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JAPÃO: A RECONSTRUÇÃO DO PAÍS APÓS A II GUERRA MUNDIAL E O ATAQUE NUCLEAR

História Geral

O que levou o Japão a participação da II Guerra Mundial, sua aliança com a Alemanha e a Itália e sua rendição em 15 agosto de 1945.

RESUMO

Procuramos neste trabalho mostrar o que levou o Japão a participação da II Guerra Mundial, sua aliança com a Alemanha e a Itália e sua rendição em 15 agosto de 1945. Iremos abordar também como se encontra hoje, esse país passados 70 anos do ataque nuclear que devastou as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Nosso objetivo neste trabalho é mostrar um assunto que poucos conhecem o de como o país se reergueu após a II Guerra Mundial e se tornou a terceira potência econômica mundial. Nosso trabalho utilizou-se de pesquisa em livros, revistas e internet.

Palavras-chaves: Japão, Guerra, Potência.

1. INTRODUÇÃO

Queremos no decorrer do nosso trabalho, mostrar como era o contexto sócio econômico e cultural do Japão, no período em que se dá a deflagração da II Guerra Mundial. Quais eram os os seus objetivos neste conflito, os territórios conquistados, o momento de tensão entre Japão e os Estados Unidos, e o inevitável choque entre os dois países. O ataque a Pearl Harbor como o fator decisivo e motivador da contra ofensiva americana.

Citaremos a estratégia japonesa de contra atacar usando pilotos conhecidos como  Kamikazes. Abordaremos também os ataques nucleares dos americanos as cidades de Hiroshima e Nagasaki e a rendição do Japão.

Destacaremos os principais fatores econômicos e as opções feitas pela nação japonesa, que ao serem implementadas, possibilitaram a recuperação sócio econômica do Japão. Comentaremos como esta nação em tão pouco tempo conseguiu se reerguer em meio a tantas tragédias e tornar-se a terceira maior potência econômica mundial. Concluiremos citando, como está o Japão como nação 70 anos após a ação das bombas nucleares que devastaram as cidades de Hiroshima e Nagasaki.

2. A PARTICIPAÇÃO DO JAPÃO NA II GUERRA MUNDIAL E SUA RENDIÇÃO

O Japão estava passando por um processo de modernização e de industrialização na segunda metade do século XIX, e no século seguinte, segundo Boulos (2007, p22), “O Japão no início do século XX, era uma potência industrial, a única toda a Ásia. E tinha deixado de ser vítima do imperialismo para tornar-se, ele próprio, um país imperialista”.

O Japão havia saído da I Guerra Mundial com a maior potência militar do extremo Oriente, dominando todo o comércio da região e fazendo da China uma área de livre exploração econômica, mas o país não possuía recursos minerais e a única maneira de obtê-los era pelas invasões.

Sobre isso Boulos (2011, p. 681) escreveu:

País pequeno, carente de recursos minerais e com um governo fortemente influenciado pelos militares, o Japão invadiu e conquistou a Manchúria, em 1931, província chinesa de solos férteis e rica em minérios. A liga das Nações condenou a agressão japonesa, mas, na prática, nada fez para socorrer a China. O Japão por sua vez, retirou-se da Liga e retornou seu expansionismo: em 1937, invadiu e conquistou boa parte da China.

No Ocidente a guerra avançava a cada dia, enquanto no Oriente o que avançava era a tensão entre Japão e EUA.

Enquanto a guerra prosseguia no Ocidente, no Oriente, o Japão e os Estados Unidos disputavam entre si territórios e áreas de influência, o que tornou inevitável o choque entre eles. Em 7 de dezembro de 1941, o governo japonês desfechou um ataque surpresa à base militar norte-americana de Pear Harbor, no Havaí, destruindo boa parte da sua poderosa frota. Os Estados Unidos reagiram declarando guerra ao Japão. (BOULOS, 2012, P. 121, grifo do autor).

Nesse contexto, de acordo com os estudos de Boulos, (2012), O Japão decidiu então que iria conquistar as colônias europeias e norte-americanas no Extremo Oriente que chamou de Campanha do Pacífico. “Nessa campanha iniciada em 1941, os japoneses conquistaram Hong Kong (na China), Cingapura (na Malásia), as Índias Orientais Holandesas, toda a Birmânia e quase todo o arquipélago das Filipinas, que desde 1898 era controlada pelos norte-americanos”. (BOULOS, 2012, p.122)

Segundo Boulos, (2011, p.687), “A guerra do Pacífico teve duas características marcantes: foi uma guerra essencialmente naval em que os porta-aviões era [sic] a arma decisiva; as batalhas eram travadas entre os exércitos adversários e não contra a população local”.

Enquanto isso os soviéticos abrem a primeira frente de luta dos países aliados contra os países do Eixo.

Conforme Boulos, (2011, p.689, grifos do autor), “Marchando contra Berlim, os soviéticos abriam a primeira frente de luta dos Aliados contra o Eixo. Durante sua marcha, foi libertando os países ocupados pelos nazistas: Bulgária, Romênia, Hungria, Polônia, Tchecoslováquia, Iugoslávia”.

No Ocidente o Japão começava a sofre derrotas para os Estados Unidos.

Enquanto isso, no Pacífico o Estados Unidos conseguiam a sua primeira vitória significativa contra o Japão, na Batalha de Midway, afundando quatro dos seus seis porta-aviões.
Depois venceram-nos  novamente na disputa pelas ilhas Salomão. Então, a partir de 1943, as tropas aliadas iniciaram uma contraofensiva, que culminou com o seu desembarque na ilha de Iwo Jima, no Japão, em fevereiro de 1945.  (BOULOS, 2011, P. 688 e 689, grifo do autor).

No Oriente a segunda frente de batalha desembarca na Sicília a fim de combater o fascismo na Itália.

Como nos fala Boulos,

Conforme as forças anglo-americanas avançavam pela Itália, os próprios italianos depuseram Mussolini. Mas, com a ajuda de Hitler, Mussolini estabeleceu outro governo no norte do país. Esse governo, porém, durou pouco: ajudados pela resistência italiana, os Aliados libertaram Roma e, em abril de 1945, esmagaram os nazifascistas no norte da Itália. (2011, p.689).

Com a conquista de Roma, surge a terceira frente de batalha contra os alemães. Nessa direção, a pesquisa de Boulos descreve que:

Conquistada a capital da Itália, os Aliados abriram uma terceira frente de guerra contra os alemães: em 6 de junho de 1944 desembarcaram na Normandia ( no noroeste da França) com milhares de navios e aviões. Nas transmissões de rádio, o dia do desembarque foi chamado de ‘Dia D’ para que os alemães não pudessem identificar a data em que este iria ocorrer (2011, p. 689, grifos do autor).

Em agosto de 1944, os anglo-americanos libertaram Paris do domínio nazista e abriram caminho em direção à Alemanha.

[...] a capital alemã passaria a ser bombardeada por anglo-americanos, de um lado, e pelos soviéticos, de outro. Hitler, então, então, entregou armas a homens, mulheres e crianças, exigindo que lutassem em defesa da Alemanha até a morte.
O esforço nazista de ‘fanatização da luta’ foi em vão. Atingida por enorme quantidade de bombas e balas, Berlim, capital do III Reich, caiu em poder dos soviéticos, que, em 30 de abril de 1945, hastearam a bandeira de seu país no prédio do Reichtag, o Parlamento alemão.
Naquele mesmo dia, Adolf Hitler e Eva Braun, sua esposa, suicidaram-se. Em 8 de maio de 1945, o exército alemão assinou sua rendição incondicional.
Era o fim do III Reich e da Segunda Guerra Mundial na Europa. (BOULOS, 2011, P. 689, grifo do autor).

E o Japão continuava sua dura resistência aos avanços norte-americanos, e entrava em cena os Kamikazes.“Nos céus do oceano Pacífico, seus pilotos suicidas, os kamikazes (sopro divino, em japonês), assombravam o mundo atirando-se sobre os navios norte-americanos em pequenos aviões carregados de bombas”. (BOULOS, 2011, p.689, grifo do autor).

Os Estados Unidos além de não aceitarem a primeira proposta de rendição dos japoneses, por não ser incondicional, ainda resolveu apresar uma rendição incondicional. Dentro dessa perspectiva, os EUA toma uma decisão que vai marcar de forma emblemática o contexto da Segunda Guerra Mundial. Conforme nos relata Boulos, (2012, p. 124), “Com o objetivo de apressar a rendição japonesa e demonstrar ao mundo o seu enorme poderio bélico, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre o Japão: a primeira sobre Hiroshima (6 de agosto) e a segunda em Nagasaki (9 de agosto).

Em 02 de setembro de 1945, o Japão assinou a rendição incondicional. Era o fim da Segunda Guerra Mundial no Extremo Oriente.

QUADRO 1 – OS NÚMEROS DA GUERRA

TOTAL DE MORTOS: Cerca de 40 milhões (algumas fontes falam em 60 milhões).

Japão: 2 milhões de mortos e 4 milhões de feridos.

Brasil: 943 mortos e 4,222 feridos

União Soviética: 18 milhões de mortos (7 milhões civis).

Grã-Bretanha: 422 mil mortos.

Judeus mortos nos campos de concentração: 6 milhões (metade dos quais eram poloneses)

Alemanha: 4,2 milhões de mortos e 5 milhões de feridos.

Estados Unidos: 300 mil mortos (apenas 6 mil civis).

Dinheiro gasto na guerra: 1 quadrilhão de dólares.

Itália: 400 mil mortos.

Polônia: 5,8 milhões de mortos, quase todos civis (morreram 123 mil soldados)

 

FONTE: CHIARETTI, Marcos. A Segunda Guerra Mundial. 2 ed. São Paulo: Ática, 1997, p. 66

3. JAPÃO: HIROSHIMA E NAGASAKI, 70 ANOS DEPOIS

Dias depois de o Japão ter proposto a sua rendição, foram surpreendidos com a ação dos EUA. Conforme nos relata Boulos, (2011, P. 690), “Dias depois, para a surpresa de muitos, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre o Japão: a primeira na cidade de Hiroshima (6 de agosto), a segunda, na cidade de Nagasaki (9 de agosto)”.

Os efeitos da radiação foram devastadores para as cidades e para as pessoas que nelas viviam.

Os efeitos das duas bombas atômicas foi aterrorizador: centenas de milhares de seres humanos, animais e plantas desapareceram num piscar de olhos. Os sobreviventes sofreram os efeitos da radiação: quedas de cabelos, leucemia e câncer de pele foram os mais comuns; vários de seus descendentes nasceram com terríveis doenças e deformidades físicas. Por isso, para muitos, a decisão do governo norte-americano de lançar as duas bombas atômicas sobre o Japão foi um crime de guerra e como tal devia ser julgado. (BOULOS, 2011, P. 690, grifo do autor).

Passados setenta anos, hoje as duas cidades estão reconstruídas, conforme nos relata Narloch, (2005, p. 30, grifos do autor),

[...], Hiroshima é hoje uma cidade moderna e tranqüla [sic]. Tem 2,8 milhões de habitantes, é conhecida por abrigar a fábrica de carros Mazda e um dos melhores e mais populares times de beisebol do país, o Hiroshima Carps. Tem [sic] estacionamentos verticais, canteiros de azaléias [sic] e placas Enjoy Coca-Cola pela rua. A maioria dos habitantes fala inglês e é comum a clínicas de cirurgia plástica oferecendo a chamada ocidentalização das pálpebras, [...].
Da destruição da cidade, restou uma ruína, o Domo de Hiroshima, antigo palácio de exposições. Nagasaki também está reconstruída, como uma cidade normal. A lembrança do ocorrido ficou na memória dos mais antigos que preferem não passar essa imagem chocante para os filhos e netos.

Mesmos após tantos anos e com as cidades reconstruídas, a população ainda sofre como os efeito das bombas é o que nos relata Knoe, (2015),

Considere uma realidade chocante: hoje, 70 anos depois dos bombardeios atômicos em Hiroshima e Nagasaki, os hospitais da Cruz Vermelha ainda atendem milhares de sobreviventes para tratar os efeitos posteriores da radiação e quase dois terços das mortes entre essas pessoas se dão em decorrência do câncer.

O governo japonês criou um sistema de saúde para auxiliar as vítimas das bombas.

Atualmente, as vitimas recebem uma caderneta de saúde, que lhes dá direto à assistência médica e às indenizações. Têm direito a esse cartão os afetados pela radiação que nasceram até 31 de maio de 1946 no caso de Hiroshima, e até 3 de junho de 1946 no de Nagasaki. Quem entrou na zona de 2km do epicentro até a segunda semana após a explosão, para resgate e assistência às vitimas, também podem pedir a ajuda. Da mesma forma, entram nessa categoria aqueles que foram expostos à radiação emanada dos corpos dos mortos por longos períodos de tempo.
De acordo com dados do Ministério da Saúde Japonês, os atingidos pelos ataques nucleares atualmente somam 274 mil pessoas. A idade média deles ultrapassa os 72 anos, e cerca de 8 mil morrem todos os anos.( MADE IN JAPAN, 2005)

4. JAPÃO: TERCEIRA POTÊNCIA ECONÔMICA MUNDIAL

O Japão, derrotado na guerra já sofria com grandes prejuízos materiais e humanos, ainda tinha que aceitar a ocupação norte-americana e suas sanções, conforme nos relata Aquino, (2009, p. 483),

A derrota na Segunda Guerra Mundial, além de deixar um enorme saldo ruim (perdeu a marinha mercante, o Império foi desfeito etc.), acarretou a ocupação do país pelos norte-americanos. Sob a direção do general MacArthur, empreenderam-se reformas radicais, sobressaindo-se: a dissolução dos zaibatsu (grandes trustes); a reforma agrária de 1946, que pôs fim às grandes propriedades e converteu 70% do campesinato em proprietários de pequenos lotes de terra; a extinção das indústrias bélicas; o desarmamento e a desmilitarização do país e a promulgação da Constituição de 1947, estabelecendo um regime parlamentar com  poderes limitados para o imperador.

Mas devido ao inicio da Guerra Fria e o avanço do socialismo, a política de ocupação do Japão sofreu alterações.

A política de ‘reforma e castigo’ começou a se modificar com o inicio da Guerra Fria, sobretudo a partir da vitória de Mao na China (1949) e do início da Guerra da Coreia (1950), quando, de inimigo vencido, o Japão torna-se aliado dos EUA. ‘Reduziram-se as reparações exigidas, atenuaram-se as leis antitrustes, que em 1950 foram revogadas, e concederam ajuda financeira para a reconstrução. (AQUINO, 2009, p. 483, grifos do autor).

Com isso o Japão voltou a ter um desenvolvimento acelerado.

Conforme nos relata Vicentino e Dorigo, (2001, p. 521), “O seu desenvolvimento econômico quase ininterrupto – entre 1955 e 1956 o índice de produção industrial dobrou em relação ao anterior à guerra – consolidou a economia japonesa como uma das mais fortes do mundo capitalista no final do século XX”.

O crescimento demográfico, também é apontado como uma das razões do desenvolvimento econômico do Japão, segundo Aquino, (2009, p. 484), “dentro outras razões, pode-se apontar o grande crescimento demográfico (entre 1945 e 1965, a população saltou de 73 para 101 milhões), possibilitando a utilização de numerosa mão de obra a baixo salário”, [...]

O atraso tecnológico do Japão pode ser recuperado graças à tecnologia estrangeira, segundo Aquino, (2009, p.484, grifos do autor),

Outra razão do boom nipônico foi a importância maciça da tecnologia estrangeira, particularmente para as indústrias químicas, elétricas e de fabricação de maquinas. Graças a isso o país pôde compensar o atraso técnico verificado com a guerra, quando as técnicas se voltaram para as indústrias bélicas: além do mais, na reconstrução industrial aplicou-se a tecnologia mais avançada, possibilitando elevado ritmo de produção.

Outro fator de muito importante nesta reconstrução nipônica, foi o investimento de capitais na produção, “Foram capitais fornecidos pelo Estado, através de crédito ou incentivos fiscais, ou pelos grupos econômicos nipônicos ou pela influência de capitais norte-americanos, principalmente com a Guerra da Coreia e a Guerra do Vietnã”. (AQUINO, 2009, P.484).

Apesar de ser um país carente de matéria prima, o Japão soube contrabalancear esse fator, como nos explica Aquino, (2009, p. 484 grifos do autor),

A manutenção de um balanço comercial favorável também explica o desenvolvimento japonês. Embora carente de matéria- prima que precisa importar (carvão, petróleo, ferro, algodão etc.), o país reduziu os gastos com a importação de gêneros alimentícios devido à reforma agrária. Em contrapartida, a exportação de produtos industrializados vem aumentando continuamente, para isso contando inclusive com uma das maiores frotas mercantes do mundo.

O Japão luta contra a política de rearmamento por achar que os investimentos em educação, por exemplo, serem mais importantes do que em armas.

[...], os japoneses têm resistido a uma politica de rearmamento em grande escala. Essa recusa igualmente favoreceu o desenvolvimento econômico, que não se viu limitado pelo desvio de verbas para gastos militares, isto sem esquecer a possibilidade de ampliar os orçamentos com a educação, o que permitiu a melhoria profissional da mão de obra. (AQUINO, 2009, p. 485).

Na forma de produção o Japão vem inovando, conforme Aquino, (2009, p. 485, grifos do autor), “Em termos organizacionais, a produção tornou-se mais flexível, cresceu a automação e o controle estatístico do processo, desenvolveu-se a terceirização (tendências das empreiteiras ou terceirizadas – para realizar funções auxiliares oi ligadas ao processo produtivo)”.

O sistema de trabalho antes chamado de fordismo foi substituído pelo toyotismo, sobre isso Aquino (2009, p. 485), descreve, “Este é o sistema de trabalho desenvolvido originalmente pela Toyota, indústria automobilística japonesa, em que o trabalhador é capacitado a realizar vinte movimentos em 18 segundos”.

Por tudo o que foi citado acima e pela grande capacidade desse povo de se reerguer é que faz com que o Japão continue hoje como uma das maiores potências econômicas do Mundo Capitalista.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O propósito deste trabalho foi o de mostrar como um país como o Japão, que foi tão devastado pela Segunda Guerra Mundial, conseguiu se reerguer e se tornar a uma das maiores potências econômicas do mundo. Após nossa pesquisa concluímos que a ajuda financeiro foi um primeiro passo para o recomeço, mas a forma como o governo japonês e a população reagiu foi de grande importância.

Os investimentos em indústrias de base, o não ao rearmamento militar e principalmente o reforço no orçamento destinado à educação, fizeram com que o país crescesse e se desenvolvesse de uma forma rápida e eficiente.

Para nós ocidentais, pode nos parecer que o Japão tem uma fórmula mágica para vencer as adversidades, sejam elas impostas pelo homem ou pela natureza, o fato é que através da realização deste trabalho foi possível percebermos a capacidade de reação e a união do povo japonês. Que além de reconstruir seu país, preservou para as gerações pós-guerra os símbolos de um momento de extrema devastação, mas que souberam sublimar esses fatos focando na prosperidade e no futuro da nação.

Se prestarmos bem a atenção veremos, um país que sofreu, mas soube a hora de deixar a tristeza de lado e partir para a luta em prol de todos.

Infelizmente achamos muita dificuldade em encontrar bibliografia sobra à reconstrução de Hiroshima e Nagasaki, mas acreditamos que isso se deva ao fato de tratarem o assunto levando em consideração o país Japão e não as cidades.

REFERÊNCIAS:

AQUINO, Rubim Santo Leão de. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais.  Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2009.

BOULOS, Alfredo Boulos Júnior. História: Sociedade e Cidadania – Volume Único, Ensino Médio. – São Paulo: FTD, 2011.

__________. História: Sociedade e Cidadania – Edição reformulada, 9ª ano – 2. ed. – São Paulo: FTD, 2012.

CHIARETTI, Marcos. A Segunda Guerra Mundial. 2 ed. São Paulo: Ática, 1997.

COLEGIO WEB. Como o Japão se reconstruiu após as bombas atômicas? 2015. Disponível em: http://www.colegioweb.com.br/historia/como-o-japao-se-reconstruiu-apos-as-bombas-atomicas.html/>. Acesso em 26 de março de 2016.

COLEGIO WEB. Como o Japão deu a volta por cima após a Segunda Guerra Mundial? 2014. Disponível em: http://www.colegioweb.com.br/historia/como-o-japao-deu-volta-por-cima-apos-segunda-guerra-mundial.html#ixzz46mOSKtFw/>. Acesso em 26 de março de 2016.

KNOE, Tadateru. COMITÊ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA. Hiroshima & Nagasaki – 70 anos depois, sobreviventes e suas famílias ainda estão gravemente feridos. 2015. Disponível em: https://www.icrc.org/pt/hiroshima-e-nagasaki/>. Acesso em 20 de março de 2016.

ISTO É. Um país a ser reconstruído. 2011. Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens /> Acesso em 19 de março de 2016.

JAPÃO EM FOCO. Hiroshima antes e depois da bomba atômica. 2015. Disponível em: http://www.japaoemfoco.com/hiroshima-antes-e-depois-da-bomba-atomica/>. Acesso em 20 de março de 2016.

MADE IN JAPAN. A Vida depois da bomba. 2005. Disponível em: http://madeinjapan.com.br/2005/08/06/a-vida-depois-da-bomba/>. Acesso em 21 de abril de 2016.

NARLOCH, Leandro. Hiroshima, o abominável mundo novo. Aventuras na História. São Paulo, Edição 24, p. 28-35, agosto de 2005.

UOL. Educação.Uol. Hiroshima: Primeiro ataque atômico da história encerrou a 2ª Guerra. 2003. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/hiroshima-primeiro-ataque-atomico-da-historia-encerrou-a-2-guerra.htm. Acesso em 25 de março de 2016.

SUA PESQUISA. Economia do Japão. Características econômicas do Japão, dados econômicos, aspectos da economia japonesa. 2014. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/paises/japao/economia_japao.htm/>. Acesso em 19 de março de 2016.

TAFNER, Elizabeth; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial, SC: UNIASSELVI, 2012. P. 240. ISBN 978-85-7830-397-6


Publicado por: Fernanda Vach Michel

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

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