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Arborização urbana

Atualidades

Análise sobre a importância da importância da arborização urbana.

RESUMO

A utilização de espaços verdes, além de viabilizar o acesso a ambientes públicos como parque, proporciona lazer e possui parcela da responsabilidade em diminuir efeitos advindos da alteração de ambientes urbanos, pesquisa-se sobre arborização urbana. Para tanto, é necessário evidenciar a importância da importância da arborização urbana. Realiza-se, então, uma um artigo de bibliográfica, sendo ela qualitativa básica, de caráter descritivo-exploratório onde houve pesquisas e leituras sobre o tema. Todos os autores e suas teorias foram muito importantes para que o aperfeiçoamento e a produção científica obtivessem êxito. Conclui-se que arborização causam, como meio de concretizar a conscientização, é enfatizado por alguns autores que a negativa em vista de dentro é o desencadeamento de impermeabilização do solo, poluição agravada, ar poluído devido a queima de combustível, risco grave de enchentes, energia em consumo abusivo, inundações e em decorrências perda de qualidade ambiental em áreas urbanas.

Palavras-chave: Arborização Urbana. Qualidade De Vida. Áreas Verdes Urbanas

ABSTRACT 

The use of green spaces, in addition to providing access topublic environments such as parks, provides leisure and has a share of responsibility in reducing effects resulting from thealteration of urban environments. To this end, it is necessaryto highlight the importance of urban afforestation. A bibliographical article is then carried out, being a basicqualitative one, of a descriptive-exploratory nature, in whichresearch and reading on the theme were done. All the authorsand their theories were very important for the improvementand scientific production to be successful. Conclui-se que arborização causam, como meio de concretizar a conscientização, é enfatizado por alguns autores que a negativa em vista de dentro é o desencadeamento de impermeabilização do solo, poluição agravada, ar poluído devido a queima de combustível, risco grave de inundentes, energia em consumo abusivo, inundações e em decorrências perda de qualidade ambiental em áreas urbanas.

Key-words: Urban Afforestation. Quality of Life. UrbanGreen Areas

1. INTRODUÇÃO

É ressaltado pela EMBRAPA (2002), que a arborização urbana pode ser entendida como uma cobertura vegetal existente nas cidades sendo de âmbito arbóreo, ressaltando compreensivamente as áreas livres, isto é de uso público, particulares e acompanhamento de sistema viário. Assim a conceitualização de arborização urbana enfatiza também a cobertura vegetal urbana de porte natural, arbóreo ou cultivado.

Por meio dos desempenhos que os serviços de ecossistema realizam é fundamental uma cobertura vegetal urbana, sendo capazes de ampliar a biodiversidade, causando melhorias na qualidade do oxigênio diminuindo os riscos de inundações, possibilitando a proporção de confortabilidade térmica, diminuição de utilizações de climatizador artificial, promovendo assim consequências possíveis em relação a saúde das pessoas e qualidade e bem estar de vida nas áreas urbanas.

Esse trabalho tem como objetivo evidenciar a importância da importância da arborização urbana. No ponto de vista ambiental existe um crescente processo de urbanização registrado em volta do globo com um todo, proporcionando consequências negativas. O que diz respeito ao negativo da urbanização é referente às impermeabilização do solo, supressão de vegetação, poluição disseminam-se vorazmente, riscos de inundações, enchentes e perda de qualidade ambiental urbana.

A metodologia utilizada neste projeto um artigo debibliográfica, sendo ela qualitativa básica, de caráter descritivo-exploratório onde houve pesquisas e leituras sobre o tema. Todos os autores e suas teorias foram muito importantes para que o aperfeiçoamento e a produção científica obtivessem êxito.

2. HISTÓRICO E BASE CONCEITUAL DE ÁREAS VERDES URBANAS

Partindo de jardinagens no Egito e cultos religiosos na China, os espaços arborizados passaram a ser inseridos. Porém iniciou-se na Grécia funções públicas de passeias elazer, os quais expandiram-se não apenas para passeios maus encontros filosóficos e suas discussões. No entanto, em Roma estes espaços destinam-se para pessoas com poderes aquisitivos mais elevados. Na idade média as áreas com espaços verdes determinaram-se a formações de quadras e aos poucos foram desaparecendo com o crescimento das cidades e suas edificações. No Renascimento, estes espaços transformaram-se em grandes cenografias partindo para o Romantismos com espaços de partes e lugares para descanso e distração das pessoas (MACIEL; BARBOSA, 2015; SIRVINSKAS, 2000).

No espaço Americano os espaços ou parques verdes como eram denominados se constituíram em meados do século XVI, que foi um forte fator no que tange a relação do homem para com o meio ambiente. No Brasil foi por volta do século XVIII onde ocorreram grandes influências do perfil estético da Europa, porém os objetivos principais eram votados na economia da natureza, os quais eram de interesse para a coroa Portuguesa. Mesmo com tanto foi apenas no término do século XX que houve interesses políticos em vista da formação de parques para todo o público (MACIEL; BARBOSA, 2015).

No Brasil a prática de arborização urbana é bastante nova pois suas iniciativas partem de cerca de 120 anos, neste período de iniciação a arborização ocorria de modo empírico. Em relação a atualidade não há estudos que estejam voltados à arborização urbana os quais foquem em abranger o território nacional como um todo (DUARTE et al., 2018).  É enfatizado pelos autores que há necessidade de maiores focos em tal assunto principalmente em ambientes federal, é dito pelos autores o seguinte a maior parte dos estudos sobre arborização urbana no Brasil tem se atido ao levantamento da arborização em âmbito local, ou seja, bairros, conjunto de bairros ou mesmo a área urbana de um município. 

São dois os termos fundamentais em vista da base conceitual do que diz respeito ao desenvolvimento arbóreo urbano sendo eles: arborização urbana e silvicultura. Em relação a silvicultura está diz respeito ao estudo de uma ciência voltada para o cuidado e manutenção de áreas verdes presentes em cidades ou próximas a elas como foco principal em proporcionar a biodiversidade estética, habitat para a fauna, recreação, proteção de bacias hidrográficas e do solo.(DUARTE,2018)

É enfatizado por Brun et al. (2007) que a silvicultura corresponde seu embasamento em planejamentos e ações que devem proporcionar a adaptação mais aquecida para espécies em ambientes urbanos. A arborização urbana para Sirvinskas (2000), corresponde a resguardar ou plantar árvores de modo espontâneo que visa integrar o meio ambiente natural tornando-se parte de um meio.

Em vista de Duarte et al. (2018) com uma contextualização um tanto mais atualizada a arborização urbana corresponde a uma descrição de uma cobertura vegetal e porte arbóreo existe no interior de cidades, de modo a abranger tanto espaços de âmbito público quanto os espaços viários e áreas particulares.

É comentado por Duarte et al. (2018) a forma como as áreas verdes passaram a serem reconhecidas no território nacional, pois o termo Arborização Urbana inicialmente foi utilizado no Brasil em vista da tradução do termo Urban Forest, termo este utilizado por autores norte-americanos. No tarô no Brasil foi amplamente utilizado como meio de arboricultura, isto é, o planejamento de árvores em locais e ambientes urbanos estando dissociado de conceitos originais de florestas urbanas.

De certo modo, a conceitualização de arborização urbana reflete a coberturas vegetais nas cidades, seja natural ou cultivada. As áreas verdes vistos como espaços livres possuindo o mínimo de 70,0% é função ecológica estética de lazer. É compreendido como arborização urbana toda e qualquer área constituinte de vegetação no âmbito urbano seja, arbustiva, herbácea e principalmente arbórea. Também estão compreendidas dentro desta categoria: jardins, quintais, praças, parques, canteiros em vias de circulação, as áreas preservadas, dentre outras formas de cobertura vegetal.(DUARTE et al., 2018).  

Um indicador de qualidade ambiental são as vegetações urbanas, assim alguns autores solidificam seus conceitos a respeito destes espaços. Pagliari e Dorigon (2013) por eles é descrito tais espaços como arborização urbana que aqueles que compõem características com composições em suas áreas seja de âmbito público ou privado de vegetação prevalentemente arbórea ou em estado natural que uma cidade apresenta, incluindo parques públicos, avenidas, as árvores das ruas e qualquer área verde contida nos centros urbanos.

Porém não uma formalização em vista do que significa o termo florestas urbanas, silvicultura urbana e arborização urbana. Suas definições refletem em expectativas altamente voltadas para o campo, validando ideias de florestas urbanas de modo a representar diversos espaços verdes (NESBITT, 2018). Está presente a falta de consenso ou concordância pode ser devido a diversos pontos de vista partindo de diferentes práticas como das ciências Biológicas, geográficas, engenharias do meio ambiente, arquitetura e outros organismos que possuem parcelas no que tange ambientações. É afirmado por Bargos e Matias (2011) que a presente falta de consenso propicia conflitos na avaliação da vegetação presente nas cidades, passando a prejudica a comparação entre pesquisas realizadas e tem resultado problemas no que refere-se a disseminação deste conhecimento em âmbito de ensino, de planejamento e de gestão das áreas verdes.

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2.1 IMPORTÂNCIA DA ARBORIZAÇÃO

Vale ressaltar a importância de relembrar que a paisagem urbana compõe-se de: casas, indústrias, comércios, paisagismo e arborização, energia elétrica, sistema viário, saneamento, manto, água, telecomunicações etc.

A respeito do que denota a EMBRAPA (2000), é de grande importância urbana a arborização. Pois além de proporcionar paisagem, também proporciona diversos benefícios à população como: purificação do ar pela fixação de poeiras e gases tóxicos e pela reciclagem de gases através dos mecanismos fotossintéticos; melhoria do microclima da cidade, pela retenção de umidade do solo e do ar e pela geração de sombra, evitando que os raios solares incidam diretamente sobre as pessoas; redução na velocidade do vento, influência no balanço hídrico, favorecendo a infiltração da água no solo e provocando evapotranspiração mais lenta; abrigo à fauna, propiciando uma variedade maior de espécies, e o que influencia positivamente ao ambiente, pois propicia maior equilíbrio das cadeias alimentares e diminuição de pragas e agentes vetores de doenças e amortecimento de ruídos.

É de responsabilidade e competência municipal a arborização no Brasil.Por mais que seja crescente a disposição tanto por parte dos organismos governamentais quanto por parte da população envolvida, pois são diversos os problemas que necessitam de enfrentamento pela falta de profissionais capacitados que possam estar dispostos a orientar a respeito da escolha de superfícies, plantio, tutor, grade de proteção, estiagem, irrigação e adubação.​A necessidade de um planejamento prévio em vista do alcance de um ambiente urbano de qualidade é necessário a fim de que problemas sejam evitados decorrentes do plantio. É fundamental que esteja nesse planejamento a análise da vegetação, localização e desenvolvimento da população (CEMIG, 1996).

2.2. BENEFÍCIOS DA ARBORIZAÇÃO URBANA PARA A QUALIDADE DE VIDA

Em relação aos sentidos humanos, locais compostos por arborização são mais agradáveis, pois a redução térmica é um efeito, de modo que temperaturas extremas sejam menores, pois existe controle na direção de ventos e sua velocidade, promovem sombra e contribuem para que seja reduzido a poluição sonora, visual e atmosférica. Neste mesmo contexto, as florestas em ambientes urbanos necessitam constituir um tipo de pré-requisição a fim de que seja saudável é essencial para harmonização entre ser humano e o ambiente pelo qual o mesmo está inserindo-se (SARTORI et al., 2018).

De modo realista vale ressaltar que ambientes urbanos são características mentes mais quentes que ambientes rurais, pois existe uma denominação para este fenômeno sendo ele “ilha de calor” este se dá pelo simples fato de as temperaturas urbanas sofrerem aumentos de cerca de 1,1ºC e 2,2ºC nas últimas quatro décadas.

Além disso suas consequências advém também da modificação da utilização da terra, remoções de espaços com vegetação e a pavimentação de ruas e avenidas nos espaços urbanos. (COUTO,1994)

São existentes no Brasil algumas leis de âmbito fundamental na legislação federal com relação à ambiente e do solo urbano que delimitam ações relativas ao meio ambiente e ao ordenamento do território, no entanto não existe uma política Nacional de Arborização Urbana. Mas vale ressaltar que houveram algumas iniciativas referentes a projetos de Lei - PLs as quais fizeram propostas quanto a possíveis alterações no Estatuto da Cidade - EC, procurando promover a incorporação urbana. Porém nenhuma dessas PLs instituiu-se como Lei, até então.

Assim, nota-se certa carência quanto às leis federais, estaduais e municipais com capacidade de orientação e regulamentação quanto à prática de Arborização Urbana.

Mesmo com esta carência de leis federais os Estados no Brasil, tem buscado realizar iniciativas a fim de uma incorporação em vista da Arborização Urbana no tocante a suas leis ou demais instrumentos de planejamento como projetos, programas e manuais, no entanto apenas seis destes foram encontradas leis que regulamentam a prática em vista da Arborização Urbana, sendo eles: Ceará, Piauí, Santa Catarina, Paraíba, São Paulo e Paraná.

Ainda é responsabilidade dos municípios grande parte da Arborização Urbana, pois a responsabilidade tange em elaborar planos e consequentemente ordenaram-se territorialmente. Porém a falta do alcance de informações em base dados como IBGE causa grande dificuldade no que tange ao levantamento de dados.

Em relação a carência em vista da Arborização Urbana no que diz respeito à legislação federal e estadual, não há suporte para que os municípios tratem a respeito de tal temática, pois ficam dependentes de Programas ou Manuais estaduais quando existentes, ou até mesmo dos manuais de companhias elétricas.

3. CONCLUSÃO 

A utilização de espaços verdes, além de viabilizar o acesso a ambientes públicos como parque, proporciona lazer e possui parcela da responsabilidade em diminuir efeitos advindos da alteração de ambientes urbanos. A construção das massas provocavam grandes impactos no que tange o microclima das regiões o que pode vir a ser amenizado por meio de presença de áreas vegetativas.

O levantamento de edificações contribuem para que de modo bastante amplo áreas fiquem com pouca ou quase nenhuma cobertura natural, o que torna-se resultado de mudanças em vista da energia solar, que por meio de processos físicos chegam na superfície, de modo que alguns elementos meteorológicos são alterados especificamente pelas temperaturas do ar e da superfície. Em vista de uma disposição estratégica de árvores em ambientes urbanos pode proporcionar a estes ambientes uma refração do ar de até 2 cga 8 ºC.

É fundamental ressaltar aqui os dados que a falta de arborização causam, como meio de concretizar a conscientização, é enfatizado por alguns autores que a negativa em vista de dentro é o desencadeamento de impermeabilização do solo, poluição agravada, ar poluído devido a queima de combustível, risco grave de enchentes, energia em consumo abusivo, inundações e em decorrências perda de qualidade ambiental em áreas urbanas.

Por meio de estudos bibliográficos notou-se que é existente uma relação entre qualidade de vida das pessoas e a arborização urbana. Este fato possui como base questões ambientais, psicológicas e estéticas. Em vista do que corresponde ao teórico, são existentes divergências conceituais por conta da multidisciplinaridade que está presente para discutir o tema.

REFERÊNCIA

BARGOS, D.C.; MATIAS, L. Fonseca. Áreas verdes urbanas: um estudo de revisão e proposta conceitual. RevSoc. Bras. Arbor. Urb., v.6, n.3, p.172-188, 2011.

BRUN, F.G.K; LINK, D.; BRUN, E.J. O emprego da arborização na manutenção da biodiversidade de fauna em áreas urbanas. Soc. Bras. Arboriz., v.2, n.1, p.117-127, 2007.

COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS. Manual de arborização. Belo Horizonte: CEMIG / Fundação Biodiversitas, 2011. 112 p.

COUTO, H.T.Z. Métodos de amostragem para avaliação de árvores de ruas. Cong. Bras. Arborização Urbana, v.2, p.169- 179. 1994.

DUARTE, T.E.P.N. et al. Reflexões sobre arborização urbana: desafios a serem superados para o incremento da arborização urbana no Brasil. Rev Agro. Meio Amb., v.11, n.1, p.327-341, 2018.

EMBRAPA. Arborização urbana e produção de mudas de essências florestais nativas em Corumbá, MS. Corumbá, 2002.

SARTORI, R. A. et al. Urban afforestation and favela: a studyin a community of Rio de Janeiro, Brazil. Urban ForestryUrban Greening, 2018

MACIEL, T.T.; BARBOSA, B.C. Áreas verdes urbanas: história, conceitos e importância ecológica. CES Rev, v.29, n.1, p.30-42, 2015.

PAGLIARI, S.C.; DORIGON, D. B. Arborização urbana: importância das espécies adequadas. Rev Unoesc Ciência - ACET, v.4, n.2, p.139-148, 2013.

NESBITT, L. et al. As dimensões da equidade verde urbana: uma estrutura para análise. Urban Forestr. UrbanGreen., v.34, p.240- 248, 2018


Publicado por: Ana Yasmin Pereira Sampaio

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