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JANELAS DA PANDEMIA, UM OLHAR PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Educação

Estudo sobre a atual situação da educação de jovens e adultos

Resumo

O presente trabalho visa contribuir com as discussões existentes a respeitos das reuniões realizadas no IASES e relaciona-las com processos dos alunos socioeducandos. Considerando a importância de colaboração da Sedu, bem como apresentar os resultados óbitos nas formações no período de pandemia, em que distanciamento social foi necessária por conta dos riscos que a Covid-19 trouxe. As eventuais dificuldades de aulas online e participações do gestor frente as análises dos professores e suas contribuições que colaboraram para ajustes e ampliação de ações afirmativas e qualitativas com diversos procedimentos para processo de ensino e aprendizagem.

Vale ressaltar que as metodologias apontadas procuram detalhar que os interesses do gestor são compostos, e formulamos planos e métodos de aulas para complementação das reuniões da Sedu.

Palavras-chaves: Pandeia. EJA. Gestão escolar.

Resumen

El presente trabajo tiene como objetivo contribuir a las discusiones existentes sobre las reuniones realizadas en el IASES y relacionarlas con los procesos de X. Considerando la importancia de la colaboración de Y, así como presentar los resultados de las muertes en formaciones durante el período pandémico, en el que la distancia social fue necesario debido a los riesgos que traía Covid-19. Las eventuales dificultades de las clases online y la participación del directivo ante el análisis de los docentes y sus aportes que colaboraron para ajustar y ampliar las acciones afirmativas y cualitativas con diferentes procedimientos para el proceso de enseñanza y aprendizaje.

Cabe mencionar que las metodologías mencionadas buscan detallar que se componen los intereses del gerente, y formulamos planes y métodos de clases para complementar las reuniones de Sedu.

Palabras clave: Pandemia. EJA, Gestión escolar.

Introdução

Este trabalho traz informações sobre atuação dos profissionais da educação no Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espirito Santo (Iases), este órgão é responsável por fazer gestão e execução das medidas socioeducativas com conflito a lei do Estado através dos programas de atendimento em meio fechado, semiliberdade e meio aberto. Teve início 1967 trata-se de uma autarquia com personalidade jurídica de direito público interno, com autonomia administrativa e financeira, vinculada à secretaria de Direitos Humanos (SEDH) e mantida pelo governo do estado Espirito Santo. Em si sua pratica segue as diretrizes do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Sinase) para a aplicação das medidas e prevê ações nas áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, capacitação para trabalho com esporte. Atualmente, o Iases possui 13 instituições no Espirito Santo, contemplando as regiões norte, Sul e metropolitana. A Educação de Jovens e Adultos -EJA é uma modalidade de ensino que foi criada pelo Governo federal que possui todos níveis de escolaridade básica do país, hoje ela destinada para jovens, adultos e idosos que não tiveram acessos aos estudos em escola convencional na idade apropriada. Essa oferta possibilita uma qualificação para conseguir as melhores ofertadas no mercado de trabalho, e também permite ao aluno retome os estudos e termine com menos tempo.

Segundo o ministro, “o MEC considera a alfabetização uma política pública de educação prioritária e está trabalhando para sanar dívidas deixadas pela gestão anterior, na ordem de R$ 138 milhões, referentes aos programas Brasil Alfabetizado, Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Lançado em 2003, o Brasil Alfabetizado é um programa de fluxo contínuo, organizado por ciclos e com duração de oito meses. No Plano Plurianual 2016/2019, a meta de alfabetizandos por ciclo era de 1,5 milhão. No entanto, o atendimento no Brasil Alfabetizado vem diminuindo a partir 2013, quando abriu vagas para 1.113.450 alfabetizandos. Em 2014, o número de vagas caiu para 718.961 e em 2015, com execução em 2016, despencou para 168 mil atendidos”.

O IASES é uma autarquia publica, com personalidade jurídica de direitos públicos interno, com autonomia administrativa, técnica e financeira, vinculada à Secretaria de Estado da Justiça, que tem por finalidade formular, implementar e manter o sistema de atendimento responsável pela execução das medidas socioeducativas no estado do Espírito Santo. (ESPIRITO SANTO, 2005)

Foram abordadas nas reuniões com gestores e professores, orientações para aprendizagem dos jovens e adultos no ensino a distância, isolamento social. Destacando experiências com contatos uma formar de cartografia, onde foi presenciado as reuniões que compôs esse desenvolvimento educacional: Encontro formativo com profissionais da educação e da socio educação; videomonitoramento; e Janelas da pandemia.

Estando presente as contribuições em conjunto de proposições das ações visando potencializar os processos educacionais em tempo de confinamento e ensino a distância. No entanto, enfatizarei o desenvolvimento de reuniões pedagógicas, fazendo ciência e contribuição neste processo em tempos de pandemia.

As ideias valores, missão e visão da IASES é promover a socioeducação do adolescente a quem se atribui autoria de ato infracional, por meio da gestão participativa da política de atendimento socioeducativo no Espírito Santo, sustentada nos princípios dos direitos humanos e em conjunto com o Sistema de Garantia de Direitos.

Ser referência nacional até 2020 na gestão da política de atendimento socioeducativo, dentro das normativas nacionais e internacionais. Respeito, Ética, efetividade, Democracia, Solidariedade, Comprometimento, Exemplaridade.

Fazer a gestão e execução das medidas de socioeducação ao adolescente em conflito com a lei no Estado por meio dos programas de atendimento em meio fechado e semiliberdade. Atender os egressos do sistema socioeducativo para que, por meio de parcerias com programas de estágio, eles possam se colocar no mercado de trabalho.

Encontro formativo com profissionais da educação e da socio educação

“Não sei como pareço aos olhos do mundo, mas eu mesmo vejo-me como um pobre garoto que brincava na praia e se divertia em encontrar uma pedrinha mais lisa uma vez por outra, ou uma concha mais bonita do que de costume, enquanto o grande oceano da verdade se estendia totalmente inexplorado diante de mim.”
SIR ISAAC NEWTON.

Nesse encontro foi observado inicialmente a necessidade da implantação de uma proposta pedagógica capaz de potencializar os métodos, o professor deve “distinguir conteúdo acidental e fundamental, entre o principal e o secundário” onde o currículo deve promover o cuidado com a vida. A subjetividade como produção, o aluno tem o direito ao conhecimento de desenvolver a autonomia intelectual emancipatória.

O objetivo é criar uma crença para as relações dos sujeitos façam parte de uma rede escolarização na socio educação, preparando assim os indivíduos para vida social e reintegra-los. Sendo assim foram definidos na formação atributos que sirva de paramentos frente os discursos afins de forma nos indivíduos o pleno direito do exercício de sua cidadania.

A concepção do sujeito-cidadão, por sua vez, está ligada ao papel que comunidade socioeducativa o estimula para crescimento individual, e ao mesmo tempo que vai harmonizar com medidas que possibilite todos instrumentos capazes desenvolver o mundo que o cerca. A partir desses elementos e inúmeras articulações de programas com formas de potencializar o desenvolvimento cognitivo, estabelecer laços, empatia e valorização de ideias, respeito, admiração pelo outro, solidariedade, para que tal comunicação seja possibilitada para construção de valores.

Oferecer essa modalidade (EJA), nos dias de hoje requer um novo pensar acerca de políticas educacionais e suas propostas de inclusão. Nesse primeiro processo pensar apenas na alfabetização como forma emancipatória pode vim até garantir o desenvolvimento social deste aluno, mais a junção maior desses estudantes é se prepara para trabalho de forma qualificada que mercado exige é assim possuir autonomia profissional.

Videomonitoramento

Desenvolver ações que contribuam para auxilio da equipe de segurança e reforçar fiscalização na elaboração da logística e proteção de pessoas dentro da IASES, procedimentos e rotinas nas Unidades Socioeducativas. Não devem ser vistos como um problema, mas como uma solução para uma melhor segurança.

É preciso atenção redobrada e todo cuidado possível para uma boa gestão e controle das prisões, a gestão só funciona quando os responsáveis entendem, compreendem e sabem o que fazer em cada situação, e para uma melhor segurança, foi implementado procedimentos para as atividades de vide monitoramentos do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo- Iases, acompanhando todo o processo dentro e fora das instituições prisionais para uma melhor segurança, tanto para os que estão em cumprimento das medidas socioeducativas, quanto à todos os profissionais desta área, priorizando a vida e a efetividade do processo socioeducativo.

Conjunto de condições necessárias para que a privação da liberdade possa ocorrer com preservação do patrimônio e da integridade física, moral e psicológica da pessoa no cumprimento da medida socioeducativa, assim tanto os profissionais e os socio educandos possam viver em convivência nas unidades.

Objetivo

Acompanhar a dinâmica e o cotidiano das Unidades Socioeducativas, com ênfase nos eventos e na vigilância de pontos estratégicos, por meio de câmeras receptoras de imagens;

Identificar e analisar as imagens captadas visando subsidiar a tomada de decisões, o planejamento e os encaminhamentos das questões relacionadas à segurança e ao funcionamento em geral do Instituto;

Garantir o cumprimento da rotina socioeducativa, priorizando a vida, os Direitos Humanos e a efetividade do processo socioeducativo.

Nesse aspecto, a atividade de videomonitoramento nada mais é do que preservar e proteger a segurança de todos que compõe aquele espaço. 

E o que de fato é que isso precisa ser trabalhado em salas de aula e até mesmo nas mídias, pôr a educação ser aberta e universal. Todos tendo lugares no aprender, com o propósito de aplicar o ensino fundamental e médio com qualidade, para as pessoas que não possuem idade escolar e oportunidade. Vale destacar que, a maioria dos estudantes da EJA, são pessoas desempregadas ou trabalhadores que não tiveram a mesma oportunidade que outros docentes, como os que estão, hoje, no Ensino Superior, geralmente jovens que não conseguiram permanecer no ensino regular, por diversas razões, sobretudo, por não terem esse encorajamento.  E por conta disso, está se tornando cada vez mais preocupante a falta de recursos e interesses por parte destas pessoas que tiveram de abandonar seus estudos para uma vida difícil, com seus históricos de abandonos da escola.

A Sedu está fazendo este trabalho de reintegração e preocupação em tempos de pandemia, com reuniões, onde foram apresentadas propostas ligadas ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (IASES), e atividade de videomonitoramento nas Unidades Socioeducativas.

História da infância

As crianças como sujeito de direito começaram a ser reconhecidas em suas particularidades, seus valores e ocupar mais seu espaço no meio social, outrora a concepção de infância era sem valor algum. Nos dias de hoje, que seu direito é brincar, explorar, participar, conviver, expressar e conhece-se, os direitos devem ser assegurados na educação infantil.

Mas não devemos confundir, de início, fatos sociais com Ideias sociais. A ideia de infância é uma das grandes invenções Da Renascença. Talvez a mais humanitária. Neil Postman p.12.

Na reunião proposta sobre “História da infância” foi comentado todo o processo do reconhecimento da infância, a valorização da criança e adolescente. Por volta de 1800 a 1900 às crianças e adolescentes encaminhadas para trabalho doméstico e lavoura, o índice era de 70% de mortalidade infantil no Brasil; somente em 1990 teve o Estatuto da Criança e do Adolescente, onde Criança e adolescente foram vistos como um ser em desenvolvimento, como sujeito de direitos.

Foi debatido a respeito dos direitos das crianças, e dos adolescentes em processo socioeducativo, algumas reflexões constituídas em ação formadora que prepare o indivíduo social e sua vida para que seja reintegrado e sua cidadania resguardada. Por mais que seus direitos são desprezados e que ganha mais destaque são seus atos infracionais, ou seja, a criança comete algum ato infracional desumaniza a pessoas e foca-se logo em sua participação em medidas socioeducativas conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (eca), advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação.

Inúmeros motivos levam se evadir da escola, fazer esse diagnóstico é essencial, para consequentemente, conseguir criar soluções. Hoje com a reforma do ensino médio brasileiro, pretender revisar os objetivos educativos e flexibilizar o currículo do aluno, para torna o ambiente escolar instigante e enriquecedor. Para ensino educacional efetivo a inclusão desses jovens nas atividades escolares e fundamental, para isso um levantamento de tudo aquilo que impede e desmotiva o jovem frequentar as escolas.

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Gravidez e Maternidade precoce pode causar constrangimento sociais e limita o tempo disponível para estudos. Uma pesquisa de 2016 feita pelo MEC, OEI e Flacso revelou que 18% das meninas que pararam de estudar teve a gravidez como principal motivo.   

Atividades ilegais no causo uso de drogas e envolvimentos em outras atividades ilícitas rivaliza com frequência às aulas. Pobreza, o jovem às vezes não tem condições mínimas de alimentações, vestuário e higiene para frequentar a escola com dignidade. Violência física ou psicológicas, e assedio que pode acontecer dentro de casa, na escola e ruas, podendo gerar consequências graves e traumas que torna ir à escola uma experiencia insuportável. Entre outros casos acesso limitados, necessidade especial, mercado de trabalho, déficit de aprendizagem, qualidade de educação, clima escolar, percepção da importância, baixa resiliência emocional.

“A escola existe para formar sujeitos preparados para sobreviver nesta sociedade e, para isso, precisam da ciência, da cultura, da arte, precisam saber coisas, saber resolver dilemas, ter autonomia e responsabilidade, saber dos seus direitos e deveres, construir sua dignidade humana, ter uma autoimagem positiva, desenvolver capacidades cognitivas para apropriar-se criticamente dos benefícios da ciência e da tecnologia em favor do seu trabalho, da sua vida cotidiana, do seu crescimento pessoal.” (Libâneo).

A educação de adultos de como objetivo permitir que as pessoas tem uma mudança de vida e qualificação melhor em seu trabalho, em sua linguagem e participação na sociedade devido mudança de seu status quo.

GESTÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS.

“É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento a tua fala seja a tua prática. “— Paulo

A gestão tem a necessidade de repensar alguns fundamentos na educação, e iniciar conceitos sobre a mesma, com relação à integração entre as várias disciplinas, a administração da sala de aula, o financeiro escolar, a infraestrutura, dentre outros. A Gestão Democrática é uma forma de gerir uma instituição de maneira que possibilite a participação, transparência e democracia. Esse modelo de gestão, segundo Vieira (2005), representa um importante desafio na operacionalização das políticas de educação e no cotidiano da escola.  PPP é um instrumento que nortear e reflete as propostas educacional da instituição de ensino. Considerando sempre que é um documento que deve ser produzido por todas as escolas, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

É primordial para que sirva de base na elaboração de Projeto Político Pedagógico. Elaborar esse tipo de projeto é criar um guia para que a comunidade escolar — alunos, pais, professores, funcionários e gestores — consiga transformar sua própria realidade”.

As reuniões buscaram trazer para os pedagogos, gestores, professores, funcionários e alunos, discussões que busca de uma maneira progressiva autonomia de cada aluno e demonstrando como equipe que as colaborações e decisões tomadas implica em poder partilhado que fortalece a escola em sua responsabilidade  e para seu fortalecimento, buscando sempre  qualidade e equidade na esfera individual e coletiva  com práticas na liberdade da comunidade escolar, pois são elas que envolvem na elaboração desse documento norteador um gestão eficiente.

Janelas da pandemia

No retorno às aulas, o planejamento passou por algumas orientações pedagógicas, procedimentos sanitários para adaptar-se pandemia e diminui um pouco impacto frente o que educação sofreria.  Um retorno para a EJA e Ensino Médio nas unidades da IASES também requereria um processo que se enquadrasse de uma maneira em que não há necessidade de revezamentos por conta da quantidade de alunos. Alguns profissionais da educação fizeram relatos de que os agentes e técnicos estão trabalhando normalmente, seguindo os protocolos de segurança orientados, já alguns se mostraram insatisfeitos com as demandas de trabalhos durante pandemia, pois não conseguiram se estrutura e precisaram-se reinventar como todos no meio de todo esses processos, e, tiveram que se adequar as novas metodologias e recursos. As paredes são o limite da vida, o mundo virtual passa ser o contato com o espaço público e as janelas são concretamente o que lançam nosso olhar no espaço físico do mundo exterior.

“A prova de sucesso da nossa ação educativa é a felicidade da criança.” Maria Montessori

Falando de aulas remotas sem citar a desigualdade social é impossível, o que isolamento demostrou que a sociedade em grande parte população pobre tem sido muito difícil para estudar pôr no modelo a distância, a uma grande desigualdade escolar, essa população já não tem acesso a muitos quesito saneamento básico, segurança, saúde, e dentro da educação e que processo de equidade pode equilibrar, porem com advento da pandemia e soluções precárias para alguns, tornou-se também em algumas etapas a educação excludente e aumentando desnível pois foi presenciado que nem todos possuíam acesso as aulas de modo geral, “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola (Art. nº 206). As escolas ensinam muito mais que conteúdo. Ensinam modos de vida, ao desenvolver indivíduos conhecedores do seu papel, inseridos na coletividade de nossa sociedade.

A população de adolescentes que deve tem uma educação para preparação da vida como um todo também foi prejudicada pois às atividades pedagógicas não presenciais inibi seus desenvolvimentos do seu potencial comunicativo, pois os alunos demonstram as habilidades de pesquisa, autonomia e disciplina na condução de seus estudos. As dificuldades com os materiais propostos foi uma vida tanto do professor quanto do aluno, dentre muitos casos, o aluno sai como maior prejudicado, pois, nem todos se dedicado para educação, pela razão de terem que trabalhar conseguirem manter a sobrevivência.

A organização do retorno às aulas e a preocupação dos profissionais com os estudantes do grupo de risco neste tempo pandêmico aumento do contágio do Covid-19 com uma educação remota para que seja cumprido cargas horárias e os planejamentos. E os que não enquadram no grupo de risco, as aulas presenciais sofreram adaptações com flexibilização de aulas, sendo alterados os encontros presenciais.

Foi relatado dos direitos das crianças, e dos adolescentes em processo socioeducativo, atrelando a sua cidadania e a humanidade, por não desprezarem seus direitos como seres humanos. Também foi falado a respeito dos atos infracionais, ou seja, a criança comete algum ato infracional e logo deverá participar de medidas socioeducativas conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (eca), necessária os cumprimentos das medidas socioeducativas, advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação.

Vivencia em segurança socioeducativa

A segurança socioeducativa é o conjunto de condições necessárias para a privação da liberdade possa ocorrer com a preservação do patrimônio e da integridade física de todos trabalhadores, de uma forma moral e psicológica da pessoa em cumprimento de medida, para que cada profissional tenha uma boa convivência no local.

O Artigo 125 do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA encontra-se disposto na Seção VII, no capítulo "Da Internação". Trata-se, portanto, de norma específica no que se refere à internação do adolescente em conflito com a Lei submetido ao cumprimento de medida socioeducativa. O estudante é da responsabilidade do estado, deve o Estado garantir com o mesmo espírito prioritário da Lei, todas as garantias de Direito ao adolescente infrator internado, assim como das pessoas com atividade profissional.

Sempre são feitas vistorias em cada indivíduo, para o exemplo o uso de piercings e outros objetos inadequados no local de trabalho que deve ser descartado, para segurança tanto do educador e educando, essas vistorias devem ser rígidas e, pois, o mesmo segue sendo monitorado, muitos acabam transportando uma inquietação psicológica, causando estresses emocionais necessitando de observação mais de perto, o que deve ser feito com uma equipe dentro dos sistemas prisionais.

O indivíduo/aluno passa a ter todo um processo de isolamento no instituto penitenciário, inicia-se um processo de reeducação para seu convívio na sociedade. A prática educativa dentro das penitenciárias não é apenas algo de interesse do governo, mas de toda a sociedade, visando a transformação total do detento, tornando-o numa pessoa apta a retomar a sua vida social e tornando uma vida afastada dos seus atos infracionais cometidos.

O pedagogo neste ambiente, tem um papel necessário na transformação deste indivíduo, pois, com todo esse fracasso que girar em torno do detendo escolar que fazem os alunos se sentirem responsáveis, os tornam com baixa autoestima, sentimentos de medo, culpa, insegurança, vergonha e insuficiência, constituídos durante todos os anos de permanência e experiência na escola, determinam a avaliação que eles se fazem como alunos, dificultando não especificamente o processo de aprendizagem e até mesmo de alfabetização, além disso, definem quais serão seus planos de futuro e se podem ter alguma expectativa. E o professor deve potencializar os afetos e afecções, e acentuar o direito ao conhecimento como forma de desenvolver a autonomia emancipatória. A educação dentro do ambiente prisional deve ser vista como uma educação mais que transformadora, com a finalidade de conscientizar os detentos.

O objetivo da segurança no atendimento socioeducativo é tornar o ambiente seguro permitindo a execução da jornada socioeducativa, além de garantir a padronização do trabalho, minimizando falhas e evitando excessos e práticas e abusivas. E apresentado a segurança Socioeducativa voltada a garantia de direitos dos detentos e como os profissionais da educação devem agir e as medidas de segurança, como tais seu comportamento se estende a segurança dos pedagogos e professores envolvidos na educação.

Considerações finais

Refletir sobre Educação dos Jovens e Adultos é pensar em parte no aluno que deseja uma mudança de vida significativa, porem a sociedade deve estar sendo educada para recebe esses novos e futuros profissionais para qualquer esfera da sociedade, mesmo que muitos deles tenha passado pelo fracasso escolar, nota-se a buscam para abranger a forma de aprender de todos, mas muitos visam praticas em que os alunos que não se adaptam aos padrões pré-estabelecidos são tomados como problemas.

Os agentes da escola costumam criar um modelo de aluno ideal que exclui os que não se enquadrariam nele, não havendo qualquer reflexão dos processos sociais, históricos, culturais, econômicos e políticos, além das relações interpessoais e didáticas que envolvem o processo ensino aprendizagem e seu consequente sucesso ou fracasso.

Tivemos a oportunidade de participar de reuniões on-line com a equipe da Sedu e Iases neste tempo de pandemia e percebe que muito trabalho precisa ser feito, que as suas dificuldades e desafios em vez de atrapalhar devem promover junto às demais instituições a implementação coletiva de uma política pública socioeducativa ações governamentais e não governamentais para um processo qualitativo de uma inclusão social do adolescente. E que as atividades nas unidades Socioeducativas possam realizar um verdadeiro encontro formativo com profissionais da Educação e da socioeducação, onde estão elaborando um documento de oferta da educação básica no sistema socioeducativo do Espírito Santo.

A educação é o maior e melhor agente de mudança, pois através dele o homem consegue compreender melhor a si e o mundo em que vive, isso toda um cidadão integral completo podendo de uma participação ativa nas decisões.

Em suma, o mais importante pensar é que conceito de educação para EJA e mudanças de vida, experiencia de vida eles já tem, e juntamente com isso aprimoramento da escrita e leitura vai ajuda-los compreender e exercer seu papel de cidadania e sujeito social com equidade.

REFERÊNCIAS

  • https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-conceito-de-infancia-ao-longo-da-historia-ocidental.htm
  • POSTMAN, Neil. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro, Graphia, 2002.
  • Fonte: https://citacoes.in/autores/paulo-freire/
  • Estatuto da criança e do adolescente https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10598901/artigo-125-da-lei-n-8069-de-13-de-julho-de-1990

Publicado por: Luiz claudio cardoso de almeida

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. O Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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