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“O Professor Agente Transformador”

Educação

A pessoa “professor” da rede pública e particular está diante de um universo diverso de propostas e desafios a qual ao se envolver na aprendizagem de transformação. Ele atuará em outras realidades que não e a sua!

O professor está presente em todas as etapas da educação do sujeito epistêmico, que o leva a ser cheio de possibilidades” Aluno”, podendo se tornar alguém com olhar para: criticar, discutir, oportunizar, negar, aceitar, verbalizar, neutralizar, constranger, moralizar, banalizar, potencializar e errar.

A amostragem realizada através do questionário com dez perguntas para vinte e três professores, foi para mim o maior desafio e a maior recompensa durante o estudo em pedagogia, onde foi possível identificar o enfretamento das negativas, mesmo estando diante do processo pedagógico. Alguns não tiveram interessaram em responder, por questão egocêntrica ou pela neutralidade de interesses, o que me levou a pensar também na possibilidade de exposição, mais!!... Não tenho como afirmar tal pensamento.

O questionário faz uma crítica reflexiva ao pensamento o que é ser professor, seus sonhos, anseios seus interesses de mudanças, sua formação individual e coletiva e principalmente o seu maior desejo como educador. Diante desta reflexão o artigo propõem uma crítica questionadora do envolvimento cultural, pessoal, econômico e profissional no que diz ser o papel do professor.

Por outro lado entender que muitas vezes o indivíduo atua não só por questões econômicas, mais pelo desejo e o interesse em ser e estar presente como um pedagogo. Alinhavar está reflexão podemos afirmar e expressar sentimento realístico que envolve as faculdade mentais dialógicas do autoconceito. Transforme-se em Quem Você Quer Ser!!!.

A pessoa “professor” da rede pública e particular está diante de um universo diverso de propostas e desafios a qual ao se envolver na aprendizagem de transformação. Ele atuará em outras realidades que não e a sua!!. Este ambiente variável, mutação, flexível, adaptativo, transitório e versátil, acontece na realidade da situação econômica do aluno, por questões sociais, cultural, política do seu dia- dia. Não basta estar na diversificação dos desafios, temos que incluir neste diálogo as didáticas de aprendizagem assim como também as tecnologias que influência diretamente no conteúdo e na abordagem cognitiva do aluno, podendo ser de forma negativas ou positiva. O que tange a profissão ‘Professor”. E o que pode qualifica- ló ou distancia ló de sua vivência dentro de sala de aula. Este Universo diverso de saberes, pode traz sentimento que são a rejeição do coletivo e a inaplicalidade de saberes, e o desinteresse de aprendizagens. 

Investigar a transformação destes professores em seus diferentes contextos e suas instrumentação “didática” no uso diário nas suas disciplinas traz a resolutividade em muitos aspectos relevante o significado do seu papel e atuação com os aprendizes.

O Professor é um agente de transformação individual e coletivo e quando é um bom profissional, a sociedade o admira e apoia. Estar presente na vida do aluno e pertencer a suas aprendizagens escolares. Em um estado de engajamento de forma passiva a qual o professor respeita a escuta favorável dos alunos.

Pois hoje o aluno não quer mais ficar apenas sentado em uma cadeira olhando os conteúdos escritos na lousa, ou escrever em apostilas. Querem vislumbrar a rapidez da tecnologia e realizar trocas (relações sociais, imagens, informações, afetividade e ideias). E com isso favorecer a sua capacidade de compartilhar informações entre seus pares com o mundo, e a educação exerce o papel de estrema importância nesta evolução. É preciso que o professor esteja cada vez mais próximo aos alunos ajudando a desperta os seus interesses usando ferramentas que complementam e sugere admiração para o uso: refletir, filtrar, conhecer e entender significações e informações concretas. Com isso o professor tem papel fundamental neste processo formar cidadãos mais reflexivos e éticos.

Este professor pode transformar situações de esforços ou não em situações que transforma “o sujeito” aluno para se- apropria de novas tentativas possibilitando o estimulo e a sujeição podendo sê-las: emancipadora, libertadora, curadora, transformadora, contribuidora, sonhadora e acima de tudo de oportunidade nos aspectos de um autoconceito critico coletivo.

Alterar um diálogo das vivências e experiência em escolas pública/particulares e grande desafio, pois os professores trazem bagagens, manias, vontades e sua metodologias(didática), expondo ação emancipadora e de efeito; Entender que este processo reflexivo, está presente em um ambiente de escolhas principalmente a crítica e o mesmo que dizer que precisamos alinhar as novas possibilidade de desenvolvimento para os alunos e para o professor.

Realização suas próprias vontades é “com frequência dizemos que uma cultura é a sabedoria acumulada de um grupo de pessoas, mais a cultura também traz a estupidez acumulada de um grupo de pessoas, e a nossa própria cultura não e exceção”. Para nós e um pouco mais fácil examinar os próprios erros por causa da enorme variedade de modelos culturais aos quais estamos expostos. (A.Steves).

Para compreendermos melhor o tratamento de seus princípios ético-políticos, partiremos para a busca por argumentos das problemáticas: O professor oprimido e opressor muitas vezes não está com este propósito a mudanças o pensamento mais efetivo traz o medo, será trabalhoso e difícil de realizar, etc..... Estas tentativa torna se concreto o calar se ao que já existe e ao que não está bom continua não sendo bom!!!. Temos algumas escolas não propõe este diálogo, mais não há uma receita preparada para tais mudança.

A formação teórica está presente nas bases para completar as teorias temos também a internet com inúmeros cursos, etapas, dicas, formação, propostas e planos para compreende a conscientização como um processo permanente de ascensão para a condição do ser humano como professor em formação.

Mais este pensamento estético, só reproduz o concreto e a formalidade. A essência fica como proposta para a reflexiva aceitação humana. E, necessário que os seres humanos, a partir da consciência da riqueza natural e humana, convertam essas situações em oportunidades de superação. Pensar a liberdade do ser humano remete as condições de lugar e tempo onde as “situações-limites” estão para além do “[...] contorno infranqueável onde terminam todas as possibilidades, mas a margem real de onde começam as mais ricas possibilidades” (VIEIRA PINTO, 1960, v.2, p. 284).

A transição do ensinar, lecionar e recomendar para o confessar, abraçar e adotar requer muito mais do que diretrizes, parâmetros e temas transversais instituídos. Requer a reconfiguração do professor, meta que só será atingida através da preocupação séria com a formação desse profissional, incluindo-se aí, ênfase na formação do professor enquanto pessoa. Atualmente, o a Educação encontra-se no centro das atenções nos ininterruptos processos de transformação por que passamos. Não podemos fechar os olhos para o fato de essa Educação estar sendo conduzida por professores atônitos, confusos e envoltos por um mar de documentos oficiais e cobranças institucionais. Ser professor, hoje, antes de tudo é estarmos conscientes do constante vir-a-ser que essa virada de milênio nos exige.

O crítico algo que talvez seja novo ou já visto arriscando o viver a transpor conhecimento e a perturbar os pensamentos com multidisciplinaridade para transformar seus sonhos em realidade a uma pequena sociedade idealizadora de vontades saberes, fazeres e acima de tudo de aprender e errar. Só com cidadãos que, por todos os meios simbólicos (palavras) e sensíveis (som e imagem), se tornam conscientes da realidade em que vivem e das formas possíveis de transformá-la. (BOAL, 2009, p. 16).

Não sofrer para ver dias renovados e viver na tentativa de efetivação atraves do efetivo conhecimento, adquirido pelo que e importante na vida educacional. Não há diálogo!!, porém, se não há um profundo amor ao mundo e aos homens.

Não é possível a pronúncia do mundo, que é um ato de criação e recriação, se não há amor que a infunda. Porque é um ato de coragem, nunca de medo, o amor é compromisso com os homens. Onde que estejam estes, oprimidos, o ato de amor está em comprometer-se com sua causa. A causa de sua libertação. Mas, este compromisso, porque é amoroso, é dialógico.

A educação sempre foi a riqueza de um povo ninguém consegue tirar individualmente os seus conhecimentos e esforços para adquiri ló.

Ser em um agente de transformação “professor “e um ato de maior supremacia de um homem, e interagir como protagonista, para que estas mudanças ocorra é o resultado mais surpreendente!!!.

BOAL, Augusto. A Estética do Oprimido. Rio de Janeiro: Garamond, 2009, pág. 16.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 50ª edição rev. e atual. – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Consciência e realidade nacional. Rio de Janeiro: ISEB, 1960. 2 v.

ANDREAS STEVE, Transforme-se Em Quem Você Quer Ser. Editora. Summus. São Paulo.2005 pág. 15.


Publicado por: Valquiria Jarussi

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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