade de Separação evitam participar de atividades extracurriculares, como atividades esportivas ou grupos de estudo, pois sentem grande ansiedade de se distanciar de suas figuras afetivas, como pais ou familiares íntimos. Como resultado, essa criança apresentará prejuízo acadêmico, vínculos de amizade restritos a poucas ou a nenhuma criança, e comprometimento na aprendizagem (a ansiedade excessiva interfere na atenção seletiva, codificação de informações na memória, raciocínio, concentração e percepção, e seu desempenho em geral).

É importante destacar que, quando há recusa escolar, é fundamental uma parceria entre a escola, os pais e o terapeuta quanto aos objetivos, conduta e manejo do comportamento- problema. O retorno à escola deve ser gradual, pois se trata de uma readaptação, respeitando as limitações da criança e seu grau de sofrimento e comprometimento. O papel da escola é, aos poucos, mostrar ao aluno que ele possui habilidades e potencialidades; que as dificuldades fazem parte do desenvolvimento e que o ambiente escolar e a aprendizagem podem ser muito prazerosos.

Considerando que a escola também é uma das grandes fontes para o desenvolvimento da autonomia e da aprendizagem de repertório que promovem o bem-estar e a plenitude do indivíduo, sugere-se ao profissional, que ao perceber alunos que apresentem ansiedade de separação em suas classes, planejem intervenções pontuais de forma lúdica. Os procedimentos usados pelos professores devem ser adaptados de acordo com a faixa etária, e as habilidades cognitivas da criança, visando garantir a eficácia das ações.

Segundo Oliveira (2008) e Stallard (2010), o professor pode ajudar muito o aluno da seguinte forma:

a. Primeiramente, é importante que os professores selecionem os comportamentos que precisam ser encorajados ou fortalecidos; identifiquem os comportamentos a reduzir ou eliminar; tentem identificar, também os repertórios individuais acadêmicos e sociais; selecionem contingências de reforço para aumentar e manter condutas adequadas e acentue a utilização de reforço e de outras consequências planejadas (essa parte ser um pouco mais difícil para o professor, caso ele não tenha esse repertório desenvolvido pode procurar ajuda de um profissional psicólogo para auxiliá-lo).

b. Validar os sentimentos das crianças através de histórias infantis, conversas informais, trabalhos direcionados à arte.

Os professores podem pedir ao aluno para descrever o que ele está sentindo, ajudando-o a identificar as emoções e os sinais físicos que ocorrem após as situações que lhe geram medo diante da demanda escolar.

c. Oferecer-lhes oportunidades para a aprendizagem de resolução de problemas através de jogos e atividades lúdicas.

Planejar atividades que envolvam diretamente o aluno, como participar do projeto auxiliando o professor como monitor, “aluno - monitor” (solicitar ao aluno que realize pequenas tarefas fora da sala, como: transmitir um recado para outra professora. Solicitar ao aluno para ir buscar um livro ou qualquer material na biblioteca; entregar os materiais aos colegas; formar pequenos grupos para trabalho).

Organizar pequenas projetos que auxiliem as crianças a executar tarefas sozinhas e a conquistar sua independência. É fundamental que o professor identifique o tipo de estímulo que a criança gosta ou prefere para usá-lo como reforçador.

d. Quando a professora perceber algum tipo de angústia ou sofrimento na criança que apresenta quadros de ansiedade, além de algum tipo de diálogo encorajador, a mesma pode facilitar a situação dando um intervalo na aula e aplicando alguma atividade relaxante (atividade com música, pintura, dobradura, brincadeiras etc.).

e. Lembrando que, se a criança sente medo de falar em sala de aula, não a coloque em frente aos seus colegas imediatamente. Dê-lhe uma chance de ficar brevemente em frente à classe ou responder a perguntas simples. Dê a ela oportunidades para realizar tarefas de forma lenta e gradual para enfrentar cada situação com coragem.

f. Durante a realização das atividades, é fundamental reforçar comportamentos da criança de autonomia, de participação nas tarefas, de enfrentamento por parte da criança de situações difíceis.

g. A escola deve recomendar aos pais que a despedida seja algo natural. Os professores devem tentar destacar os aspectos positivos que a criança entrará em contato com sua estada na escola (o melhor amigo, a aula da disciplina que tem afinidade, as brincadeiras, uma professora, um funcionário, o lanche, entre outros).

h. Em aula, os professores podem estimular a escrita de cartões-de encorajamento. Sugere-se que a criança escreva ou desenhe a ideia principal que possibilitará o enfrentamento das situações temidas em um cartão, o qual permanecerá consigo e será utilizado sempre que necessário. É importante que o cartão esteja com a criança sempre que estiver enfrentando uma situação ansiogênica, a fim de que ela possa consultá-lo com facilidade.

Cabe destacar que o Transtorno de Ansiedade de Separação exige acompanhamento especializado, no entanto, os pais, familiares e/ou cuidadores podem desenvolver habilidades que irão ajudar a apoiar a sua criança no manejo ativo da sua resposta de ansiedade de separação.

Por fim, Bonfatti (2008) chama atenção para o papel dos pais no processo educacional. Os pais podem ajudar a criança demonstrando confiança pela escola; cumprindo a promessa de buscar ou de esperar a criança sempre no local combinado; dando espaço para a criança contar tudo sobre a escola. O trabalho com crianças é sempre em conjunto, envolvendo família e escola. É importante que a escola mantenha um canal aberto para o diálogo e coleta de informações com os pais e cuidadores.

REFERÊNCIA:

ASBAHR, F.. Transtornos ansiosos na infância e adolescência: aspectos clínicos e neurobiológicos. Jornal de Pediatria, 2004, 80 (2), S28-S34. Disponível: pepsic.bvsalud.org/scielo.php. Acesso: 27 de julho de 2017.

BONFATTI, Paulo. Ansiedade Infantil e os prejuízos na vida escolar. Disponível em http://www.acessa.com/infantil/dicas. Acesso em 10 de junho de 2018.

BRAVIN, A. A., & DE-FARIAS, A. K. C. R. Análise Comportamental do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Implicações para Avaliação e Tratamento. Em A. K. C. R. de-Farias (Org.), Análise Comportamental Clínica: Aspectos teóricos e estudos de caso (pp. 130-152). Porto Alegre: Artmed. 2010.

NETTO, E. F. Medo e ansiedade: aspectos comportamentais e neuroanatômicos. Santa Casa São Paulo. 2009; 54(2): 62-5. http://www.fcmsantacasasp.edu.br. Acesso em 03 de setembro de 2018.

MANFRO, G. & ASBAHR, F. R. (2002). Estudo retrospectivo da associação entre Transtorno de pânico em adultos e Transtorno de ansiedade na infância. Revista   Bras. Psiquiatria. no. 1

MEDEIROS, R. B. V. Avaliação de um protocolo cognitivo-comportamental para o tratamento de crianças e adolescentes portadores de Transtornos de Ansiedade.2005. Tese apresentada ao Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Disponível:  http://biblioteca.portalbolsasdeestudo.com.br. Acesso em 03 de setembro de 2018.

SOUZA, M.A.M. Terapia cognitivo comportamental em grupo para pré-adolescente com transtorno de ansiedade: Desenvolvimento das sessões e avaliação de respostas. Porto alegre. 2011. Dissertação apresentada ao Programa de pós-graduação em Ciências Médicas. Disponível em https://periodicos.set.edu.br. Acesso em 06 de setembro de 2018.

STALLARD, P. Ansiedade: Terapia cognitivo-comportamental para crianças e jovens (S. M. M. da Rosa, Trad.). Porto Alegre: Artmed.2010

TESSARO. D. Ansiedade na infância: uma abordagem cognitiva comportamental. Anais I Mostra de Iniciação Científica Curso de Psicologia da FSG. V.1, N.1 (2014) – ISSN XXXX-XXXX.

ZAMIGNANi, D. B. & BANACO, R. A. Um Panorama Analítico-Comportamental sobre os Transtornos de Ansiedade. Revista brasileira de terapia comportamental e cognitiva, 7(1), 77-92.2005

ZONONATTO, A., PRADO, L. C. Trabalhando com criança e suas famílias. Porto Alegre: Luiz Carlos Prado, 2012.

GETEC-GRUPO DE ESTUDO EM TERAPIAS COMPORTAMENTAIS

Adriana Sampaio Spinola: Psicóloga Clínica. Especialista em Terapia Analítico Comportamental.

Célia Leme de Camargo Silva: Psicologa Clínica. Especialista em Terapia Analítico- comportamental infantil

Eulina Gama Passos Neta: Pedagoga/Psicopedagoga/ Especialista em Educação Especial e Planejamneto Educacional. Psicóloga Clínica.

Maria Juliana Viana da Cruz: Psicologa Clínica.

Vilma Silva: Estudante de Psicologia

Por Adriana Spínola; Celia Camargo; Eulina Neta; Mª Juliana Cruz, Vilma Silva


Publicado por: Eulina Gama Passos Neta

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