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Uma Análise Comparada entre Brasil e Coreia do Sul: Impactos da Covid-19 na Sociedade e Economia

Atualidades

Ambos os países tomaram decisões diferentes em como lidar com a pandemia, e por fim, colheram resultados diferentes de suas decisões

RESUMO

Tendo em vista a diferença cultural entre Brasil e Coréia do Sul, não é surpreendente que em algumas decisões e pontos de vistas os governos e população, sejam diferentes e lidem com certos assuntos de formas diferentes também. Porém em determinados assuntos é muito importante o consenso geral para tomada de decisões em algumas práticas, como saúde, segurança e direitos humanos. A pandemia do Covid-19, no ano de 2020, evidenciou a importância de um consenso geral para uma dessas práticas, uma vez que o surgimento desse vírus foi algo que nenhum país poderia esperar, e teve impactos em todos os países, fossem eles desenvolvidos, em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, porém essa pandemia também evidenciou os países que estão preparados para as adversidades que nos cercam e que em meio as dificuldades conseguiram gerenciar esse período de crise com maestria, por outro lado, pode-se ver também, países que perderam o controle da situação dificultando mais ainda a vida das pessoas e piorando a economia nacional. Este artigo tem como objetivo realizar uma análise comparada entre Brasil e Coreia do Sul referente aos impactos da Covid-19 na sociedade e economia, uma vez que ambos os países tomaram decisões diferentes em como lidar com a pandemia, e por fim, colheram resultados diferentes de suas decisões. Essa pesquisa é documental e exploratória, por meio de fontes eletrônicas, periódicos e artigos. Com esse trabalho, conclui-se que a forma e a rapidez que as questões são tratadas, afetam drasticamente no resultado final de qualquer crise, seja ela na área da saúde, social ou econômica, no inicio da pandemia o mundo via a Coreia do Sul como potencial epicentro, por ser próxima a China, porém a Coreia se mostrou preparada para as adversidades do mundo, se tornando um dos maiores e mais bem organizados programas de controle de epidemias do mundo.

Palavra-chave: tomada de decisão, pandemia, economia, impacto.

INTRODUÇÃO

No último dia do ano de 2019, no dia 31 de dezembro de 2019, foi anunciado pela Organização Nacional de Saúde (OMS), que estava ocorrendo vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, na República Popular da China, também foi informado que o causador desses sintomas, tratava-se de um novo tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes em seres humanos.

Já no dia 07 de janeiro de 2020, uma semana depois do pronunciamento da OMS, autoridades chinesas vieram a público e confirmaram que haviam identificado um novo tipo de coronavírus. Com essa nova cepa, ao todo, existem 7 tipos de coronavírus já identificados em humanos, porém os que já foram identificados anteriormente são os causadores de “resfriados comuns”, que raramente causavam doenças mais graves em humanos. Porém esse novo coronavírus, nomeado de SARS-CoV-2 em 11 de fevereiro de 2020, é o responsável por causar a doença COVID-19, que causou várias mortes ao redor do mundo, afetando de forma agressiva pessoas com doenças crônicas, respiratórias, idosos, entre outros fatores, e se espalhando rapidamente, podendo ser contraído ao tocar em algo que uma pessoa infectada tenha contato, como também por películas no ar, por isso umas das primeiras medidas para tentar frear o contágio foi o uso de mascarás e posteriormente, distanciamento social, sendo necessário também a realização de lockdown.

No Brasil ao ser anunciado a necessidade de lockdown, houve uma grande preocupação entre todos, os empresários ficaram preocupados pela paralização das atividades de suas empresas, os colaboradores ficaram preocupados pela paralização de suas atividades e possível diminuição da remuneração e o governo preocupava-se com uma possível crise econômica, pois um país não se mantém firme, sem uma economia ativa. O lockdown, foi uma ação necessária, tendo em vista os índices de contágios, porém causou muitos efeitos colaterais negativos, por exemplo, em março de 2022 foi divulgado pela OMS, que no primeiro ano de COVID-19, os casos de ansiedade e depressão aumentou em 25%, os fatores citados para que isso acontecesse, deve-se pelo estresse causado pelo isolamento social, sentimento de solidão, medo da infecção, luto e preocupações financeiras.

Na gestão da Coreia do Sul, a abordagem foi diferente, mesmo sendo um país bem próximo da China, onde se originou o Covid-19, a Coreia do Sul nunca entrou em lockdown completo, tudo isso foi possível, pelas políticas públicas orquestradas. Segundo Thiago Mattos, um especialista em Políticas Públicas, a forma rápida que o governo gerenciou o problema, poupou vidas e também a economia do país, em meio essa tragédia a Coreia do Sul registrou retração econômica de apenas 1% em 2020, enquanto o PIB brasileiro retraiu em torno de 5%. O que podemos identificar é que o governo coreano não esperou até que o pior acontecesse, quando começaram a surgir os casos de Covid-19, o país investiu na disponibilizam de testes gratuitos para a população em caso de qualquer suspeita, pois obtendo o resultado é mais fácil você se cuidar, seguindo as recomendações, como também evita de estar infectando outros sem saber. O desenvolvimento de um app de geolocalização para as pessoas que estavam chegando de viagem, também foi uma ótima de ideia para monitorar os sintomas e saber de suas localizações, como também o sistema de envio de SMS informando se alguém testou positivo no local que você estava, foi uma forma única e incrivelmente eficaz, para alertar a população de um possível contagio.

Por esse breve resumo, é notável que as medidas e resultados foram bem diferente para ambos os países, que estavam sofrendo com o mesmo problema, portanto com o intuito de analisar mais a fundo os impactos da Covid-19, sociedade e economia dos dois países, foi decido efetuar a pesquisa através de um estudo documental e explanatório, no qual buscou-se comparar opiniões de autores, artigos e sites da Internet relacionado ao tema. Sendo assim, o objetivo principal do presente estudo é realizar uma análise comparada entre Brasil e Coreia do Sul, referente ao impacto da Covid-19 na Sociedade e Economia.

PANDEMIA DE COVID-19 NO BRASIL

No Brasil, a pandemia de Covid-19, teve início em 26 de fevereiro de 2020, após a primeira confirmação de infecção, detectada em um homem de 61 anos em São Paulo, que tinha realizado uma viagem à Itália. Desde então, até junho de 2022 (até em que estava sendo realizado essa pesquisa), confirmaram-se mais de 31 milhões de casos, segundo dados do Ministério da Saúde, causando mais de 600 mil mortes. Durante a pandemia, o Ministério da Saúde do Brasil, posicionou-se de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), ao adotar o isolamento social, com o objetivo de diminuir os casos de covid no país. As orientações defendidas pelo Ministério da Saúde, entravam em desacordo com o que o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro defendia, para Bolsonaro, o isolamento deveria ser praticado apenas para o grupo de risco e também defendia o uso de cloroquina e hidroxicloroquina (medicamentos sem eficácia comprovada), devido as diversas discordâncias entre o presidente e os ministros, durante a pandemia no Brasil, ocorreu a troca de dois ministros da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich), ambos médicos, então Bolsonaro delegou a função a Eduardo Pazuello, que era general de divisão do Exército Brasileiro. Devido as constantes mudanças que ocorreram durante a época da pandemia, e devido a demora para chegar a um consenso sobre as restrições e orientações, os casos de covid começaram a aumentar de forma acelerada. Como consequência da má gestão e consequentemente do aumento do número de casos e mortes no território nacional, em abril de 2020, apenas dois meses após o primeiro caso confirmado, o sistema de saúde de Manaus na Amazônia, entrou em colapso, chegando a ter que afastar profissionais da saúde por estarem infectados, sobrecarregando os que não estavam e também tendo a taxa de ocupação dos leitos dos hospitais chegarem a 100%. Em 4 de junho de 2020, o Brasil já ultrapassava de 30 mil mortes contabilizadas, superando a Itália.

Além dos impactos sociais e culturais, a pandemia afetou a economia do país, que vinha se recuperando da crise econômica de 2014. Em 30 de março de 2020, foi prevista uma retração no Produto Interno Bruto (PIB) para o ano, atrasando ainda mais o fim da crise e a retomada do crescimento. O país registrou 150 mil novos desempregados entre o início de março e a primeira quinzena de abril em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo estimativa do Ministério da Economia. No dia 14 de abril, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que a dívida bruta do governo deveria fechar em 85% ou mais do PIB, no ano de 2020, motivado pelas despesas do governo com as ações de combate à crise do novo coronavírus. Segundo a consultoria Capital Economics, o Brasil será um dos países que mais levarão tempo para se recuperar da crise econômica causada pela pandemia, devido o grande aumento da dívida pública. De acordo, com o relatório da consultoria, “as repercussões do forte aumento da dívida podem atrasar a recuperação de alguns países, incluindo Itália e Brasil, por uma década ou mais”.

PANDEMIA DE COVID-19 NA COREIA DO SUL

O primeiro caso na Coreia do Sul foi anunciado em 20 de janeiro de 2020, uma mulher chinesa de 35 anos foi confirmada como o primeiro caso, e o primeiro cidadão sul-coreano a ser infectado ocorreu três dias depois, um homem de 55 anos. que trabalhou em Wuhan, China. E um mês depois, o número de casos confirmados era de 346, de acordo com a Agência de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KDCA). Em 27 de fevereiro de 2020, a Coreia do Sul teve 13 mortes e cerca de 2.000 infecções, a maior depois da China, tornando-se um dos epicentros no início da pandemia. No entanto, o governo da Coreia do Sul investiu em várias medidas para parar o vírus, por exemplo: teste em massa na população e isolar qualquer pessoa infectada, além de rastrear e colocar em quarentena aqueles com quem teve contato, sem mais bloqueios. Os testes rápidos e extensivos realizados pela Coreia do Sul foram considerados bem-sucedidos em limitar a propagação do surto, sem usar a medida drástica de bloquear cidades inteiras. Por tudo isso, a Coreia do Sul foi e ainda é considerada um dos maiores e mais bem organizados programas de controle de epidemias do mundo. Em junho de 2022, houve 18.163.686 infecções e 24.258 mortes relacionadas ao coronavírus registradas no país desde o início da pandemia. Outra ação do governo sul-coreano que auxiliou no controle do surto foi fornecer aos cidadãos informações sobre como não se infectar e como evitar a propagação da doença. Isso inclui informações sobre a etiqueta da tosse, quando e como usar uma máscara facial e a importância do distanciamento físico e de ficar em casa. O governo sul-coreano também está enviando notificações de emergência diárias detalhando informações sobre locais com infecções relatadas e outras atualizações de status relacionadas à pandemia.

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A economia coreana também sofreu impactos, por conta da pandemia, mas comparado a outras nações, podemos dizer que foi um impacto pequeno. O PIB da Coreia do Sul (Produto Interno Bruto) contraiu 1% em 2020, este fato ocorreu pela primeira vez em 20 anos, conforme anunciado pelo Banco Central da Coreia, estimando que a economia do país será uma das menos afetadas na OCDE por os efeitos da pandemia. Esta contração deveu-se à fraqueza do consumo privado e das exportações, tornando-se a maior queda desde 1998, quando o PIB do país despencou 5,1% como resultado da crise financeira asiática. Já em 2021, já se via um crescimento da economia sul-coreana, os números finais apontavam para um avanço com um aumento do PIB de 4,0%, registando um forte crescimento e continuando a sua recuperação da recessão induzida pela pandemia.

IMPACTOS DA COVID-19 NA SOCIEDADE E ECONOMIA BRASILEIRA E SUL-COREANA

Os efeitos da pandemia variam amplamente e incluem desde impactos diretos na economia e empregos até efeitos indiretos na saúde mental das pessoas. Independentemente dos resultados obtidos individualmente de cada país, todos possuem os mesmos problemas atualmente, a intensidade pode ser diferente, mas o problema existe e se não for observado com a atenção necessária pode se tornar algo maior do que deveria. Um dos aspectos de longo prazo dos efeitos da pandemia é o impacto sobre o emprego, mercado de trabalho e das próprias fatalidades sobre a geração de consumo e renda. No Brasil, uma revisão feita pelo IBGE apresentou uma taxa de desemprego registrado em 14,9% em 2021, já na Coreia do Sul essa taxa foi registrada em 3,8%. Outro fator que preocupa é a inflação, uma vez que uma inflação alta reduz o poder de compra da população e pode resultar em uma crise econômica.

Logo, esses impactos diretos a economia causados pela pandemia, resulta em impactos indiretos na sociedade, e na população, uma delas sendo a saúde mental das pessoas em tempos de confinamento e temor pelo risco de adoecimento e morte, segundo dados divulgados pela OMS, em 02 de março de 2022, os casos de ansiedade e depressão cresceram em 25% durante a pandemia. Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, também disse que “As informações que temos agora sobre o impacto da Covid-19 na saúde mental pelo mundo são apenas a ponta do iceberg”. Essas informações devem servir de alerta para todos os países prestarem mais atenção à saúde mental e desenvolver um trabalho melhor no apoio à assuntos e projetos relacionado à saúde mental da população.

Com as restrições, somaram-se a perda de emprego, de vínculo com parentes e amigos, a solidão, medo de infecção, luto e preocupação financeira, o que intensificou o quadro de estresse, ansiedade e depressão em todo o mundo. Infelizmente, a pandemia atingiu mais aqueles que já eram vulneráveis. Os efeitos da Covid-19 no aumento das desigualdades existentes foram já documentados, no estudo publicado, nomeado “Mind the Gap: How COVID-19 is increasing inequality in Latin America and the Caribbean”. A crise causada pela pandemia da covid-19 afeta todas as dimensões da vida, os impactos na saúde e na atividade econômica são apenas os mais óbvios, porém evidenciando alguns desafios, se torna mais fácil e orgânico o estimulo a pesquisa, para análise e formação de tomada de decisão com o objetivo de implementação de medidas em resposta à pandemia, auxiliando na construção de estratégias que possam preparar as nações e governos melhor para qualquer situação inesperada que possa vir a surgir em algum momento.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo geral deste artigo foi comparar os impactos gerados pela pandemia da Covid-19, na sociedade e economia de dois países, sendo eles Brasil e Coreia do Sul. Como é possível acompanhar pelos gráficos apresentados, a quantidade de casos confirmados e óbitos pelo Covid entre Brasil e Coreia do Sul, há uma diferença enorme, segundo os dados do Ministério da Saúde do Brasil, do começo da pandemia até junho de 2022, houve a morte de mais de 600 mil habitantes, enquanto na Coreia do Sul, os dados mostram que nesse mesmo período, o registro de óbitos não chegava a 25 mil.

Conforme a comparação de relatos e tomadas de decisões de ambos os países, pode-se afirmar que a Coreia do Sul, mostrou-se um país modelo no combate a pandemia do coronavírus. O governo sul-coreano se mostrou eficiente, ao tomar decisões diferentes dos outros países, enquanto a maioria dos países só faziam testes nas pessoas que apresentavam possíveis sintomas do vírus, a Coreia investiu em testes de covid em massa, mesmo naqueles que não possuíam nenhum sintoma, com essa medida o governo e os estabelecimentos de saúde, teriam o controle e conhecimento de quantos pessoas realmente estavam infectadas e a partir daí tomar as cabíveis medidas, entre elas isolamento, internação (se necessário) e teste para confirmar a cura. Ao se antecipar em detectar o vírus e tratar aqueles que testaram positivo, isolando dos demais, a Coreia do Sul conseguiu controlar a quantidade de casos, e gerenciou de forma exemplar a quantidade diária de casos confirmados. Com isso, a Coreia do Sul, foi um dos poucos países que não precisou lockdown de cidades inteiras, como ocorreu no Brasil. No Brasil o país todo entrou em lockdown, sendo assim, gerando uma grande queda no nosso sistema econômico e consequências para a população.

Segundo os dados da OCDE devido a pandemia, no ano de 2020, o PIB do Brasil despencou em 4,1%, com uma taxa de desemprego registrado em 14,9%. Enquanto na Coreia do Sul, o PIB caiu apenas 1% (vale destacar que é um fato que acontece pela primeira vez em 20 anos), com uma taxa de desemprego registrado em 3,8%. Dessa forma, nota-se que as medidas de prevenção e diagnóstico precoce tomadas pelo governo coreano, além de salvar milhares de vidas dos seus cidadãos, conseguiu permanecer com uma economia quase intacta, mesmo estando em uma pandemia. Porém, no Brasil, a demora na tomada de decisões, e as opiniões divergentes de qual seria o melhor caminho a seguir, fez com que houvesse demora na liberação dos testes para covid, que impactou no tratamento das pessoas já infectadas, resultando em grandes quantidades de casos confirmados, que por fim gerou em lockdown e queda na economia, muitas pessoas tiveram que fechar seus negócios, gerando desempregos por todo o país.

Logo, constata-se que a má gestão e falta de tomada de decisões assertivas e timing errado, pode custar o desenvolvimento do país, saúde e bem-estar da população e por último e o mais importante, as vidas dos cidadãos.

REFERÊNCIAS

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The Guardian News. 2020. Disponível em: https://www.theguardian.com/commentisfree/2020/mar/20/south-korea-rapid-intrusive-measures-covid-19. Acesso em: 10 de Junho de 2022. 


Publicado por: SARA LARISSA ALVES PEREIRA DE LIMA

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. O Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.
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