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Desenvolver o Futuro

Economia e Finanças

Desenvolver o Futuro, desenvolvimento tecnológico e humanitário, leis do mercado capitalista, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento sustentável.

A maioria das pessoas, se levadas a raciocinarem sobre a questão: “desenvolvimento tecnológico e humanitário deveriam ocorrer paralela e simultaneamente”, responderiam muito rapidamente que: sim!

Porém, a realidade é muito mais complexa e cruel do que um simples pensamento racional. As leis do mercado – capitalista – são para todos e para tudo (ou quase). O problema a se levantar é que: os desenvolvimentos tecnológicos, nos últimos anos, têm aumentado o abismo existente entre este e o desenvolvimento humanitário. Desenvolvem-se tecnologias que aumentam a produção de alimentos, promovem economias e ganhos aos maiores beneficiados, os patrões, as empresas, ou simplesmente, aos capitalistas.

Por outro lado, a mecanização e robotização de setores como a agricultura e as indústrias, levam centenas de milhares de pessoas à margem do mercado, engrossando as favelas das cidades, é a periferia do capitalismo, deixando marcas cada vez mais visíveis e indeléveis de que ações devem ser tomadas, no sentido de reinserir, ou mesmo, inserir estes famigerados ao trabalho digno dos quais nunca deveriam ter saído.

Neste sentido, todo cidadão, político, Estado e país que almeje o seu desenvolvimento econômico e social, devem pensar não em curto prazo, não apenas em investimentos e lucros substanciais; deve investir em soluções que contemplem o desenvolvimento econômico aliado a interesses da sociedade e para a sociedade.

Talvez assim, países como o Brasil – com a possibilidade potencial de um futuro próspero – consigam chegar ao menos perto daquilo que se convencionou chamar de Desenvolvimento Sustentável, se colocando mais ao centro do mercado mundial, deixado de ser apenas um país promissor. Pois o capitalismo é voraz e cruel, mas como se diz o ditado popular: “Ruim com ele, pior sem ele”, pois é assim nos dias de hoje.


Publicado por: Amilson Barbosa Henriques

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

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