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O adereço polêmico

Redação

O uso da pulseira do sexo e seus problemas.

 

Todo dia surge uma novidade, e a maioria dos adolescentes ficam curiosos e querem logo se antenar: é um penteado, um calçado, uma expressão diferente de falar, nada passa despercebido pela garotada. Agora é a tal pulseira de cor variada, “caiu” no gosto dos adolescentes, por todo lado que se ver tem alguém usando o adereço; até aí que mal tem, os adolescentes estão na fase da descoberta e que querem experimentar de tudo. A questão é até onde vai essa curiosidade essa descoberta. As “pulseiras do sexo” ficaram conhecidas assim após ser descoberta a verdadeira denotação para o uso tão repentino da grande maioria dos adolescentes. O adereço é uma espécie de jogo que surgiu na Inglaterra e se espalhou pelo mundo através da internet, a pessoa que conseguir arrebentar da outra pessoa a tal pulseira, poderá fazer com a pessoa o que está definido pela cor, que vai do simples abraço até o ato sexual.

A partir daí ocorreram casos de violência sexual, algumas adolescentes foram violentadas e todas estavam usando as pulseiras e que tiveram o adorno arrebentado. O governo intervém proibindo a comercialização e o uso das pulseiras o que gera polêmica. Proibir é a maneira mais eficaz para se resolver o problema?

Os adolescentes chegam nessa fase querendo saber de tudo, se sentidos libertos para começar a desvendar os mistérios da vida, o corpo começa a se modificar e os desejos aparecem, o primeiro beijo e o que vai além do simples beijo, é aí que os pais têm que exercer seu papel, orientando seus filhos. Proibir só aguça ainda mais o interesse do adolescente.

Os pais assim como a escola têm uma função importantíssima dentro da sociedade, é fazer com que os jovens tenham discernimento do que certo e do é errado e assim entender os limites da vida. Nada adianta dizer não se não tiver o porquê, acredito que só dialogo entre pais e filhos, professores e alunos é que se formam adultos mais conscientes.


Publicado por: vanessa

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

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