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Clean Code: princípios essenciais para desenvolvedores

Informática

Breve discussão sobre os princípios essenciais de clean code.

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor . Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: https://www.brasilescola.com.

RESUMO

O desenvolvimento de software tornou-se essencial em várias áreas da sociedade, sendo exigidos sistemas e aplicações mais seguras. Entretanto, muitos sistemas apresentam dificuldades de manutenção devido a baixa organização e eficiência de práticas que auxiliam na facilidade de desenvolvimento destes. Alguns pontos como o uso da prática do Clean Code é um grande e importante diferencial dentro de grandes e complexos softwares, que podem ajudar a facilitar o andamento e o desenvolvimento destes. Este artigo tem como objetivo  apresentar os princípios do Clean Code e discutir como a utilização deste contribui para o desenvolvimento de softwares e sistemas sustentáveis. 

INTRODUÇÃO

O conceito de Clean Code foi muito comentado até os dias atuais. Um Clean Code é aquele código que é fácil de ler, entender e realizar manutenções constantes, sem muitos comentários e funções longas que fogem da funcionalidade e do princípio inicial. Um dos principais nomes e considerado criador das melhores práticas Robert C. Martin transformou bastante a forma de escrever, organizar e testar códigos. Em 2001 ele foi um dos 17 criadores do Manifesto Ágil, documento que prioriza softwares funcionais, defensor do TDD e criador de diversas obras como "Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship" de 2008. 

DESENVOLVIMENTO

Escrever um bom código vai além de fazê-lo funcionar; Ele deve ser legível, executável e sustentável. Publicada em 2008, a obra de Robert C. Martin "Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship", Para isso, alguns passos são essenciais. 

Escolha de nomes significativos: nomear variáveis e funções de forma clara e que demonstre exatamente o que cada uma representa; 

Funções pequenas e coesas: é de grande importância utilizar uma estrutura com pequenas funções, sendo cada uma responsável por uma única ação, evitando o acúmulo de responsabilidades em uma mesma função; 

Comentários e Limpeza: Quando bem estruturado e claro, o código torna-se suficientemente claro, reduzindo a necessidade de ações que o poluem e o fazem ficar mais complicado de se ler, como a necessidade de comentários excessivos. A manutenção contínua do código também é uma ótima prática quando se desenvolve um projeto; 

Regra do Escoteiro: a prática de sempre deixar o código mais limpo e, consequentemente, mais organizado, é uma ótima prática para sua eficácia. Seu nome teve origem a partir de uma regra original dos escoteiros "Deixe o acampamento mais limpo do que quando você encontrou"; 

Testes automatizados: Um código limpo precisa ser testado para garantir a eficácia do que está sendo desenvolvido. 

ATUALMENTE

Devido a constante mudança de tendências, a agilidade é um fator essencial ao desenvolver grandes sistemas. O tempo gasto lendo um código pode ser ainda maior que escrevendo-o e é aí que entra o Clean Code: ao utilizar boas práticas de escrita, o código fica mais legível e de fácil manutenção. A simplicidade garantida ao utilizar as boas práticas ao escrever um código pode ajudar a reduzir a necessidade de custos excessivos e evitar a incidência de bugs. Além disso, as práticas de código limpo também ajudam quando há necessidades de novos colaboradores entenderem e trabalharem com as ferramentas. 

CONSIDERAÇÕES

Este artigo apresentou a importância da utilização dos princípios de código limpo para um código legível e de fácil manutenção. Com boas práticas, situações como tempo, custos e adaptação de novos colaboradores não precisam ser uma dificuldade mas sim contribuir para um bom e eficaz desenvolvimento de softwares e sistemas. A prática do Clean Code entra para melhorar o entendimento e facilitar a manutenção do código, sendo eficiente para o desenvolvimento de sistemas. 

REFERÊNCIAS

MARTIN, Robert C. Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship. Upper Saddle River: Prentice Hall, 2008.

BRASIL. Governo Digital. Clean Code. Disponível em: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-governanca-digital/startupgovbr/guia-gps/pages/5-saiba-mais/praticas-de-engenharia-de-software/clean-code.

SILVA, J. A. et al.  CÓDIGO LIMPO. Revista Interface Tecnológica, Faculdade de Tecnologia de Taquaritinga, Disponível em: https://revista.fatectq.edu.br/interfacetecnologica/pt_BR/article/view/1373.

SYDLE. Clean Code: o que é e por que aplicar esse conceito. Disponível em: https://www.sydle.com/br/blog/clean-code-602bef23da4d09680935509b.

CRISTUKER. Dicas para escrever um código limpo. Dev.to. Disponível em: https://dev.to/cristuker/dicas-para-escreve-um-codigo-limpo-2pkc.

GEEKHUNTER. Praticar código limpo. Disponível em: https://www.geekhunter.com/pt/blog/praticar-codigo-limpo/.

HNZ. O que é código limpo e por que necessitamos dele em nosso dia a dia. Disponível em: https://hnz.com.br/o-que-e-codigo-limpo-e-porque-necessitamos-dele-em-nosso-dia-a-dia/.


Publicado por: Pedro Alexandre Cunha de Alencar Marcelino

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do site por meio do canal colaborativo Meu Artigo. Brasil Escola não se responsabiliza pelo conteúdo do artigo publicado, que é de total responsabilidade do autor . Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: https://www.brasilescola.com.