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DEFESA DO MEIO AMBIENTE: UMA DEFESA DA VIDA NO PLANETA TERRA

Biologia

Análise sobre defesa no meio ambiente.

Segundo trabalho acadêmico de Leila Aparecida Siqueira, disponível no site http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/2482/1/MD_ENSCIE_II_2011_60.pdf,  com o título  “Água fonte de vida”: “A importância da água hoje é um tema bastante abordado, por ser de grande interesse de todos. Este assunto gera grande discussão, pois o mais precioso bem da terra, indispensável à vida, está em perigo devido ao seu consumo que vem aumentando a cada dia no planeta enquanto as fontes estão secando.  (...)  a água em estado líquido também aparece nos rios, nos lagos e nas represas, infiltrada nos espaços do solo e das rochas, nas nuvens e nos seres vivos. Nesses casos ela proporciona uma concentração de sais geralmente inferior a água do mar.  (...)  O homem aprendeu a utilizar a força da água há muito tempo em seu favor, por ser esta uma fonte de energia.  (...)  A água por ser um solvente universal no ambiente é muito difícil achar água pura, em razão da facilidade com que as outras substâncias se misturam a ela. Mesmo a água da chuva, por exemplo, ao cair, traz impurezas do ar nela dissolvidas.  (...)  A água poluída contém impurezas que tornam imprópria ao consumo. Sendo assim, a água contaminada possui grande quantidade de impurezas e seres nocivos à saúde, não pode ser usada para o uso domestico (cozinhar, beber e banho). Segundo a ONU, estima-se que 80% das doenças são contraídas por causa da água poluída. (...)”

Existem cuidados com a maior riqueza que a natureza dá ao mundo: as águas? É fácil afirmar que Não.

Se todos os seres humanos tivessem a consciência do respeito ao ouro do mundo, as águas, cuidariam mais dele.

Não é preciso ser doutor, formado em faculdade, para ter um mínimo de sabedoria com relação ao valor das águas na vida do mundo.

Se a pessoa humana cuida, terá sempre.

Muitos seres humanos, muitos animais, estão nascendo todos os dias. Com isso, os volumes das águas diminuem. Mesmo que caiam chuvas durante 1 ano sem parar, será pouco para abastecer o mundo.

De acordo com trabalho de Denise de La Corte Bacci e  Ermelinda Moutinho Pataca, disponível no site “https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142008000200014 “, com o  título “Educação para a água”: “A água tem fundamental importância para a manutenção da vida no planeta (...) A presença ou ausência de água escreve a história, cria culturas e hábitos, determina a ocupação de territórios, vence batalhas, extingue e dá vida às espécies, determina o futuro de gerações. Nosso planeta não teria se transformado em ambiente apropriado para a vida sem a água. Desde a sua origem, os elementos hidrogênio e oxigênio se combinaram para dar origem ao elemento-chave da existência da vida. (...)  As dimensões espaço e tempo, que muitas vezes não são tratadas no ensino de ciências, apresentam uma relevância fundamental para a compreensão das questões relativas ao meio ambiente na educação. Apresentam-se como estratégias educativas sem as quais a compreensão integrada do meio ambiente é praticamente impossível. (...)   A educação para a água não pode, dessa forma, estar centrada apenas nos usos que fazemos dela, mas na visão de que a água é um bem que pertence a um sistema maior, integrado, que é um ciclo dinâmico sujeito às interferências humanas. (...)”

Existem projetos, milhares, programas, tantos, idéias, tantas, que focam o cuidado e o uso inteligente das águas.

Nenhum ser humano, animal e vegetal, do mundo, vive sem água.

Os esgotos, em tantos cantos do Planeta Terra, são mal tratados pelas populações. Eles poluem as águas. E os governos pouco fazem para transformar radicalmente está realidade de miséria.

O aproveitamento das águas, é pouco utilizado para manter as águas sempre potável para as pessoas humanas e para os animais. Existe um enorme desperdício das águas.

Enquanto existe chuva, existe água. Não é possível que tantas terras onde chove quase diariamente, falte tanta água. No nordeste do Brasil, esta carência já existe durante décadas.

Água é sinal de vida. Os seres vivos da natureza não podem ficar sem água.

Rios, riachos, cachoeiras, e afins, são de extrema relevância para que exista vida neste Planeta Terra.

Empresas, indústrias, fábricas, comércios, e outros bens de serviços, nas nações, nos países, precisam dedicar mais da metade de seus esforços para os cuidados com as águas. Não podem apenas focarem no dinheiro e esquecerem deste valioso bem.

Segundo trabalho acadêmico de Bianca da Silva Lima Miconi Costa, disponível no site https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/30920/1/MONOGRAFIA%20BIANCA%20ENCADERNA%C3%87%C3%83º.pdf , com o título  “Um estudo sobre a sustentabilidade”:  “(...) Nos últimos anos, a promoção do desenvolvimento sustentável fez com que muitas técnicas e políticas desenvolvimentistas fossem repensadas para o bem maior da sociedade e do planeta. Não obstante, os impactos gerados pelas atividades do homem, em especial àqueles com origem na construção civil, ainda são consideráveis.  (...) A sustentabilidade depende, essencialmente, da conscientização da população a respeito das adversidades mundiais, com ênfase para a degradação ambiental, problemas econômicos e desigualdades.  (...)  Culturalmente, pode-se entender a Sustentabilidade como um valor social que, uma vez adquirido pelo cidadão, pode ser propagado mediante ações de corresponsabilidade: do indivíduo para a sociedade (o todo). Deve-se, portanto, trabalhar de maneira conjunta de maneira a desenvolver ações que, conforme observado no estudo de caso, partem de uma pequena iniciativa que acaba se espalhando em toda a cultura local, promovendo a vivência da sustentabilidade e a formação humanística dos envolvidos. (...)”

Quem cuida, tem. Quem não cuida, perde.

Hoje, é fato afirmar, e a opinião pública, imprensa, mídias, redes sociais e meios de comunicação em geral, além de tantos artigos públicos e notórios, que os animais estão morrendo, desaparecendo.

Meio Ambiente e Progresso podem dialogar sim. Um depende do outro. Você sabe disso...

O cuidado com o Meio Ambiente é o cuidado com a vida. E vida saudável, é sinal de vida melhor, não apenas para o ser humano, vai além, para toda a humanidade.

É tão grandioso ouvir os cantos dos pássaros, assistir o nado dos peixes, apreciar as belezas das araras, se divertir com as alegrias com pequenos animais da natureza.

Uma convivência harmoniosa entre ser humano e Natureza animal, vegetal, mineral, é possível sim.

A fauna está morrendo. E a reposição não está existindo. Uma defesa, até radical, da vida no Planeta Terra, também passa pela defesa veemente desta fauna.

Quando o progresso chega, em muitos cantos deste Planeta, logo começa um estranho desaparecimento animal. Tantas raridades estão sendo extintas por culpa da mão da pessoa humana. Algo precisa abrir os olhos das pessoas humanas. Não é possível uma cegueira louca pelo dinheiro e se esquecer da vida. Prédios, paredes, asfalto, carros, e tantos sinais outros do progresso, precisam conviver em harmonia com a fauna, sem que um mate o outro. A vida humana precisa saber dividir espaço com a vida animal, sem que um ultrapasse os limites do outro sem agressões.

Caça e outras ações da pessoa humana não podem continuar matando os animais.

Existem, no Planeta Terra, vários grupos que lutam pela defesa desta fauna que era tão rica e agora está empobrecida pela destruição da mão da pessoa humana.

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Os governos precisam investir em seus países, em suas nações, na defesa da fauna neste Planeta. A fauna não é um bem apenas de um canto deste Planeta. A fauna é de toda a existência que aqui está. Outros tantos mais grupos, e pessoas, precisam formar uma grande corrente de lutas pela defesa da vida no Planeta. Se a fauna morre, também este Planeta aos poucos morrerá precocemente.

Brasil, África do Sul, Madagáscar, Equador, México, são algumas nações que ainda estão com uma fauna que sobrevive apesar das misérias humanas. E são misérias humanas mesmo e não desastres naturais.

Tigre; urso polar; morsa do pacífico; pingüim de Magalhães; tartaruga de couro; atum rabilho do Atlântico; gorila da montanha; borboleta monarca; rinoceronte de Java; panda gigante; águia imperial; são algumas das espécies que poderão ser extintas de vez se não foram salvas com urgência.

É possível salvar o Planeta e sua fauna, basta querer.

De acordo com trabalho acadêmico de Annelise Varanda Dante Abdalla, disponível no site “http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf”, com o título “A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres”: “(...) A fauna é um dos elementos imprescindíveis para a obtenção do meio ambiente ecologicamente equilibrado e a conseqüente sadia qualidade de vida, uma vez que ela junto com outros fatores mantém o funcionamento harmônico do ecossistema. (...)”

Mineradoras, madeireiras, garimpos, grilagem de terras, e outras ações humanas, desordenadas, estão matando a flora no Planeta Terra.

É de cortar o coração saber pelos meios públicos de comunicações sociais que tantas queimadas, tantos desastres provocados pela mão humana, sem exclusividade para as tragédias naturais, estão matando as florestas.

Séculos anteriores, o Planeta era rico em fauna. A partir de algumas décadas anteriores, o que se testemunha são restos do que antes era uma floresta.

Brasil e Estados Unidos, recentemente, registraram, e foi público e notório, incêndios tantos que destruíram parte considerável da vida nas florestas. Uma enorme tragédia que, com uma quase certeza, tem uma parcela das mãos das pessoas humanas, com suas ganâncias por dinheiro, sem pensar na vida, matam tantas terras.

Claro, e é fato, que já existem campanhas tantas para se plantar uma árvore. Tão valioso gesto é a esperança que o meio ambiente por ser salvo. Se for feita uma projeção para tempos posteriores, se acredita que novas florestas nasceram a partir de tantos belos gestos.

Como já citado, progresso e meio ambiente podem conviver em harmonia sem, necessariamente, um matar o outro. É preciso se ter paz, paz com a natureza. Se uma planta é retirada da terra e outra não via para o seu lugar, certamente, um dia, não se terá mais florestas no Planeta Terra.

Assim como as águas e a fauna, a flora, junto com a figura da pessoa humana, vem formar um meio ambiente preservado. E meio ambiente preservado é a preservação da própria vida neste Planeta.

Mata Atlântica (Brasil); Floresta da Indo-Birmânia; Florestas tropicais (Nova Zelândia);

Floresta de Sunda (Indonésia, Malásia e Brunei); Floresta de Filipinas; Montanhas das regiões Central e Sul da China; Floresta da Califórnia, nos Estados Unidos; são algumas das Florestas mais ameaçadas de extinção pelas mãos das pessoas humanas no mundo.

É possível salvar o Planeta e sua flora, basta querer.

De acordo com artigo de Eliani Fachim e  Vera Lucia M. S. Guarim, disponível no site https://www.scielo.br/pdf/abb/v9n2/v9n2a08.pdf, com o título “Conservação da biodiversidade -  Espécies da flora de Mato Grosso”: “(...)  O conhecimento humano a respeito da natureza, tem se aprofundado nas últimas décadas e isso levou a uma reformulação de muitos conceitos, inclusive a importância científica do estudo dos ecossistemas, com toda a sua riqueza e diversidade. Foi criado, assim o conceito de BIODIVERSIDADE. (...) O Brasil é considerado megadiverso, porque possui um patrimônio genético incomparável nos seus mais ricos ecossistemas. Uma de suas principais características é estar relacionado aos expressivos níveis de endemismos e, estes, basicamente, à grande diversidade de habitats e à extensão territorial do país. (...) O Estado de Mato Grosso, com seu vasto espaço territorial, está caracterizado por três regiões biogeográficas - a amazônica, o cerrado e o pantanal - diferenciados, tanto pela estrutura, como pelas espécies e densidade de indivíduos por hectare, ostentando uma situação privilegiada, no que se refere a potencialidade dos recursos naturais. (...)”

Conferência de Estocolmo; Eco-92; Rio + 10; Rio + 20; Conferência das Partes – Protocolo de Kyoto; Protocolo de Montreal; Acordo de Paris; Tratado Antártico; Direito do Mar; Conferência de Mar del Plata; Decênio da Água; Conferência de Dublin; Fórum Mundial da Água; Ano Internacional da Água Doce; Convenção de Bona; Convenção sobre Diversidade Biológica; 1ª Jornada de Educação Ambiental; Abandono do Carvão; Acordo Integral de Economia e Comércio; Acordo para a Conservação das Aves Aquáticas Migratórias Afro-Eurosiáticas; Acordo sobre a Conservação dos Gorilas e seus Habitats; Agenda 21; Consenso de Monterrey; Convenção Africana sobre a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais; Convenção de Barcelona; Convenção de Bona; Convenção de Londres; Convenção de Modificação Ambiental;

Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio; Convenção Internacional para a Regulação da Atividade Baleeira; Convenção OSPAR; Convenção para a Preservação de Animais Selvagens, Pássaros e Peixes na África; Convenção para a Proteção da Flora, da Fauna e das Belezas Cênicas Naturais dos Países da América; Convenção para Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos; Convenção Relativa à Preservação da Fauna e da Flora em Seu Estado Natural; Convenção de Roterdã; Convenção sobre a Poluição Atmosférica Transfronteiriça a Longa Distância; Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional; Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção; Convenção sobre a Vida Selvagem e os Habitats Naturais na Europa; Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Protocolo de Annapolis; Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança; Protocolo de Montreal; Protocolo de Nagoia; Protocolo de Proteção Ambiental do Tratado da Antártica; foram encontros e iniciativas que ajudaram muito na defesa do Meio Ambiente no Planeta Terra.

Em um processo consciente de sustentabilidade a economia, o social e o meio ambiente nunca se separam, ao contrário, se unem em uma grande corrente em defesa da vida no Planeta Terra, sem preconceitos, discriminações, intolerâncias e outros processos menores de misérias humanas.

De acordo com a música cantada por Guilherme Arantes, “Planeta Água”, disponível no site “https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/”: “(...) Águas que movem moinhos /  São as mesmas águas que encharcam o chão / E sempre voltam humildes / Pro fundo da terra / Pro fundo da terra (...)”

Autor:  Pedro Paulo Sampaio de Farias

Professor; Pedagogo; Especialista em Educação; Especialista em Gestão Pública; Mestrando em Educação; Pós-graduando em Teologia; Pós-graduando em Antropologia; Graduando em Direito; Líder Comunitário; Líder de Associação de Professores; Sindicalizado da Educação; Servidor Público Estadual e Municipal; Atuante em Movimentos Populares e Movimentos Sociais; Cristão Romano.


Publicado por: PEDRO PAULO SAMPAIO DE FARIAS

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