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EDUCAÇÃO NA PÓS-MODERNIDADE

Educação

Análise sobre a educação na pós-modernidade.

A Educação é um bem de toda uma sociedade.

É a partir da Educação que a sociedade tem suas bases.

Saúde, Economia, Família, e tantos outros temas, são relevantes por existir a Educação.

É um bem tão caro que ninguém deveria negar.

Em muitas sociedades ela é valorizada. Já em outras, renegada.

Não existe sustentabilidade sem Educação.

E não se está tratando de uma Educação qualquer, e sim uma Educação com qualidade de vida para todos, que traga qualidade para as sociedades.

Poucos investimentos são usados para fazer da Educação um valor, já que até escolas e faculdades são, em muitos territórios, pouco valorizados.

Se o mundo entendesse que é ela quem traz dignidade humana, o Planeta Terra seria uma casa de convivências melhor.                        

A Educação não pode, como acontece em tantas sociedades, ser utilizada como arma de guerra para massacrar populações. É ela uma bandeira de Paz, ou ao menos deveria ser. Por meio dela a pessoa humana cresce em abundância e direitos são conquistados, e os existentes são melhorados e mantidos.                                             

Lamentavelmente, na história do mundo, a Educação precisou acontecer com muito suor, lágrimas e até sangue, para fixar suas teses.

Muitos homens e muitas mulheres de bem lutaram, e até hoje lutam, para apresentar a Educação ao mundo.

Se o mundo tem crise, é por faltar Educação.

Guerras, mortes, moléstias, falta de amor, e tantos outros males, são frutos de uma Educação de qualquer jeito, sem valor, sem respeitos, não trazem dignidade para a pessoa humana.

A paz é fruto do amor. Sem amor, não pode existir paz. E não é uma paz teórica, ufológica, metafísica, da tanscendência, é uma paz de fato e de direito.

Não é possível tantas desgraças humanas por falta do amor humano. Sem o amor humano, o mundo fica as escuras, as trevas do mal tomam conta das realidades, a morte vem.

A Educação foi construída desde as origens do mundo. Ela formou o mundo.

A partir dela, a escola, a faculdade, os institutos, e tantos outros espaços físicos de construções de ciências, tomaram formas.            

A materialização da Educação, a partir de idéias, teses, conceitos, foi uma vitória da humanidade.

Infelizmente, muitos homens e muitas mulheres sofreram, na pele, na alma, para o Planeta Terra ter uma Educação como a dos tempos atuais. Falta muito, entretanto, o começo está aí.

De acordo com artigo de Maria Cristina de Brito Lima, publicado no site “https://www.emerj.tjrj.jus.br/revistaemerj_online/edicoes/revista13/revista13_212.pdf”, com o título “A Educação como direito fundamental”:  “(...) A Inglaterra de 1833 foi brindada com o primeiro subsídio nacional a escolas populares. Ainda que muito pouco no início, aquele era o começo de uma nova fase, de um novo tempo, pois que ao Estado interessava a quantidade e a qualidade de instrução do seu povo.  (...) A liberdade, como valor, que permite ao homem os meios para efetivamente alcançar aquela liberdade que lhe propicie viver sem qualquer intervenção do Estado, deve visar à igualdade de oportunidades, o que só será possível com educação básica para todos, valendo esta como instrumento da liberdade, integrante do núcleo essencial de direitos que conduzem à cidadania. (...)”

O trabalho humano construiu a Educação.

Desde os tempos das cavernas, indo para o período medieval, já trazia marca da Educação. Claro que não com a fotogarafia que se tem hoje, até com prédios escolares e faculdades. Eram idéias, teses, pensamentos, conceitos, que desenhavam o tema da Educação.

De acordo com artigo de Amélia Hamze, publicado no site “https://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/educacao-como-desenvolvimento-global.htm”, com o título “Educação como desenvolvimento global”: “(...) O avanço científico tem aumentado as indagações sobre o universo, e a cada inovação tecnológica significativa, muda a visão que o homem tem de si mesmo. Com esta visão a Conferência Internacional de Educação em Genebra (2001) definiu as novas Diretrizes Educacionais como: aprender a aprender, aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver em comunidade (conviver). (...) Educação é um processo de desenvolvimento global, integrando os vários níveis de conhecimento e de expressão: sensorial, intuitivo, afetivo, racional e transcendental. (...)”

A fé, a religião, a crença na divindade, a religiosidade, foram sinais humanos da presença do tema da Educação no mundo. Pois os estudos, as leituras, toda uma literatura, era necessário para os grandes dominares os pequeninos e para o povo miserável, o povo pobre, conseguir viver bem e melhor. É um período que se pode entender como o período das idéias.

De acordo com o artigo de Iana Assunção de Aguiar e Elizete Passos, publicado no site “https://www.cairu.br/revista/arquivos/artigos/2014/Artigo%20A%20TECNOLOGIA%20COMO%20CAMINHO%20PARA%20UMA%20EDUCACAO%20CIDADA.pdf”, com o título “A tecnologia como caminho para uma educação cidadã”: “(...) É possível constatar que as últimas décadas foi um período de grande evolução na produção de conhecimento, com inúmeras transformações políticas e econômicas nas sociedades do mundo, devido ao surgimento de diversas inovações tecnológicas que possibilitaram a universalização da informação, permitindo saber, quase que instantaneamente, o que se passa em qualquer ponto da superfície do planeta. Neste contexto de mudanças rápidas a cidadania depende cada vez mais da educação institucionalizada atualizada para socialização dos saberes a fim tirar o indivíduo da condição de coadjuvante para protagonista, aquele que faz parte e atua dentro do seu contexto, utilizando a tecnologia como aliada.  (...)  Para que se possa viver em e na cidadania é preciso conhecimento. As considerações anteriores evidenciam que esse conhecimento é mediado pela educação e tecnologia na sociedade contemporânea, logo a educação integrada à tecnologia promove cidadania, estimulando indivíduos a desenvolver uma capacidade de debater, de negociar, de intervir, de fazer escolhas conscientes em relação ao bem-estar coletivo, em busca de uma sociedade democrática que promova práticas participativas e dialógicas tornando o meio que se vive habitável para si e para os outros.”

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O poder das armas é um outro período que contribuiu para a consolidação da Educação, já que as estratégias eram necessárias para um povo dominar outro. Claro que tudo pelo dinheiro. O tal poder era uma necessidade, pois que não dominava era dominado. E esta realidade foi forte até, em tese, mais ou menos o início do século XX. Entendido, claro que, suas forças estavam centradas até, em tese, mais ou menos o final do século XIX. Guerras, cruzadas, inquisições, nazismo, fascismo, e tantos outros regimes totalitários, monárquicos, fizeram parte da vida humana por um longo tempo, deixando marcas, cicatrizes, até os tempos de hoje. E, por incrível que pareça, ainda tem saudosistas daqueles tempos de trevas que fazem memória destes tempos para tentarem trazê-los para as realidades atuais. Tristemente, ainda existem nações que vivem as misérias humanas de regimes totalitários, monárquicos, mundo afora. Felizmente, são minorias. Nestes tempos e espaços de poder, que trazem mortes, quem sofre é o povo.

De acordo com artigo de Ródinei Páscoa Amélio, publicado no site “https://www.brasildefatomg.com.br/2021/02/22/artigo-a-educacao-durante-a-pandemia”, com o título “A Educação durante a pandemia”: “(...)  Que não percamos de vista os aprendizados dos que nos antecederam no pensar a educação, como Sêneca para quem "a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida" e John Dewey, que defende que “a educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.”

A Educação nasce de um parto doloroso, de uma verdadeira via dolorosa. Alegremente, ela conseguiu, apesar dos pesares, seu espaço no mundo.                                          

Mesmo com tantas mentes humanas doentes, a Educação ainda, e espera-se que por muitos séculos, é uma conquista.                                          

Se o mundo enfrenta uma crise mundial de saúde pública provocada pela Pandemia do Coronavírus (COVID-19), é por falta do respeito que a Educação merece.                                           

Falta valorizar, mais e mais, uma Educação que defenda o Meio Ambiente com todos os seus elementos. O que os países fazem, é pouquíssimo.                                           

A Educação, em tantas realidades, mundo afora, precisa sair do cuspe, quadro-de-giz e do giz. Precisa ser melhorada enquanto educação escolar.                                          

Suas teses, idéias, pensamentos, conceitos, precisam de atualizações aos novos tempos, as novas demandas das sociedades, as modernidades dos tempos de hoje.                                         

Outro tema que trata a Educação, sim, pois a Educação acolhe todos os temas, é o da política. E ai pode ser tratado a política partidária e as políticas públicas.                                           

A política partidária, uma desgraça para o mundo, mesmo que inicialmente tem nascido com intenções louváveis. Hoje ela se transformou, não apenas no Brasil, mais no mundo afora, em uma vilã de muitas democracias. Ela acaba matando a democracia, o que não deveria acontecer. É por meio dela que o poder destrói muitos sonhos humanos de um Planeta Terra melhor. Mesmo sendo a marca das democracias, ela precisa melhorar muito para atender ao povo. Ainda existem muitas marcas de mortes na política partidária que precisam desaparecer das realidades humanas. É ela que contribui, diretamente, para a fecundação, gestação e parto da corrupção. Se alastra pelas estruturas de governos, causando misérias humanas tantas. É uma luta longa e, em tese, sem fim.                                            

Já as políticas públicas, se trazem vida e dignidade humana, recebem as palmas do povo. Não políticas no sentido de ofertarem migalhas, esmolas, miudezas, para o povo. Políticas públicas que valorizem a pessoa humana e o meio ambiente com todos os seus elementos. Se os governos, os Estados Nações praticam políticas públicas com qualidades, o povo tem ajuda para viver bem e melhor, claro que, estas são apenas sinais para que a pessoa humana lute por seus direitos e busque melhorias para os já existentes. Pensar em políticas públicas é, em tese, ensinar o povo a pescar e não apenas dar isca, anzol, e outros equipamentos de pescaria. A pessoa humana tem corpo físico, alma e espírito, para lutar por sua vida, sem precisar apenas de migalhas para continuar vivendo.                                             

Um olhar grande, respeitoso, digno, justo, a partir de uma Educação, além paredes, com qualidades, no plural, é uma meta que precisa ser alcançada ali, aqui e acolá.                                             

Em Educação, o ontem é uma grande referência teórica para que hoje a pessoa humana construa um amanhã melhor diferente, justo, digno, de amor de paz, uma paz que transforma a vida humana e o meio ambiente com todos os seus elementos.

De acordo com artigo de Cássia Araújo de Oliveira, Waldir Ferreira de Abreu e Damião Bezerra Oliveira, publicado no site “file:///C:/Users/Pedro/Downloads/2754-10107-1-SM.pdf” com o título “Conhecimento e Educação na Pós-Modernidade”: “(...)  A produção de conhecimento pautada no modelo da racionalidade antiga e moderna não deixa intacto o campo da educação como reflexo desse tipo de racionalidade. Dessa forma, a educação e todo o campo de conhecimento humano priorizam o modelo da razão tomado-o como absoluto e, por conseguinte, este tipo de fundamentação do conhecimento esgotaria de maneira unilateral o sentido de tudo o que se pode chamar de racional.  (...)  O desafio que se impõe diante da atualidade consiste para o homem contemporâneo vivenciar questões de forma criativa, crítica e reflexiva. Nessa perspectiva, o debate em torno do confronto entre modernidade e pós-modernidade deve ser investigado para optar do que realmente seja possível ser levado em prática. (...) No processo de ensino e aprendizagem, o profissional pós-moderno constrói significados para a realidade  (...)”

Autor:  Pedro Paulo Sampaio de Farias

Professor; Pedagogo; Especialista em Educação; Especialista em Gestão Pública; Mestrando em Educação; Graduando em Direito; Líder Comunitário; Líder de Associação de Professores; Sindicalizado da Educação; Servidor Público Estadual e Municipal; Atuante em Movimentos Populares e Movimentos Sociais; Cristão Romano.


Publicado por: PEDRO PAULO SAMPAIO DE FARIAS

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