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A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO PARA O LÍDER

Educação

Motivação, conceitos de motivação e líder, biografia dos autores Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Idalberto Chiavenato e seus seguintes métodos de motivação.

RESUMO

Este artigo busca informar à um líder a importância de motivar seus funcionários, para isso, realizou - se uma apresentação das características de um líder, e intensificado. Analisando teorias da motivação de três especialistas importantes da história, que são: Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Idalberto Chiavenato. O maior objetivo é fazer com que o líder compreenda que o ato de motivar melhora desempenhos, faz com que os colaboradores tenham mais vontade de entregar um bom trabalho, e sintam-se recompensados adequadamente, oferecendo assim os resultados que a empresa procura, uma vez realizado este trabalho, todos ganharão e melhorarão seus resultados.

Palavras Chaves: Clima organizacional. Líder. Motivação.

ABSTRACT

The article seeks to inform the leader the importance of motivating their employees, was held a presentation of the characteristics of a leader, and intensified. Analyzing motivation theories of three important specialists in history, which are: Abraham Maslow, Frederick Herzberg and Idalberto Chiavenato. The greater goal is to cause the leader understands that the Act of motivating improves performance, causes employees to have more willingness to deliver good work, and feel rewarded properly, thus giving the results that the company seeks, once performed this work, all will win and improve its results.

Key words: Leader. Motivation. Organizational climate.

1.INTRODUÇÃO

O presente artigo tem como objetivo mostrar para um líder a importância de motivar seus seguidores para a obtenção de resultados favoráveis.

Foi realizado um levantamento de conceitos sobre o que é motivação, e sobre métodos de motivar o próximo a partir de conclusões de três especialistas que contribuíram muito: Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Idalberto Chiavenato. E com isso, fazer com que seja aderida a ideia de que, um líder deverá motivar seu empregado de uma maneira proveitosa a ambos, impulsionando a produtividade, e consequentemente o crescimento da empresa.

O artigo faz com que o leitor amplie suas noções sobre a importância dessa tarefa no clima organizacional, e faz com que seja avaliado o ato de motivar, desenvolver e compreender as necessidades do trabalhador.

2.METODOLOGIA

Para apresentação desse artigo foram realizadas pesquisas bibliográficas sobre motivação, conceitos de motivação e líder, biografia dos autores Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Idalberto Chiavenato e seus seguintes métodos de motivação.

As pesquisas foram correlacionadas, compondo este artigo com dados de respeitados pensadores.

3.RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1 Motivação

Motivar alguém abrange muitas e diferentes definições, o querer, estimular, procurar um motivo, torna o gestor responsável por parte da otimização do trabalho de seu subordinado. Um colaborador motivado auxilia a empresa a atingir suas metas de produtividade, construindo assim uma base cada vez mais sólida para o crescimento.

O dicionário do Aurélio diz que a palavra “Motivação” é uma palavra derivada do verbo Motivar, e quer dizer “Dar motivo a.”.

Montana (1999) refere-se à motivação como o processo que estimula o indivíduo para que o próprio tome ações que preenchem uma necessidade ou realize uma meta desejada.

Robbins e Decenzo (2001) consideram que a motivação seria a disposição de fazer alguma coisa, quando essa coisa é condicionada por sua capacidade de satisfazer alguma necessidade para o indivíduo.

Maximiniano, (2004) afirma que essa palavra deriva do latim motivus, movere, que significa mover. E que seu sentido original é fundamentado no processo onde o comportamento é incentivado, estimulado ou energizado por algum motivo ou alguma razão.

Portanto, a motivação é necessária para que seja realizado um trabalho com excelência, caso o contrário, a organização tende a perder com o mau desempenho do funcionário.

Com essas definições podemos então entender que a motivação faz com que o ser humano crie motivos, sinta-se energizado para a realização de tarefas, e consiga atingir metas através do incentivo por algo.

O ato de motivar faz com que as metas que antes eram impostas e difíceis de atingir, tornem-se mais leves, fazendo com que o trabalho necessário valha a pena e, no final terá a sensação de realização.

3.2 Líder

Ser um líder consiste em saber influenciar as pessoas por um objetivo comum, isso torna-se uma habilidade própria.

Existem vários conceitos sobre esse tema, em grande parte, a liderança é tratada como uma característica que pode ser desenvolvida, mas somente na prática.

Saber liderar é considerado um talento, é ter uma facilidade em inspirar as pessoas para o desenvolvimento do objetivo.

Segundo o dicionário do Aurélio, Líder é a pessoa que exerce influência sobre o comportamento, pensamento ou opinião dos outros, é a pessoa que lidera.

MOTA (1997) diz que o líder tem capacidade de influência alguém ou um grupo de pessoas de modo intencional, e essa influência envolve poder e autoridade.

Para Weinstein (2000) o líder se destaca na multidão, pois é fácil admirá-lo e imita-lo, ele encoraja a equipe e não tem favoritismo, é atencioso e acessível a todos, sabe lidar com compressão e faz críticas positivas, sabe reconhecer e recompensar o bom trabalho, sabe estimular o talento e a criatividade.

Para ALDAG (2002) ser líder é saber conduzir no caminho se colocando a frente.

Segundo Locke (2003) liderança é o processo de induzir outros à realização de ações na direção das metas comuns.

La-Combre (2004) explica que, liderar é conduzir um grupo de pessoas, influenciando seus comportamentos e suas ações para atingir objetivos e metas de interesse comum desse grupo, de acordo com uma visão do futuro, baseada em um conjunto coerente de ideias e princípios. É necessário que o líder tenha uma lista de características para se diferenciar em uma empresa:

  • Atencioso;
  • Confiante;
  • Convincente;
  • Curioso;
  • Corajoso;
  • Criterioso;
  • Decidido;
  • Ético;
  • Comunicativo;
  • Persistente;
  • Responsável;
  • Independente;
  • Leal;
  • Competente;
  • Carismático;
  • Respeitoso;
  • Inteligente.

Portanto, um líder deverá ser uma pessoa cheia de características, mas principalmente alguém que seja admirado, atencioso e saiba conduzir sua equipe, induzindo-os a seu favor e influenciando-os positivamente.

3.3 Métodos de Motivação

Existem muitas teorias que apresentam mecanismos de motivação, pois o processo é fundamental para impulsionar a vida do profissional e da empresa, nota-se a importância dessa ação, que já se tornou objeto de estudo de importantes pensadores. Entre eles temos Frederick Herzberg, Abraham Maslow, e Idalberto Chiavenato.

3.3.1 Abraham Maslow (Portal do Marketing)

Abraham Maslow (1954) foi um psicólogo que fundou o movimento humanista da psicologia, ele desenvolveu um modelo teórico em seu artigo “A Teoria da Motivação Humana” ou como ficou conhecida “Pirâmide de necessidades de Maslow”.

Maslow fez um estudo sobre o comportamento humano e, segundo seus resultados, o ser humano é motivado através de suas necessidades, sendo elas divididas da seguinte forma:

  • Necessidades fisiológicas, que são básicas, essas necessidades estão relacionadas à: comer, dormir, beber e outros.
  • Segurança, que é correlacionada à proteção em geral, tanto a saúde quanto as finanças.
  • Necessidades sociais, que são: a inserção do homem em grupos, aceitação social, amizades e relações íntimas.
  • Autoestima que é tudo o que aumenta o ego, ser autoconfiante, ser reconhecido, conquistar bens, ter o respeito das pessoas, e ser confiável.
  • Auto realização que é o ápice do desenvolvimento pessoal, essa etapa é onde se adquiri o prestígio.

O resultado de sua pesquisa em formato de uma pirâmide, presumi que o ser humano possui níveis hierárquicos de necessidade, e em sua base encontram aquelas que devem ser atendidas com prioridade e as de maior dificuldade ao topo. Quando as necessidades do colaborador são supridas, mesmo que parcialmente, ele desencadeará a motivação aumentando a dedicação e o envolvimento na prestação dos serviços.

3.3.2 Frederick Herzberg (História da Administração)

Frederick Herzberg (1992) foi um psicólogo e professor de gestão muito renomado, que se tornou conhecido por criar uma teoria de motivação, conhecido como Teoria dos Dois Fatores. Essa teoria apresenta dois principais fatores, sendo eles: Motivacionais e os Higiênicos.

Os fatores motivacionais são referentes ao cargo, as tarefas, e atividades exercidas, eles falam sobre a liberdade do subordinado, autonomia para decidir como proceder com seu trabalho, usar suas habilidades do jeito que achar melhor e definir suas próprias metas.

Os fatores higiênicos referem-se às condições físicas do local de trabalho, ele fala a respeito do salário, benefícios, política da empresa, clima, oportunidade de crescimento, e outros. Herzberg diz ainda que a presença desses fatores evita a chance de desmotivar o colaborador, porém não são elementos motivacionais. Mas para ele, prevenir a insatisfação dos empregados tem a mesma importância de incentivar a satisfação.

Tabela 1:  Tabela de fatores sobre satisfações e insatisfações de colaboradores

FATORES QUE LEVAM A INSATIFAÇÃO

FATORES QUE LEVAM A SATISFAÇÃO

Condições de Trabalho

Crescimento

Política da Empresa

Desenvolvimento

Relacionamento com funcionários

Responsabilidade

Segurança

Reconhecimento

Salário

Realização

Fonte: Frederick Herzberg, Sobre Administração 2011

Por fim, Frederick Herzberg conclui que, a satisfação dos profissionais não era a mesma que promovia a insatisfação e desmotivação, os fatores que motivavam eram o que estava relacionado ao trabalho desempenhado, as tarefas e responsabilidades do dia a dia. E as que promoviam desmotivação eram exclusivamente ambientais, sem relação ao cargo.

3.3.3 Idalberto Chiavenato (Instituto Chiavenato)

Chiavenato (1999) acredita que o ser humano é estimulado através de diversos fatores, o ambiente organizacional tem grau de relação muito grande com esse estimulo. Um local de trabalho onde existe animação, interesse e satisfação entre os membros tende a motivar, sem embargo torna-se desmotivador um local onde é comum os membros se sentirem frustrados, cansados e obsoletos, desencadeando o estresse, desinteresse, insatisfação e inconformismo.

Segundo Chiavenato, a organização também deve ter cuidado ao construir o modelo de remuneração, pois esse sistema atinge diretamente o empregado impactando seu desempenho motivacional.

O plano de remuneração criado por Chiavenato (1999) foi desenhado com dois objetivos: fazer com que a organização consiga alcançar suas metas e não deixar de lado o funcionário que receberá um salário ajustado às características do mercado, isso é importante pois, o funcionário trabalha porque tem necessidades de sobrevivência (comer, beber, vestir, morar, e etc.). Quando o funcionário atende de forma simples e descomplicada as metas da empresa, ganhando o cabido por sua função, automaticamente sente-se motivado.

Existem nove critérios onde deve ser definido e criado seu próprio modelo de remuneração, de forma que melhor satisfaça o estilo da empresa. Esses critérios são:

  • Equilíbrio interno X Equilíbrio externo: Equilíbrio interno é utilizado quando a empresa tem internamente um salário equilibrado entre seus funcionários, e o equilíbrio externo é quando a empresa tem salários equilibrados com cargos similares a outras empresas.
  • Remuneração fixa ou Remuneração variável: Remuneração fixa é aquela onde o empregado é pago através de salários mensais ou por hora, e o variável é aquele definido antecipadamente como, atingir metas ou atingir lucros da empresa.
  • Desempenho ou Tempo de casa: A empresa deve decidir se a remuneração do funcionário pode aumentar de acordo com o desempenho dele ou de acordo com o tempo de casa do mesmo.
  • Remuneração do cargo ou Remuneração da pessoa: A remuneração do cargo é quando todos que trabalham no mesmo cargo receberam um mesmo salário, se a empresa optar por remuneração por pessoa, funcionários que exercem o mesmo cargo podem ter salários diferentes.
  • Igualitarismo ou Elitismo: O igualitarismo é quando se tem uma maior quantidade de funcionários ou todos sob o mesmo sistema de remuneração, e elitismo quando é estabelecido um modelo diferente para grupos de funcionários ou de acordo com a hierarquia.
  • Remuneração abaixo do mercado ou Acima do Mercado: A empresa pode escolher um salário menor ou maior que o mercado oferece, isso tem relação direta nos custos de qualidade da empresa e na satisfação do empregado.
  • Prêmios monetários ou Prêmios não-monetários: As recompensas aos funcionários podem ser tanto monetárias, através de bonificações, quanto não-monetárias como estabilidade na empresa, cargos maiores.
  • Remuneração aberta ou Remuneração confidencial: Aberta é onde o funcionário tem total acesso ao salário de todos os outros funcionários, e remuneração confidencial quando o funcionário não tem dados sobre outros salários na empresa.
  • Centralização ou Descentralização das decisões salariais: O sistema centralizado é quando um órgão específico controla as remunerações, e descentralizado quando essa decisão se torna responsabilidade aos gerentes das equipes.

Ninguém trabalha de graça. Como parceiro da organização, cada funcionário está interessado em investir com trabalho, dedicação e esforço pessoal, com os seus conhecimentos e habilidades, desde que receba uma retribuição adequada (CHIAVENATO, 1999).

4.CONCLUSÃO

Motivar é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma, o que dá origem a alguma propensão, a um comportamento específico. As condições do ambiente corporativo são estimulantes, porém, o trabalhador deve estar sintonizado com seu cargo, deve sentir que ele está desenvolvendo suas aptidões e exercendo suas habilidades da melhor forma; nesse caso, sua motivação é dar os resultados de uma forma natural, pois ele já possui as habilidades necessárias para a função, não precisando ter um esforço maior que suporta para atingir as metas. A motivação será responsável pelo resultado obtido pela equipe. Um bom líder reconhece as necessidades de cada um, e consegue criar um plano motivacional onde sabe que cada funcionário trará o seu melhor resultado, assim, o verdadeiro líder dará a organização as metas impostas atingidas com sucesso. Diferente do líder que não reconhece a importância da motivação, que poderá até atingir as metas da empresa, porém com mais trabalho e muitas vezes perdendo seus funcionários pelo cansaço. Um líder afeta o clima organizacional, tem principalmente a propriedade de nortear os funcionários para que eles tragam resultados favoráveis à equipe. E para tornar-se um especialista em liderar, ele deve ter características e propriedades de um líder, sendo atencioso, confiante e convincente, além de saber que existem vários métodos de motivação, como por exemplo dar liberdade ao seu subordinado e autonomia para decidir como proceder o seu trabalho. Motivar seus liderados faz com que os objetivos sejam atingidos da melhor maneira possível. Com esses estilos podemos notar o quão amplo é o estuda da motivação, isso porque a motivação é um tema relacionado a algo inconstante que é o homem, e cada um tem um tipo de necessidade diferente do outro. Pois um bom líder é aquele que apresenta resultados, e os resultados são obtidos através da motivação que se dá aqueles que irão atingir as metas: o funcionário. O mesmo busca atender suas necessidades, e se ele consegue satisfazer essa carência, o processo de motivação obteve um resultado positivo.

5.AGRADECIMENTOS

Primeiramente agradecemos à Deus, por nos dar força para superar as dificuldades que encontramos no caminho.

A FATEC e todos do corpo docente, em especial aos professores Walter Eclache, Valdite Fuga e Elias Ribeiro de Castro que nos ajudaram perante as dúvidas que foram surgindo, a administração, direção e nosso professor e orientador Douglas de Matteu.

Aos nossos pais, pelo apoio e por nos auxiliarem nos momentos difíceis, aguentando nossas crises existenciais.

Aos nossos amigos que fizeram parte da nossa formação, nossa sincera gratidão.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

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CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

Dicionário do Aurélio, Publicado em: 2016-09-24, revisado em: 2017-02-27, Disponível em: ‹https://dicionariodoaurelio.com/lider›. Acesso em: 03 Mai. 2017.

Dicionário do Aurélio, Publicado em: 2016-09-24, revisado em: 2017-02-27.

 Disponível em: ‹https://dicionariodoaurelio.com/motivacao›. Acesso em: 03 Mai. 2017, . Acessos em  03  maio  2017.

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MARQUES, José Roberto. Oque é motivação segundo Maslow, 2014. Disponível em .

MASSUELA, L. Revista VEJA. “Cinco causas de desmotivação no trabalho — e como o chefe pode lidar com elas”, 2015. acesso em 27 mar. 2017.

MAXIMIANO, A. Teoria geral da administração. São Paulo. Editora Atlas, 2004.

MONTANA, P. Administração. São Paulo: Saraiva, 1999.

MOTA, Paulo Roberto. A ciência e a arte de ser dirigente. 8. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997.

PEREZ-RAMOS, Juan. Motivação no trabalho: abordagens teóricas. Psicol. USP,  São Paulo ,  v. 1, n. 2, p. 127-140, dez.  1990 .   Disponível em .

PERIARD, Gustavo. Tudo sobre a teoria dos dois fatores de Frederick Herzberg, 2011. Disponível em < http://www.sobreadministracao.com/tudo-sobre-a-teoria-dos-dois-fatores-de-frederick-herzberg/>.

SANTOS, Aline Marques e GÓIS, George da Silva. Motivação: uma análise do comportamento do indivíduo dentro das organizações, 2010. Disponível em .

WEINSTEIN, Bob. Odeio meu chefe. São Paulo: Manole, 2000.


Publicado por: Cristhiane Chagas Pinto

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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