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A ASCENSÃO FEMININA NO MERCADO AMPLO DE TRABALHO

Administração

O ingresso da mulher no mercado de trabalho é uma transformação estrutural na composição da força de trabalho e é responsável por criar ambiente favorável para outras mudanças na situação de desigualdade de oportunidades.

RESUMO

Diversos fatores emblemáticos levam as mulheres para o mercado de trabalho. Podemos destacar a conquista da emancipação feminina, a vontade de ter o seu próprio projeto profissional, a grande taxa de desemprego (essa que só tem aumentado com o passar dos anos), a diminuição no salário dos companheiros que convive e pelo abandono dos próprios companheiros tornando as chefas de família. Todos esses fatores são contribuintes para o aumento deste ingresso no mercado de trabalho, porém, não tem sido nada fácil, devido a um conjunto de fatores como a situação econômica atual criando diversas barreiras e a própria presença feminina em alguns cargos como forma de preconceito, estes tem sido o ponto de entrave. A presença feminina tem tido diversas formas de diferenciação revelada por meio de desemprego, baixos salários, ocupação de cargos precários e até a própria descriminação na hora de assinar um contrato.  Visando mostrar que há uma rejeição a mulher no mercado, a empresa Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) analisou algumas pesquisas baseadas no ano de 2007 a 2012 sob enfoque da mulher. Os resultados foi o mais óbvio possível, a mulher cresceu no ramo dos negócios, no entanto, é necessário rever as condições igualitárias entre ambos os sexos. O presente artigo busca incitar a discussão perante a sociedade sobre o tema e entender os desafios enfrentados pelas mulheres num mundo tão desigual como hoje e comparar a mulher no contexto amplo de suas atividades.

Palavras Chaves: Mulher, Mercado de Trabalho; Desafio, Liderança

ABSTRACT

Several emblematic factors lead women to the labor market. We can highlight the achievement of women's emancipation, the desire to have their own professional design, the high rate of unemployment (the one that has only increased over the years), the decrease in earnings of associates who lives and the abandonment of the companions themselves making the householder. All these factors are contributing to the enhancement of entry into the labor market, however, has not been easy due to a number of factors such as the current economic situation by creating various barriers and the very presence of women in some positions as a form of prejudice, these has been the sticking point. The female presence has had various forms of differentiation revealed through unemployment, low wages, occupation of precarious positions and even the very discrimination in time to sign a contract. In order to demonstrate that there is a rejection of women in the market, the company Dieese (Inter-Union Department of Statistics and Socioeconomic Studies) analyzed some research based on year 2007-2012 under focus of women. The results was the most obvious possible, the woman grew up in business; however, it is necessary to review the level playing field between the sexes.

Keywords:Woman, Labour Market; Challenge, Leadership

INTRODUÇÃO

É notório que existem diversos tipos de desigualdades na sociedade brasileira. Uma das mais chamativas e evidentes refere-se as relações entre os gêneros,não muito em questão de fatores econômicos e sim pelo ponto de vista cultural e social surgindo a partir daí a rejeição da mulher dentro de espaços variados como no mercado de trabalho,na própria família,nos movimentos sociais,enfim,em toda sociedade.

Segundo a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE, 2007) nas últimas décadas, podemos presenciar um dos fatos mais importantes, ou talvez, marcantes na sociedade no nosso país, que foi o crescimento acentuado da mulher no campo do fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.

A razão de todo esse avanço é o crescimento da industrialização Brasileira, ocorreram a transformação da produção, a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a entrada das mulheres no mercado de trabalho. Segundo os dados apresentados pelo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD,2007) realizada pelo IBGE em 2007, a população brasileira chega a mais ou menos 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres.

No setor público, as mulheres já vêm ocupando a maioria dos postos de trabalho, como explicou à Agência Brasil, o gerente da pesquisa, Bruno Erbisti Garcia. Segundo ele, "58,9% das pessoas ocupadas na administração pública são mulheres e 41,1% são homens”.

O emprego e a renda são dois fatores que criam condições para que as mulheres se libertem das incontáveis situações de barreiras e humilhações que vive na relação com os homens, o que lhes têm acarretado a tarefa do cuidado dos filhos e, na maior parte das vezes, dos idosos. O rendimento de uma mulher tem crescente participação na renda familiar.

Por essa situação relacionada ao cuidado dos filhos e para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, é fundamental que as políticas públicas universalizem o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, todas em tempo integral.

O ingresso da mulher no mercado de trabalho é uma transformação estrutural na composição da força de trabalho e é responsável por criar ambiente favorável para outras mudanças na situação de desigualdade de oportunidades.

O mundo anda apostando em valores femininos, como a capacidade de trabalho em equipe golpeando o antigo individualismo, a persuasão em oposição ao autoritarismo, e tirando a competição e incentivando a cooperação.

É importante, no entanto, ressaltarmos com clareza que a inserção da mulher no mundo do trabalho vem sendo acompanhada de perto, ao longo desses anos, por um grau em ascensão de discriminação, não só no que tange à qualidade das ocupações que têm sido criadas tanto no setor formal como no informal do mercado de trabalho, mas principalmente no que se refere à desigualdade salarial entre homens e mulheres.

Este trabalho tem sua estrutura dividida em quatro partes, onde a primeira faz a revisão de literatura de forma sucinta, colocando os principais conceitos norteadores do estudo entre autores, a segunda mostra a metodologia utilizada para a elaboração deste artigo, a terceira expõe e analisa os dados obtidos ao longo da elaboração, fazendo uma comparação entre os resultados do objeto de estudo e, por último, apresenta as conclusões, sugerindo possíveis soluções para a problemática levantada.

O assunto escolhido pelos autores reforça a ideia de ser um tema polêmico e aberto para a discussão com a sociedade, expondo os conflitos em questão e tentando solucioná-los. Alimentando mais ainda a questão de “Por que no mundo globalizado de hoje ainda existem diferenças entre homens e mulheres no mercado amplo de trabalho? ”

Apesar de ser um assunto contemporâneo, há pouco estudo em relação ao tema, tornando se primordial a busca por um maior proveito no assunto, na tentativa de proporcionar as mulheres uma maior valorização no mercado. Portanto, baseado nestas considerações, o objetivo do presente artigo é identificar o quantitativo de mulheres que estão satisfeitas com o seu salário e determinar se existem diferenças salariais entre homens e mulheres no contexto amplo e os desafios enfrentados no decorrer do dia.                                                                                   

REFERENCIAL TEÓRICO

As mulheres sofrem mais do que os homens com o estresse de uma carreira, pois as pressões do trabalho fora de casa dobraram. As mulheres dedicam-se tanto ao trabalho quanto o homem e, quando voltam para casa, instintivamente dedicam-se com a mesma intensidade aos afazeres domésticos. Embora alguns homens ajudem em casa, não chegam nem perto da energia que a mulher tende a dar na hora de realizar esse trabalho. Diante desta situação podemos recordar de uma palestra de Tom Peters, proferida em 2000.

E foi perguntado ao Tom Peters: “Se o senhor tivesse uma grande empresa e fosse se Aposentar, o que faria?” Sem pestanejar, ele respondeu que contrataria para o mais alto cargo executivo uma mulher dinâmica e inteligente, recrutada em uma boa escola. Em seguida, selecionaria 100 jovens talentosos, já familiarizados com os instrumentos e ambientes da era digital, e os colocaria sob as ordens dessa líder. Segundo ele, essa seria a fórmula ideal para garantir a longevidade da empresa, com elevados padrões de qualidade e competitividade.

A inserção das mulheres no mercado de trabalho ocorreu a partir do final do século XIX e com aumento de maneira expressiva no século XX, principalmente devido à intensificação do setor terciário, e não teve relação direita com o sentimento de conquista de sua posição social e dos direitos das mulheres, mas se deve mais a fatores econômicos como a pobreza, por serem preferidas pelos patrões como mão-de-obra barata e pelo crescente número de famílias chefiadas por mulheres, em decorrência da migração dos homens em busca de trabalho e devido aos massacres das grandes guerras. (HOBSBAWN, 1998).

“Utilizando como exemplo o setor têxtil, por exemplo [...] a situação se agravou com o emprego disseminado de mulheres e crianças, que realizando o mesmo trabalho que um homem, recebia salários inferiores”. (REZENDE, 1992, p. 144). Mesmo tendo tal ligação com a pobreza e necessidade de subsistência, a entrada das mulheres no mercado não deixa de ser um marco na história da civilização, que por séculos teve o papel feminino atrelado aos afazeres domésticos e criação de suas crianças.

Pode-se verificar que o período de 1950 foi decisivo para as mulheres [...] as mulheres casam mais tarde, tem um nível de educação mais elevado e mais conhecimento sobre controle de natalidade; os próprios métodos de controle de natalidade disponíveis são melhores. A maior disponibilidade de serviços de saúde mais aprimorados significa que mais crianças sobrevivem, reduzindo os incentivos para que os pais tenham mais filhos. A abertura de oportunidades econômicas para as mulheres em uma economia em crescimento pode ser parte da resposta. (FUSFELD, 2001, p. 242)

Outro fator observado de acordo com Hobsbawn (1998) foi o aumento das mulheres no ensino superior. Na década de 40, as mulheres ocupavam no máximo 20% das vagas das entidades de ensino superior, já no ano de 1980, em poucos países desenvolvidos elas ocupavam menos de 50% do total de estudantes. Dentro de todo esse contexto o que se podia esperar é que grandes mudanças uma hora iriam ocorrer, porém, o que se viu na maioria das vezes é que as mulheres casadas costumam se virar carregando o duplo fardo de velhas responsabilidades domésticas e as novas responsabilidades no emprego. No Brasil não foi diferente, embora a participação feminina tenha aumentado consideravelmente nas últimas décadas e o nível de escolaridade superado o do sexo masculino, elas ainda estão, em sua maioria, inseridas em vagas de trabalho tipicamente femininas, o que faz com que tenham salários menores que os dos homens. (PNAD, 2006).

Mesmo 150 anos após o episódio de 08 de março, quando dezenas de mulheres foram torturadas nos Estados Unidos ao reivindicarem direitos trabalhistas e igualdade de condições aos homens, o que se percebe ainda é a injustiça social no mercado de trabalho. (FERRAZ, 2007) Para Barakat (apud LANDES, 2003, p. 463): “a mudança com vistas à emancipação das mulheres deve começar [começará] pela transformação das estruturas socioeconômicas predominantes, a fim de eliminar todas as formas de exploração e dominação”.

Sendo assim, se faz necessário uma mudança de cultura em nossa sociedade, que deve acolher a mulher ativa no mercado de trabalho como uma forma natural, sem que haja qualquer tipo de desmerecimento ou preconceito a esta, principalmente tendo o fator gênero como argumento.

Segundo Landes (2003, p. 463): “As implicações econômicas de discriminação de sexo são muito sérias. Rejeitar as mulheres é privar um país de mão-de-obra e talento”. Uma mudança observada é que muitas organizações já veem com bons olhos a participação das mulheres no mercado, pois as mesmas possuem características específicas não encontradas nos homens, o que pode trazer resultados positivos para as empresas.

Para Marins (apud RICCIARDI, 2007, p. 18): “a maior qualidade das mulheres é que tem uma visão mais sólida da realidade. Elas não teorizam demais sobre os problemas, mas sim os atacam pelo lado concreto, por isso, são melhores em execução de tarefas que os homens”.

Segundo Madalozzo (apud RICCIARDI, 2007, p. 19): “Quando confrontadas ou colocadas em uma situação de disputa entre ideias divergentes, as mulheres têm alta capacidade de conciliar os opostos para chegar a uma solução intermediária que satisfaça a todos os pontos de vista. ”

Para Kassoy (apud RICCIARDI, 2007, p.19): “O ato de as mulheres não seguirem tanto as regras e paradigmas e de saberem desobedecê-los sem confrontá-los, apenas agindo de forma diferente, é uma enorme qualidade, sobretudo para as empresárias”.

Para Assumpção (apud RICCIARDI, 2007, p.17): “As mulheres têm uma grande vantagem, a sensibilidade. É bem mais aguçada que a dos homens, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento e manutenção de relacionamentos profissionais ou pessoais”.

A mulher pode, porém, ocupar cargos diferenciados e que envolvam maior prestígio, mas isto irá depender de alguns fatores, como a idade, classe, raça, preferência sexual e, principalmente, o status geopolítico. Nota-se, então, que as diferenças nas experiências femininas no âmbito do trabalho são profundamente marcadas pelos fatores históricos do colonialismo e imperialismo que por muito tempo reinou, onde a diferença no nível de renda segundo a classe social determinava o curso provável do caso: subordinação ou não (BRITO, 2000). Em aquiescência com esta assertiva, Bastos (1990), afirma que as ações que ocorrem no mercado, ocorrem baseadas em decisões políticas, conscientes ou não. Assim, as atitudes não estão isentas de uma carga ideológica.

De acordo com Aquilini e Costa (2003), a taxa que remete o desemprego entre as mulheres sempre foi superior à dos homens. Elas também são mais facilmente descoladas do desemprego para a inatividade, pois as representações sociais “normalizam” a concepção feminina de cuidar da casa/afazeres domésticos (“dona de casa”).

De acordo com D’Alonso (2008), a mulher assumiu uma profissão quando ela deixou o espaço privado (ex.: casa) para conquistar o espaço público no mercado. Uma destas conquistas foi o setor da Educação. Segundo Bruschini (2007), o ingresso da mulher no mercado de trabalho foi possível, inclusive, pela expansão da escolaridade entre as mesmas e pelo ingresso nas universidades da população feminina. A autora cita dados do Censo do Ensino Superior de 2005 (Ministério da Educação), o qual aponta a expressiva parcela feminina de 62% entre os formados em uma graduação. Bruschini (2007) argumenta que tais dados devem ser analisados cuidadosamente, pois as mulheres mais instruídas podem continuar perpetuando a feminização de algumas profissões (que ela chama de “guetos” femininos), como a área da Enfermagem.  Siqueira (2002) também aponta tais guetos profissionais como altamente preocupante por naturalizar certas concepções femininas, onde profissões que demandam cuidar de alguém permanecem “femininas”

MERCADO DE TRABALHO

De acordo com o Artigo 113, inciso I da Constituição Federal, "todos são iguais perante a lei". Mas será que a realidade é essa mesma? Desde o século XVII, quando o movimento feminista começou a adquirir características de ação política, as mulheres vêm tentando incansavelmente colocar em prática essa lei.

Isso começou a acontecer de fato com as I e II Guerras Mundiais (1914 - 1918 e 1939 - 1945, respectivamente), quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passavam a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho.

Mas a guerra teve seu fim. E com ela a vida de muitos homens que lutaram pelo país. Alguns dos que sobreviveram ao conflito foram mutilados e impossibilitados de voltar ao trabalho. Foi nesse momento que as mulheres se sentiram na obrigação de deixar a casa e os filhos para levar adiante os projetos e o trabalho que eram realizados pelos seus maridos.

No século XIX, com a consolidação do sistema capitalista, inúmeras mudanças ocorreram na produção e na organização do trabalho feminino. Com o desenvolvimento tecnológico e o intenso crescimento da maquinaria, boa parte da mão-de-obra feminina foi transferida para as fábricas.

Desde então, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Ficou estabelecido na Constituição de 32 que "sem distinção de sexo, a todo trabalho de igual valor correspondente salário igual; veda-se o trabalho feminino das 22 horas às 5 da manhã; é proibido o trabalho da mulher grávida durante o período de quatro semanas antes do parto e quatro semanas depois; é proibido demitir mulher grávida pelo simples fato da gravidez".

Mesmo com essa conquista, algumas formas de exploração permanecem durante muito tempo. Jornadas entre 14 e 18 horas e diferenças salariais acentuadas são comuns. A justificativa desse ato estava centrada no fato de o homem trabalhar e sustentar a mulher. Desse modo, não havia necessidade de a mulher ganhar um salário equivalente ou superior ao do homem, o que é inadmissível pensar desse jeito.

RESPONSABILIDADES X ATUALIDADES

Filhos, carreira, afazeres do lar e marido. Conciliar tantas responsabilidades e desafios pode não ser uma tarefa tão simples, mas o fato é que a tripla jornada feminina faz parte do cotidiano de cada vez mais mulheres no nosso País. Confirmando o que foi dito acima, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou uma pesquisaque mostra que o percentual de mulheres que entram no mercado de trabalho aumentou consideravelmente nos últimos 30 anos, apesar delas seguirem ganhando menos que os homens. Este e os outros dados que iremos divulgar ao longo deste presente artigoservirá para derrubar o falso mito que as mulheres estariam fazendo o caminho de volta para casa, ou que passaram a valorizar mais o antigo papel da mulher, o que é na verdade é balela.

Se formos usar a estatística não há comprovação desta situação. A tendência, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é que o ingresso das mulheres no mercado de trabalho não traga consigo o abandono das tarefas domésticas. Um estudo feito sobre o uso do tempo, que tem como base de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2001 e 2005, afirma ainda que, se considerada a jornada do trabalho produtivo mais os afazeres domésticos nos cinco dias considerados úteis da semana, as mulheres, em média, trabalham cerca de doze horas por dia, conciliando todas as atividades. Por isso, como forma de agradecimento a toda nossas mulheres nada melhor do que mostrar o resultado deste esforço e dedicação.

O DIFICIL ACESSO AO MERCADO

Como foi dito anteriormente, o acesso da mulher no mercado de trabalho teve como inícioas duas grandes guerras ocorridas no mundo, que colocou os homens em batalha, e consequentemente veio amorte de muitos destes, demandou, e que como obrigação às mulheres, que ocupassem os postos de trabalho, afinal, a família precisava ser sustentada e a produção não podia continuar do jeito que estava parada.

Segundo Ferreira (2007, p.57-59), um novo cenário na economia mundial surgiu, tendo como palco central a Europa. A “descoberta” das mulheres pelas empresas trouxe novas perspectivas: uma mão de obra delicada, detalhista, cuidadosa e que pela primeira vez enfrentava um posto de trabalho. Talvez esteja aí o início de toda a “exploração”, sem alto grau de instrução, com pouco conhecimento do mercado e na necessidade de sustentar uma família, a mulher passou a submeter-se às condições impostas pelas organizações por não ver outra saída. Esse movimento que teve início na Europa, aos poucos chegou ao resto do mundo.

 O Brasil não ficou de lado, e ao longo da década de 1970, a participação das mulheres no mercado de trabalho intensificou-se e cresceu, devido a todo um contexto de expansão da economia com acelerado processo de industrialização e urbanização que vínhamos sofrendo. A década de 1980 deu sequência ao processo, apesar da estagnação da atividade econômica no nosso país. A abertura econômica ocorrida na década de 1990 trouxejunto com algumas multinacionais, o conceito da força de trabalho feminino, da importância da mulher como consumidora e como formadora de opinião e como mão-de-obra diferenciada.

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A REALIDADE BRASILEIRA

Sem pressa, as mulheres vão ampliando seu espaço no cenário da economia nacional. O acontecido ainda caminha em passos lentos, mas constante e progressivo. Em 1973, apenas 30,9% da População Economicamente Ativa (PEA) do Brasil eram do sexo. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD), em 1999, elas (as mulheres) já representavam 41,4% do total da força de trabalho. Um exército de aproximadamente 33 milhões. Pegando como referência o Estado de Santa Catarina, elas ocupavam 36,7% das vagas em 1997. Quatro anos depois, nos anos 2000, mais 62 mil mulheres ingressaram pela primeira vez no mercado de trabalho, aumentando a participação em 1,1 pontos percentual. Analisando estes dados, temos que levar em conta um universo muito maior, pois há uma mudança de valores sociais nesse caso. A mulher deixou de ser apenas um membro da família para se tornar o comandante dela em algumas situações. Por isso, esse ingresso no mercado é uma vitória. O processo é lento, mas sólido. Outra peculiaridade que acompanha a mulher é a sua “terceira jornada”.

Normalmente, além de cumprir suas tarefas na empresa, ela precisa cuidar das tarefas domésticas do seu lar. Isso acontece em quase 90% dos casos. Em uma década, o número de mulheres responsáveis pelos domicílios brasileiros aumentou de 18,1% para 24,9%, segundo os dados da pesquisa “Perfil das Mulheres Responsáveis pelos Domicílios no Brasil”, desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mais uma vez as catarinenses conquistaram mais vagas no setor de serviços, onde representam 46,9% do total de empregados. Numa pesquisa de amostragem, o grupo mostra que 31,6% dos cargos de encarregado são ocupados por mulheres.A história da mulher no mercado de trabalho, no Brasil, está sendo escrita com base, em dois quesitos: a queda da taxa de fecundidade e o aumento no nível de instrução da população feminina. Estes fatores vêm acompanhando, passo a passo, a ascensão da inserção da mulher no mercado e a elevação de sua renda mensal.Numa conversa com a analista do Departamento de Rendimento do IBGE Vandeli Guerra,ela defende que a velocidade com que isto se dá não é o mais relevante. O que estamos constatando é uma quebra de tabus em segmentos que não empregavam mulheres. Nas Forças Armadas, por exemplo, elas estão ingressando pelo oficialato.

Para consolidar sua posição no mercado, a mulher tem cada vez mais adiado projetos pessoais, como a maternidade (hoje não mais preconceito não querer filhos). A redução no número de filhos é um dos fatores que tem contribuído para facilitar a presença da mão-de-obra feminina, embora não isto seja visto pelos técnicos do IBGE como uma das causas da maior participação da mulher no mercado. A redução da fecundidade ocorreu com mais intensidade nas décadas de 70 e 80. Os anos 90 já começaram com uma taxa baixa de fecundidade: 2,6% que cai para 2,3% no fim da década. Com menos filhos, as mulheres puderam conciliar melhor o papel de mãe e trabalhadora sem desgastar a si própria.

PARTICIPAÇÕES FEMININAS NO RIO GRANDE DO NORTE

A população feminina do RN em 1970 era de 795.444 mulheres, passando para 1.619.140 mulheres em 2010, crescendo no referido período (103,5%). Em 2010, a exemplo dos censos anteriores, a população feminina representava (51,11%) da população do Estado, mantendo o crescimento contínuo e superior aos homens.

Observando o saldo migratório do Nordeste (2005/2010), obtivemos saldo positivo apenas para 2 estados: Rio Grande do Norte (+ 13.711 pessoas de 5anos ou mais de idade) e Sergipe (+ 7.895 pessoas de 5 anos ou mais). A taxa líquida de migração do RN (2005/2010) por sexo, mostra que tivemos uma entrada um pouco superior de homens (0,5) em relação às mulheres (0,4) no referido período no RN. Do total 1.375.041 pessoas economicamente ativas (PEA) no RN, em 2010, possuíam 807.387 homens e 567.654 mulheres.

Analisando a série histórica das mulheres em relação à PEA – população economicamente ativa, mostra em (1991= 261.582 mulheres) e (2010 =567.654 mulheres), tivemos um crescimento de (117,01%), bastante superior ao crescimento dos homens na PEA/RN (38,8%).

No RN, em 2010, possuíamos 291.841 famílias (únicas e conviventes) sob responsabilidade das mulheres. O número de famílias representava (35,94%) do total de famílias do RN.

A relação de desigualdade de rendimento entre homens e mulheres continua existindo no RN, em 2010, bem como, em nível de Brasil. Segundo o IBGE, em 2010, uma mulher com o ensino fundamental completo e o médio incompleto recebia, em média, R$ 566,95, enquanto um homem com o mesmo grau de instrução era contemplado com R$ 825,10. Já uma profissional com o superior completo obtinha, em média, remuneração de R$ 2.403,72, enquanto um homem com a mesma escolaridade recebia R$ 4.372.

MULHERES NA POLÍTICA

Na política, ainda temos um espaço fechado entre os homens? Não, isso vem mudando, e a participação política dasmulheres é a prova disso, seja como eleitoras (desde a década de 1930), seja como candidatas a cargos públicos, mas tal mudança ocorre um pouco devagar. Porém, mesmo que ainda tímida, a presença cada vez maior de candidatas é algo fundamental para o fortalecimento da democracia, afinal, a representatividade feminina é extremamente necessária quando pensamos nas lutas pelos direitos das mulheres em um contexto no qual, como se sabe, ainda há muitas barreiras, exclusão e violência contra as mesmas.

 Ao apontarmos que dentre os eleitores no Brasil as mulheres são maioria (pouco mais de 51,7% do total, segundo o governo federal), certamente este é um aspecto explorado pelos candidatos (ou candidatas) na tentativa de arregimentar esse voto feminino. Mais do que isso, é um indício de que há a necessidade de atenção para essa parcela considerável da população, ainda mais em se tratando de uma sociedade que busca se fortalecer enquanto democracia. Esta, por usa vez, já há algum tempo vem se consolidando, e uma participação maior das mulheres vai ao encontro disso.

Podemos considerar que obviamente, a eleição da primeira presidenta do Brasil (Dilma Rousseff) contribuiu de alguma maneira para mudar esse quadro de queda da participação feminina e talvez motivar outras candidaturas de mulheres. O significado desse evento do ponto de vista de uma afirmação da figura de Dilma em um cenário absolutamente masculinizado ao longo da história (já que o poder sempre esteve associado à figura do sexo masculino) ficou estampado em sua preferência em ser tratada por presidenta e não presidente, embora as normas da língua culta admitam as duas pronuncias. Falar em diferenças comportamentais entre homens e mulheres no exercício de alguns cargos e funções trata-se de algo bastante relativo, pois aspectos como questões morais não necessariamente manifestam-se de forma diferente a depender do sexo. Assim, bom governante é aquele que tem compromisso com a democracia e com a coletividade, seja homem ou mulher. 

O FUTURO DA MULHER PERANTE A SOCIEDADE

Muitas pessoas preferem nem pensar em como será o mundo no futuro. Acreditam que é perda de tempo, que nada podem fazer com tanta antecedência e sendo assim, por que se desgastar? Outras acham que o futuro a Deus pertence.

Aqueles que pensam desta forma são acomodados, sem vontade de vencer, desmotivadas ou vivem de tristeza, e por estas razões passam a viver um dia após o outro.

Geralmente são aqueles que sempre estarão predispostos a dizer “não”, “impossível”, “é perda de tempo”, “se eu fosse você desistiria”, toda aquela negatividade. Tudo isto porque realização e sucesso são situações que não passam com frequência na vida delas e o outro superar desafios e chegar a um resultado satisfatório e bem-sucedido, deixará ainda mais exposto o quanto eles são limitados. O sucesso não vem com rapidez, devemos trabalhar aos poucos essa palavra e assim vai se consolidando.

As principais armas para não ser atingido por este pessimismo é deixar a mente aberta, ativa, atualizada, e não colocar a opinião das pessoas como fator decisivo para sua vida.

A melhor maneira para deixar a estagnação longe é investir na visão de futuro, olhar para frente, imaginar-se daqui a 5, 10, 15, 50 anos e visualizar como estará profissionalmente, qual carreira seguiu, os sucessos que obteve, o que terá de patrimônio, onde trabalhará, enfim, ver diante dos seus olhos a vida quer ter e aí será o início do caminho para atingir o objetivo de ser aquele que você sonha.

Investir no futuro é a atitude de um profissional visionário, que busca inovar, criar soluções, estar um passo à frente, criar opções inéditas para oferecer resultados. Este profissional sempre será empregável, será sempre disputado entre as empresas e com certeza atingirá seus objetivos.

Fazer a diferença, exercitar a habilidade de visualizar longe, olhar para frente e comprovar que, sempre, há mais para fazer e descobrir, trabalhar com possibilidades, prevendo o que está por vir, entre problemas, fatos e atos que ainda não aconteceram, é aspecto fundamental para o sucesso, sempre.

Ter visão de futuro, investir em si para que alcance suas metas e não desistir por mais que pareça inatingível é sinal de maturidade e capacidade de assumir riscos, características estas, muito importantes para ser um profissional de sucesso.

Uma pessoa bem-sucedida é aquela que soube aliar a persistência ao seu talento natural, ou seja, acreditou em si própria e exercitou tal capacidade dia-a-dia.

Terá um futuro promissor o profissional que souber utilizar o planejamento, a inteligência, a capacidade e a perseverança em prol de seu objetivo. As mulheres devem investir ainda mais em si mesmo, é possível sim. A presença feminina muda o ambiente, é mais inteligente e mais agradável. Mulher é inteligente como qualquer homem, basta está sempre exercitando e preparando o sucesso para que um dia ela possa está consolidada.

METODOLOGIA

O recurso adotado para a construção do artigo foi à pesquisa bibliográfica através da leitura de textos relacionados à Mulher no Mercado de Trabalho de diversos autores, além de uma abordagem qualitativa, ao levantar dados através de questionário, acerca do cotidiano e da vida das mulheres.

Como complemento do procedimento técnico utilizado, foi feita uma entrevista direta com as representantes femininas nas ruas da cidade de Mossoró - RN.

Os dados foram coletados no mês de novembro do ano de 2014, e o ambiente de pesquisa foi o Congresso Internacional da Mulher - CIM. O material foi analisado a partir das noções adquiridas através da revisão bibliográfica, e a análise dos dados permitiu caracterizar o perfil de mulheres no mercado amplo do trabalho (principal objetivo), assim como seu nível de escolaridade e se está preparada para desenvolver algum trabalho, com relação ao assunto abordado.

As etapas que constituíram a pesquisa foram: a aquisição do material (questionário), com a devida orientação para a coleta de dados; aplicação do questionário; avaliação crítica das respostas obtidas; análise dos resultados; elaboração de relatório e apresentação dos resultados. A pesquisa foi utilizada por dados secundários retirados do site do IBGE.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Após pesquisa realizada, na amostra escolhida, foram encontrados os resultados que serão apresentados neste tópico, a pesquisa foi realizada pelo IBGE.

Figura 1: Durante sua vida, você recebeu algum tipo de qualificação para ingressar no Mercado de Trabalho?


Fonte: (IBGE, 2014).

Do total pesquisado 49,20% responderam acreditar que estão preparadas para assumir um trabalho, como sendo suficiente para ingressar no mercado de trabalho, enquanto 25,40% acreditam ter a qualificação regular e as demais, em um total de 25,40% acreditam ter uma qualificação insuficiente para entrar no mercado de trabalho.

Figura 2: Você se sente que está preparada para o Mercado de Trabalho?


Fonte: IBGE

Da população pesquisada, cerca de 57,14% responderam ter consciência que se sentem realmente preparadas para o mercado de trabalho, enquanto 42,86% sentem-se no meio termo preparadas para os desafios do mercado de trabalho. Em virtude dos fatos mencionados acima, a hipótese foi negada pela pesquisa, mostrando que a falta de qualificação não é uma das dificuldades que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho pelo menos no Brasil.

Figura 3: No exercício da vida profissional você encontra dificuldades em conciliar com a vida familiar?


Fonte: IBGE

Do total pesquisado, cerca de 22,22% das mulheres afirmaram não ter muitas dificuldades em conciliar a vida familiar com a de profissional, enquanto 17,46% das entrevistadas afirmam ter muitas dificuldades e 60,32% acreditam ter dificuldades perfeitamente contornáveis,ou seja,tem como resolver. Assim a hipótese foi confirmada pela pesquisa, pois 77,78% acreditam que é difícil conciliar a vida familiar e profissional, sejam elas consideradas contornáveis ou não.

Figura 4: Em seu trabalho no exercício de suas funções,com uma pequena diferença em relação aos colegas homens você diria que seu salário é


Fonte: IBGE

A pesquisa mostrou que 52,38% das mulheres entrevistadas afirmaram que o salário é igual aos dos colegas homens, enquanto 28,57% afirmaram que o salário recebido é menor, mas também 19,05% relataram não perceber diferença alguma em relação ao financeiro.

Figura 5: Diante de seu desempenho profissional,sente se recompensada financeiramente?


Fonte: IBGE

Da amostra, as entrevistadas cerca de 53,97% sentem-se pouco recompensadas diante de seu desempenho profissional, porém 26,98% sentem-se sempre recompensadas e 19,05% disseram que não estão sendo bem remuneradas. Em virtude dos resultados obtidos das hipóteses acima foi confirmada, pois mostra que as mulheres ainda não se sentem recompensadas financeiramente embora uma grande porcentagem acredite que ganhe o mesmo que os homens.

Figura 6: Dentre as dificuldades enfrentadas no mercado de trabalho, o preconceito contra a mulher pode ser considerado o mais grave?


Fonte: IBGE

Da população amostral 60,32% disseram que o preconceito contra a mulher não é o mais grave e sim existem preconceitos piores, entretanto 28,57% acreditam que o preconceito causa falta de oportunidades para as pessoas e 11,11% não acreditam que haja preconceito. Logo a hipótese foi confirmada pela pesquisa, pois os dados mostram que apesar da mulher não se sentir desfavorecida apenas por seu gênero, ela ainda é aceita em áreas específicas, embora já exista a abertura para outras áreas, em outras palavras, elas não estão preocupadas com os homens.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Finalizando este presente artigo, é sempre válido ressaltar o importante caminho que a mulher tem traçado no desenrolar da vida, para ocupar um lugar cativo na sociedade, seu empenho forte em adquirir melhores condições, firmar o seu valor e as barreiras que encontrou e encontra atualmente pelo caminho. Como mesmo sua inserção no mercado de trabalho, ainda se tem o pensamento de que somente à mulher ou quase que exclusivamente ela tem como dever os cuidados com a casa e filhos, esse paradigma vai sendoquebrado aos poucos e abrindo a ideia que a mulher pode sim duplicar o seu papel e torna se uma grande profissional. Podemos afirmar que o objetivo deste trabalho foi alcançado,devemos destacar que é bom que a partir deste artigo surjam outros sobre o mesmo assunto para aprofundar ainda mais o debate das idéias.

Mesmo conquistando seu espaço profissional ainda encontra alguns preconceitos e dificuldades no ambiente de trabalho. Seu salário ainda no geral não está igualado ao profissional masculino e como ainda à homens que se incomodam ou dificultam o trabalho junto com mulheres.

É importante também se ter noção que estamos no meio do processo de alcançar uma sociedade e mercado de trabalho mais igualitário, toda a discussão saudável e estudo sobre este assunto não só ajudará a entender melhor como se chegou até aqui como ajudar no percurso futuro, quais caminhos tomar e quais posições sustentar, por isso é sempre bom está pesquisando, questionando e pondo em prática sobre a figura da mulher no mercado amplo de trabalho.

REFERÊNCIAS

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Por Evandro Medeiros e Tenesse Nunes


Publicado por: Evandro Medeiros da Costa Segundo

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