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A TECNOLOGIA ALIADA A EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Educação

Análise sobre o ensino aprendizado dos alunos, utilizando a tecnologia no processo de aprendizagem em sala de aula, em tempo de pandemia.

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo analisar através da pesquisa, o ensino aprendizado dos alunos, utilizando a tecnologia no processo de aprendizagem em sala de aula, em tempo de pandemia. Na impossibilidade de realizar os encontros presenciais entre professores e alunos, devido às medidas de isolamento social, as aulas remotas surgem como alternativa na educação, para reduzir os impactos negativos no processo de aprendizagem dos alunos em meio a pandemia. Com as aulas suspensas, a tecnologia tornou-se aliada do professor em sua metodologia de ensino. Muitas escolas, educadores, pais e alunos tiveram que passar do ensino presencial para o ensino remoto, e se adaptar a essa nova metodologia que utiliza meios tecnológicos para facilitar o acesso a educação, alunos e professores sem muito tempo de preparação, o que é um desafio bem grande para todos e, principalmente, para o professor, com isso foram desenvolvidas ferramentas de acesso as aulas e conteúdos escolares para manter o alunos engajado nos estudos e no desempenho dos seus conhecimentos, foram usadas ferramentas digitais como Google Meet, Google forms, WhatsApp e entre outros para facilitar o acesso e a aprendizagem dos alunos usando essas ferramentas inovadoras que facilita o ensino aprendizado dos mesmos. A equipe do PRP buscou o aprimoramento e formas de despertar e motivar os alunos a aprenderem de uma diferente fazendo o uso das ferramentas mencionadas para ajudar e facilitar nas práticas pedagógicas, junto com os professores preceptores, ainda foram vivenciadas atividades e projetos, em que os alunos se engajaram e participaram juntos com os residentes em sala, a sala de aula invertida, tiveram a participação e a colaboração de todos, utilizando formas de metodologias ativas e algumas dinâmicas atrativas para com os alunos.

PALAVRA-CHAVES: Educação. Tecnologia. Relato de experiência. aulas Remotas. Pesquisa de campo.

ABSTRACT:

The present work aims to analyze through research, the teaching and learning of students, using technology in the learning process in the classroom, in a time of pandemic. In the impossibility of holding face-to-face meetings between teachers and students, due to social isolation measures, remote classes emerge as na alternative in education, to reduce the negative impacts on the learning process of students amid the pandemic. With classes suspended, technology has become na ally of the teacher in his teaching methodology. Many schools, educators, parents and students had to move from face-to-face teaching to remote teaching, and adapt to this new methodology that uses technological means to facilitate access to education, students and teachers without much preparation time, which is a very big challenge for everyone and, especially, for the teacher, with this tools were developed to access classes and school content to keep students engaged in studies and in the performance of their knowledge, digital tools were used such as Google Meet, Google forms, WhatsApp and among others to facilitate access and student learning using these innovative tools that facilitate their teaching and learning. The PRP team sought to improve and find ways to awaken and motivate students to learn in a different way, making use of the tools mentioned to help and facilitate pedagogical practices, together with the preceptor teachers, activities and projects were still experienced, in which the Students engaged and participated together with the residents in the classroom, the inverted classroom, had the participation and collaboration of all, using forms of active methodologies and some attractive dynamics for the students.

KEYWORDS: Education. Technology. Experience report. Remote classes. Field research.

INTRODUÇÃO

O contexto histórico tem mostrado a sociedade os processos de adaptação, podemos chamar do novo paradigma, o que caracteriza esse paradigma é o fato de conter realizações científicas “reconhecidas durante algum tempo por alguma comunidade científica específica como proporcionando os fundamentos para sua prática posterior” (Kuhn, 1990, p.29). Desse modo, subentende-se que uma mudança no ambiente resulta no comportamento do indivíduo, de fato, a sociedade se constitui em mudanças contínuas, portanto, não se sabe ao certo qual paradigma seria o ideal, visto que todos contribuíram de forma positiva para que hoje tenha-se padronizado e idealizado um novo modelo que, talvez, será aprimorado futuramente.

Não existe tal coisa como um processo de educação neutra. Educação ou funciona como um instrumento que é usado para facilitar a integração das gerações na lógica do atual sistema e trazer conformidade com ele, ou ela se torna a “prática da liberdade”, o meio pelo qual homens e mulheres lidam de forma crítica com a realidade e descobrem como participar na transformação do seu mundo.” Paulo Freire (2010 P,18).

Freire acreditava que os homens precisam lidar com a realidade e o meio em que eles estão inseridos. Em tempos de pandemia, causada pelo Covid-19, professores e educadores estão sendo desafiados por um novo modelo de ensino, como alternativa, foi necessário fazer mudanças no setor educacional, fazendo com que a tecnologia tivesse o papel de levar o conhecimento através do seu próprio uso. Essa ferramenta vem ganhando espaço no cenário educacional, entretanto essa presença não se aplicava a todos os níveis escolares. Era bem comum a utilização da tecnologia no ensino superior, porém depois do isolamento social, especialistas sentiram a necessidade de implementá-la na educação básica.

“Não é possível melhorar a educação pelo simples aumento de recursos a ela atribuídos, pela modificação da política educacional, ou pela reorganização do sistema. É preciso melhorar o próprio ensino. Nada que não preencha as condições de uma tecnologia do ensino resolverá o problema.” Skinner (1972 P,246).

As aulas síncronas e assíncronas realizadas nesse contexto são atividades de ensino mediadas pela tecnologia, essas aulas remotas ou híbridas oferecem a continuidade da escolarização por meio desses recursos, sendo que a distância. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é mostrar a virtualidade do ensino e aprendizagem mediado por essas metodologias ativas que tem avultado segurança. Dessa forma, é importante salientar que não é somente as práticas pedagógicas neste novo modelo, mas também, o comportamento das pessoas envolvidas, desde os professores à alunos.

Nesse último ano, o mundo não tem sido o mesmo, vários hábitos vem sendo mudados dentro de nossa sociedade, com o impacto da covid-19. Onde toda a sociedade e vários setores foram desafiados a mudança, a ressignificação de alguns conceitos, e com a educação não foi diferente. Portões Fechados, docentes e discentes distantes do ambiente escolar, esse cenário foi vivenciado por milhões de pessoas. A pandemia já impactou os estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países – o que representa cerca de 91% do total de estudantes no planeta.

Para reverter esse cenário preocupante, professores tiveram que se adaptar a um novo normal onde seu maior aliado foi a tecnologia e a vontade de dar certo. Se dando da mesma forma para os alunos, onde apesar das diversas dificuldades do dia a dia e também do momento atípico da pandemia, tentam com garra manter a disciplina na hora do estudo.

Paulo Freire em sua Terceira Carta Pedagógica diz “Se a educação sozinha, não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. (FREIRE, 2000, p. 67). Nesta perspectiva, a educação não pode restringir-se aos problemas de sala de aula.

Os estágios do residência pedagógica foram vivenciados de forma virtual, infelizmente o grande desejo de ter essa experiência presencial ainda não foi possível. Mas com certeza ter vivido desta forma nos deu a oportunidade de desenvolver novas práticas pedagógicas e já nos familiarizar com essas novas ferramentas digitais para o suporte do processo de ensino e aprendizado dos alunos, assim construindo educação, mesmo cada um nas suas casas. Foi possível adquirir e aprender novas formas e jeitos de ensinar, novas práticas de conhecimentos utilizando diversas plataformas de mídias e elaboração de vídeo aulas, e um preparo de atividades e materiais didáticos entre outros, com o objetivo de enriquecer e aprimorar o ensino para os alunos dos anos finais do fundamental II

Paulo Freire (2010) “Não existe tal coisa como um processo de educação neutra. Educação ou funciona como um instrumento que é usado para facilitar a integração das gerações na lógica do atual sistema e trazer conformidade com ele, ou ela se torna a “prática da liberdade”, o meio pelo qual homens e mulheres lidam de forma crítica com a realidade e descobrem como participar na transformação do seu mundo.”

Freire acreditava que o homem precisa lidar com realidade e o meio a qual ele está inserido. Em tempos de pandemia causada pelo Covid-19, professores e educadores estão sendo desafiados por este novo modelo de ensino remoto como alternativa de levar o conhecimento através do uso da tecnologia. As aulas remotas realizadas no contexto do Coronavírus são atividades de ensino mediadas pela tecnologia, mas que se orientam pelos princípios da educação presencial. Aulas remotas oferecem a continuidade da escolarização por meio de recursos tecnológicos, só que a distância. Normalmente, as lições são encaminhadas às turmas pelos professores de cada matéria, no mesmo horário da aula presencial. Tecnologia é um produto da ciência e da engenharia que envolve um conjunto de instrumentos, métodos e técnicas que visam a resolução de problemas. É uma aplicação prática do conhecimento científico em diversas áreas de pesquisa. No entanto, há professores que vivem naquele antagonismo egocêntrico que acham que a tecnologia corrompe as pessoas e preferem ficar fadados ao modelo único e tradicional por terem receio de se desafiar, abdicaram das novas possibilidades e, agora, estão tendo dificuldade com o novo cenário.

OBJETIVOS

Esse artigo tem como objetivo analisar através da pesquisa, o ensino aprendizado dos alunos, utilizando a tecnologia no processo de aprendizagem em sala de aula, em tempo de pandemia.

Foram vivenciados em cada disciplina, os objetivos destacados através de estudo e conhecimento amplo de cada área, por meio de temas dirigidos sob a temática abordada e pela produção de atividades interdisciplinares para as turmas participantes.

Ainda nesse contexto, foram utilizadas ferramentas digitais entre elas estão o Google meet o qual está sendo muito usado e apropriado para o acesso dos alunos como também grupos no WhatsApp, esses meios utilizados mantém o intuito de enaltecer o ensino aprendizado dos alunos por meio dessa metodologia ativa e entre os demais meios utilizados como Word, Power Point e editores de vídeos a serem usados desde as preparações das aulas como também nas participações das regências em sala.

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Uma forma bastante usada nas discussões e participações dos alunos foram vividas em sala de aula invertida, que é um exemplo de metodologia de ensino que em muitos lugares estão utilizando dentro desse novo ensino, ou seja a educação online, a qual foi uma das forma de trabalhar os conteúdos e métodos a serem discutidos com os alunos.

Dessa maneira utilizamos esse meio de ensino remoto através da tecnologia. A ideia foi que os alunos estudasse todo o conteúdo antes das aulas remotas, através de materiais previamente preparados pelos estagiários e professores preceptores e, nos encontros, discutissem sobre o assunto, além de tirar todas às dúvidas antes de realizar os exercícios propostos nas aulas utilizando as ferramentas digitais, no processo de aprendizagem.

METODOLOGIA

Enfrentando o impacto da tecnologia como ferramenta de ensino e descobrindo novas formas de ensinar, aprendemos a nos manter pertos, mesmo de longe, neste contexto.

A impossibilidade de realizar os encontros presenciais entre professores e alunos, devido às medidas de isolamento social, as aulas remotas surgem como alternativa para reduzir os impactos negativos no processo de aprendizagem. Com as aulas suspensas, muitas escolas, educadores, pais e alunos tiveram que passar do ensino presencial para o ensino a distância (EaD) sem muito tempo de preparação, o que é um desafio bem grande para todos e principalmente para o professor. Muitos docentes sente uma sensação de impotência, na maioria das vezes, o medo e a insegurança vêm à tona diante de um vírus desconhecido que fez com que eles migrassem das aulas presenciais para o ensino à distância por causa do distanciamento social.

Na prática, o ensino remoto é feito por um professor que ministra aulas, sejam elas ao vivo ou gravadas, por meio de vídeo conferência ou recurso similar. Os educadores e estudantes têm enfrentado grandes desafios com as aulas remotas, afinal, as mudanças foram abruptas. Adaptar toda a dinâmica da sala de aula presencial para os ambientes virtuais demanda investimento de tempo e em tecnologia. Vale salientar que, nem todos os alunos tem condições favoráveis em casa para implementação de internet, pois muitos advém da zona rural que há certas dificuldades de redes tecnológicas, lidam também com o advento econômico, é necessário partir da premissa em que as oportunidades são poucas e no contexto familiar, ainda mais, pais vivem obrigados a deixar de colocar comida na mesa para ter uma internet boa para subsidiar o seguimento educacional dos vossos filhos. Portanto, as dificuldades não estão apenas no educador, mas também, no educando.

Enquanto a aula remota surge como resposta imediata ao momento atual, a modalidade de ensino a distância já é conhecida por muitos brasileiros há várias décadas. A diferença entre aulas remotas e a modalidade de ensino a distância (EAD), aula remota as aulas são ao vivo e remotas simulando o encontro presencial, o professor da disciplina disponível diariamente, conteúdo e material didático mais personalizados e ajustados pelo professor segundo a necessidade, avaliações mais centradas nas aulas, mais atividades síncronas.

Por outro lado, a aula (EAD), as aulas são gravadas, tutor/monitor como suporte de maneira atemporal, conteúdo e material didático mais padronizados, normalmente disponibilizados com antecedência, cronograma padronizado, avaliações padronizadas, atividades síncronas e assíncronas.

Com isso sugerimos ferramentas de ensino aprendizado para o público alunado, onde irão acessar suas aulas, documentos e atividades, para o enaltecimento do seus próprios conhecimentos adquiridos de maneira remota. Taís ferramentas separamos quatro dentre elas estão o Google Classroom, Google forms e Google meet. Ferramentas que já estão sendo usadas por grande parte das instituições que adotaram o ensino remoto.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Ao chegar ao final da experiência desse primeiro momento, observamos que nosso lucro em conhecimento adquirido é enorme, os momentos que estivemos em contado com as atividades e formações pedagógicas, certamente ficarão guardados em nossas memorias como parte de um passado construtivo e que poderemos espelhar-nos nele para que daqui para frente possa fazer as coisas com mais certeza do que queremos.

A educação sofreu muitos ajustes nessa realidade, espera-se, contudo que este momento vivenciado de forma global sirva de lembrete a resistência do professor, afinal mediante toda desvalorização profissional que a sociedade e governo lhe imputam, é ele quem no final mantém a luta por uma educação pública e de qualidade.(Bezerra, Veloso, Ribeiro, 2021)

Diante de todos os pontos apresentados, observamos toda as lutas dos profissionais envolvidos também na educação, mesmo muitas vezes desmotivados, fadado e mesmo com todo o medo que esse contexto nos trouxe, eles não esqueceram do seu dever, e com certeza fizeram e fazem o melhor que podem.

Esse primeiro módulo da residência pedagógica, me traz um sentimento de auto avaliação sobre o aperfeiçoamento da nossa prática docente, assim podendo observar um campo vasto de possibilidades, não só dentro de sala de aula, mas também, ter um olhar humanizado para a realidade dos alunos.

Foi elaborada uma pesquisa, onde apontam às dificuldades dos alunos em relação ao manuseio das ferramentas de acesso às aulas remotas, atividades e documentos anexados nas mesmas. Dentro dessa pesquisa observamos que muitos dos alunos tem dificuldades não somente às aulas remotas, mas também a dificuldade em não saber manusear os aplicativos de acesso às aulas remotas, colhemos resultados significantes para o melhoramento ao acesso às ferramentas de acesso às aulas remotas, vejamos que muitos dos alunos não estavam preparados para essa nova mudança de aulas remotas ( EAD).

Mas que tendem a melhorar em seus acessos às aulas, vejamos no gráfico das ferramentas de acesso às aulas e atividades, alguns dos alunos tem dificuldades ao acesso do Google forms, já a maioria dos alunos não tem em nenhuma das ferramentas disponibilizadas pela instituição de ensino superior, a qual os alunos do fundamental II foram entrevistados.

Um dos problemas também encontrados foi o acesso a internet, que alguns alunos não tem como acessar às aulas por falta de internet em sua residência, isso foi um fator encontrado e vivenciado nessa pesquisa, onde colhemos respostas de grande valia para a fundamentação desse trabalho já que estamos falando sobre às dificuldades do ensino remoto em tempo de pandemia, às dificuldades não é somente aqueles que não sabem acessar às ferramentas de ensino remoto, mas também a dificuldade do acesso a internet, expressando em modo geral, muitos dos alunos que não tem o acesso a internet passa por essas possíveis dificuldades de não terem em sua residência internet para acessar sua aula, enfim são possíveis dificuldades que muitos acaba ficando sem o acesso ao seu material de estudo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se então, que obtivemos consideráveis resultados, pois não somente construímos conhecimentos, mas, sobretudo, fizemos com que eles despertassem o desejo de buscar melhorar a cada dia.

Considerando-se tudo o que neste trabalho foi exposto e pesquisado é notório que durante as experiências que estão sendo presenciada com o índice da pandemia da Covid19, os estagiários do Programa Residência Pedagógica, utilizaram ferramentas digitais como uma forma de suporte para enfrentar os desafios educacionais dentro do meio escolar, estratégias que potencializam os métodos necessários e objetivos que beneficia a formação acadêmica. Foram várias as experiências e aprendizagens adquiridas nesse início de caminhada, vale ressaltar aspectos positivos, a convivência com professores experientes que demonstram um grande amor a profissão, e buscam utilizar novos métodos de ensino para que a aprendizagem se torne verdadeiramente efetiva.

Como a educação muda o mundo. A educação é uma arma poderosa. Atividades remotas, novas formas de organização do ensino, apoio da família no processo educacional, entre outros. Através da educação, um cidadão se torna um ser mais questionador, tem mais oportunidades no mercado de trabalho e melhoria na sua própria qualidade de vida. A importância de aprender para si mesmo é compartilhar os conhecimentos com os outros. A utilização de equipamentos como computadores conectados à internet e as diversas ferramentas disponíveis que os aplicativos de acesso às aulas remotas trazem, como textos, vídeos e imagens, tudo hiper conectado em único lugar, é uma ótima opção para prender a atenção dos alunos e para aperfeiçoar no manuseio ao acesso por parte dos discentes em suas aulas, atividades e nas elaborações de documentos, taís como Word e powerpoint. Ferramentas também de grande apoio para os discentes em seus trabalhos acadêmicos, trazem grande importância para a vida acadêmica dos mesmos.

Diante do que foi aplicado e vivenciado, tivemos uma experiência diferente, como o próprio Paulo Freire (2005, p.68) disse “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” A educação vem nos mostrando que realmente precisamos uns dos outros para que tudo isso possa ir crescendo cada vez mais. Sendo assim, o programa Residência Pedagógica busca sempre colocar a educação de forma inovadora e continuada, sempre caracterizando uma pratica assegurada pela parte teórica do ensino e aprendizagem.

REFERÊNCIAS

PAULO FREIRE. Pedagogia do oprimido: Ed. Rio de Janeiro, paz e terra, 1987.

SKINNER, B. F. Tecnologia do ensino. São Paulo: EPU, 1972.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25. Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 50 ed. Ver. E atual. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011. P. 95-101.

Bezerra, Narjara Peixoto Xavier, Antonia Pereira Veloso, and Emerson Ribeiro. “Ressignificando a prática docente: experiências em tempos de pandemia.” Práticas Educativas, Memórias e Oralidades-Ver. Pemo 3.2 (2021): 323917-323917.

 

Valderes Da Silva Andrade, Graduando em Licenciatura Plena em Letras-Inglês

Faculdade Do Belo Jardim- AEB-FBJ.


Publicado por: VALDERES DA SILVA ANDRADE

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